Portugal, lugar a lugar

O que plantar
onde vive.

Comece pelo distrito, arquipélago, ilha documentada ou município. A recomendação cruza o padrão climático com 1519 guias; registos territoriais rastreáveis aparecem separadamente e não são tratados como ensaios.

Continente

18 distritos.

Distrito

Aveiro

Ria, dunas e planícies do Baixo Vouga contrastam com vales industriais e serras interiores; sal, inundação, calor e geada mudam rapidamente da costa para leste.

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Distrito

Beja

Baixo Alentejo interior, vale do Guadiana, regadio de Alqueva, serras e costa de Odemira repartem o distrito entre calor continental extremo e influência atlântica localizada.

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Distrito

Braga

Distrito húmido mas heterogéneo, repartido entre os vales do Cávado e do Ave, a faixa ocidental mais marítima e serras interiores muito mais frias.

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Distrito

Bragança

A Terra Fria de planaltos e serras, a Terra Quente dos vales do Tua, Sabor e Douro e o nordeste raiano formam um distrito continental com contrastes fortes de geada, calor e água.

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Distrito

Castelo Branco

A Beira Baixa quente e seca, as serras da Gardunha e Estrela e os vales do Tejo, Zêzere e afluentes criam contrastes de cota, geada, chuva e disponibilidade de água.

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Distrito

Coimbra

Costa e estuário do Mondego, campos aluviais, maciço calcário e serras da Lousã e Açor formam uma transição atlântico-interior com cheias, geada e seca muito desiguais.

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Distrito

Évora

Alentejo Central de planícies, montados, mármores, serras baixas e margem de Alqueva, sujeito a verão longo, calor extremo, chuva irregular e fortes diferenças de solo e água.

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Distrito

Faro

O distrito reúne costa atlântica e mediterrânica, Barlavento, Sotavento, Barrocal e serras, com inverno suave no litoral mas contrastes fortes de chuva, calor, frio e escassez de água.

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Distrito

Guarda

Serra da Estrela, planaltos frios da Beira Interior, vales do Mondego e Côa e o Douro Superior repartem o distrito entre montanha húmida e territórios orientais secos.

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Distrito

Leiria

Costa arenosa e Oeste hortofrutícola, vales de Leiria, maciço calcário e Pinhal Interior repartem o distrito entre influência marítima, carso e interior mais quente e seco.

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Distrito

Lisboa

Distrito entre a metrópole estuarina, a costa atlântica do Oeste, vales agrícolas e serras calcárias, com contrastes rápidos de vento, calor urbano, nevoeiro e défice hídrico estival.

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Distrito

Portalegre

Alto Alentejo entre planaltos e vales quentes, montados e a ilha climática da serra de São Mamede, onde altitude e vertentes atlânticas aumentam chuva, humidade e frio.

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Distrito

Porto

Distrito de forte transição entre costa atlântica urbanizada, vales húmidos metropolitanos e o interior mais quente e acidentado do Tâmega, Sousa e Douro.

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Distrito

Santarém

Lezíria e vales do Tejo convivem com bairros calcários, charnecas e o relevo do Médio Tejo, produzindo diferenças marcadas de inundação, geada, solo, calor e disponibilidade de água.

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Distrito

Setúbal

Península metropolitana, Arrábida, estuários, areias interiores e Alentejo Litoral repartem o distrito entre influência marítima e um sul progressivamente mais quente e seco.

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Distrito

Viana do Castelo

O Alto Minho reúne costa exposta, vales baixos do Minho e Lima e serras muito húmidas e frias; a precipitação elevada não elimina contrastes nem seca estival.

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Distrito

Vila Real

Barroso e Alto Tâmega frios, serras do Alvão e Marão e encostas quentes do Douro repartem o distrito entre montanha húmida, depressões interiores e vales mediterrânicos.

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Distrito

Viseu

Planaltos do Dão, serras do Caramulo e Montemuro, vales do Vouga e Mondego e encostas do Douro fazem do distrito uma transição atlântico-interior muito desigual.

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Municípios

308 concelhos com
fontes locais.

Nestes concelhos, o perfil de altitude, geada, calor, chuva, exposição, solo e água vem acompanhado por fontes. Registos de plantas aparecem como contexto auditável; sem uma avaliação local explícita, todas mantêm a nota regional.

A mostrar 24 de 308 concelhos.

Município · 1 registo territorial

Palmela

Município mediterrânico de forte contraste entre Arrábida, planícies interiores e influência dos estuários, com verão seco e microclimas agrícolas documentados.

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Município · 1 registo territorial

Monchique

Serra algarvia de relevo acentuado, cotas frescas e precipitação orográfica, mas com grande diferença entre altitude, encosta e verão mediterrânico.

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Município · 1 registo territorial

Paredes de Coura

Município atlântico montanhoso, húmido e de verão moderado, onde o vale do Coura e as serras geram nevoeiros, chuva orográfica e microclimas.

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Município · 1 registo territorial

Viseu

Concelho de planaltos, vales e relevos entre 200 e 899 m, com frio invernal, verão seco e contrastes locais importantes para pomar.

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Município · 3 registos territoriais

Alcobaça

Município do Oeste com tradição e investigação frutícola, influência atlântica e forte variação entre costa, vales agrícolas e maciço calcário.

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Município · 1 registo territorial

Bragança

Concelho interior de forte continentalidade, entre planaltos, vales e montanhas, com inverno frio, verão seco e diferenças locais que exigem calendário e água adaptados.

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Município · 1 registo territorial

Fundão

Município da Cova da Beira moldado pelo vale do Zêzere e pela Gardunha, com frio invernal útil ao pomar, primavera sensível e verão quente e seco.

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Município · 1 registo territorial

Évora

Concelho maioritariamente rural, de clima mediterrânico continentalizado, verão longo e seco e forte exposição a calor, seca agrícola e erosão localizada.

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Município · 3 registos territoriais

Ponta Delgada

Município de São Miguel entre costa atlântica, vertentes vulcânicas e áreas altas húmidas, com temperatura suave, vento, chuva frequente e riscos hídricos localizados.

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Município · 3 registos territoriais

Funchal

Concelho da vertente sul da Madeira, de costa subtropical seca e encostas rapidamente mais frescas e húmidas, onde altitude e rega mudam o cultivo em poucos quilómetros.

Madeira · Abrir perfil municipal →
Município · 1 registo territorial

Chaves

Concelho do vale do Tâmega entre a veiga baixa e serras próximas de 1 000 m, com inverno frio, geada frequente e verão interior moderado a quente.

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Município · 1 registo territorial

Sabugal

Município raiano de planaltos e vales altos, com inverno frio e geadas, verão seco e amplitudes térmicas que encurtam a janela das culturas de calor.

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Município · 1 registo territorial

Murtosa

Concelho muito plano no coração da Ria de Aveiro, de clima marítimo ameno, campos agrícolas húmidos e forte influência de vento, água e salinidade.

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Município · 1 registo territorial

Melgaço

Concelho do vale do Minho que sobe da faixa ribeirinha às montanhas de Castro Laboreiro, com um núcleo vitícola mais quente e seco protegido da influência atlântica.

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Município · 1 registo territorial

Setúbal

Concelho mediterrânico entre cidade, estuário do Sado, serra da Arrábida e planícies orientais, com inverno ameno, verão quente e seco e forte contraste local.

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Município · 1 registo territorial

Bombarral

Concelho agrícola do Oeste entre vales, colinas suaves e pequenas linhas de água, com forte tradição de pomar, influência atlântica e riscos simultâneos de excesso de chuva e calor.

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Município · 1 registo territorial

Caldas da Rainha

Concelho do Oeste entre a Lagoa de Óbidos, costa, várzeas agrícolas e colinas interiores, onde influência marítima, humidade, vento e drenagem mudam em distâncias curtas.

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Município · 1 registo territorial

Peniche

Município atlântico de península, costa recortada, planalto baixo e campos agrícolas, marcado por vento, sal, verão fresco e riscos costeiros muito superiores aos do interior do Oeste.

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Município · 1 registo territorial

Óbidos

Concelho do Oeste organizado entre lagoa, várzeas, colinas agrícolas e setores florestais, com clima oceânico ameno mas diferenças locais de inundação, vento, humidade e seca.

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Município · 1 registo territorial

Torres Vedras

Grande concelho do Oeste entre costa atlântica, vales agrícolas, colinas e serras baixas, com nevoeiro litoral, verão seco e contrastes claros de vento, calor e precipitação.

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Município · 1 registo territorial

Mafra

Concelho de transição entre a costa atlântica, o planalto de Mafra, vales agrícolas e relevo interior, onde vento, humidade, frio e água variam mais à escala de parcela do que uma média municipal sugere.

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Município · 1 registo territorial

Sintra

Concelho muito heterogéneo entre Serra de Sintra, planaltos, vales, frente atlântica e áreas urbanas, onde nevoeiro, vento, cota, solo e drenagem variam demasiado para uma recomendação municipal uniforme.

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Município · 1 registo territorial

Anadia

Concelho da Bairrada entre a influência atlântica e os relevos interiores, onde humidade, ventilação, textura do solo e disponibilidade de água condicionam a vinha mais do que um rótulo regional por si só.

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Município · 1 registo territorial

Nelas

Concelho do Dão entre planaltos, vales, vinhas e manchas florestais, onde cota, granito, frio de inverno, calor seco de verão e circulação de ar variam entre parcela e freguesia.

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Portugal insular

2 regiões autónomas e
11 ilhas documentadas.

Os arquipélagos dão o enquadramento regional. Os perfis de ilha explicitam altitude, vertente, vento, solo e água sem transformar essas diferenças em pontuações vegetais não ensaiadas.

Região Autónoma

Açores

Nove ilhas atlânticas com clima oceânico suave, mas diferenças decisivas entre grupos insulares, altitude, vertente, distância ao mar e exposição a vento, sal, nuvem e chuva orográfica.

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Região Autónoma

Madeira

A ilha da Madeira, Porto Santo e ilhéus combinam gradientes extremos de altitude, vertente, chuva e exposição, desde costas subtropicais a montanha húmida e uma ilha baixa muito mais seca.

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Ilha

São Miguel

A maior ilha açoriana combina costas suaves, grandes caldeiras e lagoas, planaltos húmidos e vertentes com exposição muito diferente ao vento e à chuva.

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Ilha

Terceira

Planície das Lajes, maciços vulcânicos ocidentais, caldeiras centrais e costas expostas repartem a Terceira entre gradientes fortes de chuva, vento e altitude.

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Ilha

Pico

A montanha mais alta de Portugal, o planalto central húmido e as fajãs e campos de lava costeiros criam na ilha do Pico a maior amplitude altitudinal dos Açores.

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Ilha

Porto Santo

Ilha baixa, ventosa e muito mais seca do que a Madeira, com dunas, solos vulneráveis à erosão, precipitação reduzida e abastecimento de água estruturalmente exigente.

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Ilha

Santa Maria

A ilha mais meridional e baixa do Grupo Oriental combina um oeste relativamente seco, um leste mais alto e húmido, falésias, baías abrigadas e escassez estival localizada.

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Ilha

São Jorge

Uma dorsal alta, estreita e exposta separa costas de arribas abruptas e dezenas de fajãs baixas, onde abrigo, temperatura, solo e acesso à água diferem radicalmente do planalto.

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Ilha

Faial

A Caldeira central húmida, o alinhamento vulcânico do Capelo, os depósitos jovens dos Capelinhos e as baixas costeiras criam contrastes fortes de vento, solo e precipitação.

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Ilha

Graciosa

Ilha baixa e relativamente seca, com campos agrícolas abertos, Caldeira, Furna do Enxofre e pressão hídrica superior à imagem geral de um arquipélago húmido.

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Ilha

Flores

Ilha ocidental muito húmida e exposta, com planalto lacustre, falésias, vales profundos e fajãs onde excesso de água, vento e instabilidade pesam mais do que o calor.

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Ilha

Corvo

A menor ilha açoriana concentra numa área muito curta a vila costeira, encostas expostas e o Caldeirão alto, húmido e ventoso, com água superficial decisiva.

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Ilha

Ilha da Madeira

Uma cordilheira central acima dos 1 800 metros separa vertentes norte húmidas e sul soalheiras, criando em poucos quilómetros costas subtropicais, laurissilva e montanha fria.

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A regra mais importante

O código postal orienta.
O terreno decide.

Altitude, vertente, vento, geada, sombra, drenagem e água disponível podem alterar radicalmente o que cresce a poucos quilómetros de distância.

Compreender as 9 regiões climáticas → Auditar cobertura e confiança geográfica →