Respeitar a dormência
Não regar no verão nem cavar o ponto por parecer vazio.

Bellevalia hackelii · Asparagaceae
Geófito endémico português concentrado no Barrocal algarvio, surgindo em afloramentos e clareiras de tomilhais calcários.
Do início ao estabelecimento
Documente a mudança de cor das flores e outros caracteres; folhas isoladas não bastam.
A remoção mata o indivíduo e perturba o solo rochoso.
Registe coordenadas na primavera para evitar destruição quando a parte aérea desaparecer.
Conserve diversidade entre plantas-mãe; divisão de bolbos silvestres é inadequada.
Janelas nacionais
Estas são janelas de referência. Atrase com geada e altitude; antecipe em encostas quentes e zonas costeiras suaves.
Depois de plantar
Não regar no verão nem cavar o ponto por parecer vazio.
Evite lavoura, ripagem e abertura de caminhos nos afloramentos.
Ajuste trabalhos ao ciclo anual e preserve parcelas não intervencionadas.
Diagnóstico antes de tratar
| Problema | Como reconhecer | Primeira resposta |
|---|---|---|
| Bolbo destruído | Solo mobilizado ou plantas arrancadas. | Suspender a operação e proteger a área remanescente. |
| Rega estival | Folha fora de época e podridão do bolbo. | Restabelecer ciclo seco; não usar no relvado. |
| Confusão com jacinto | Identificação baseada apenas no cacho azul. | Rever flor, fruto, folha e bolbo apenas por observação não destrutiva. |
Endémica portuguesa, Pouco Preocupante e incluída no Anexo IV da Diretiva Habitats. A população isolada de Santiago do Cacém não deve ser misturada com o Barrocal.
Contexto português