O PMDFCI cartografa 80–976 m; cerca de 84% situa-se entre 400 e 700 m e a classe 600–700 m ocupa 41,3%. Não usar altitude da sede ou média para um vale do Côa/Douro, cumeada ou parcela de planalto.
Município · Região climática Centro interior
O que plantar
em Figueira de Castelo Rodrigo.
Figueira de Castelo Rodrigo ocupa o planalto da Beira Interior entre vales encaixados do Douro, Águeda e Côa. Cota, frio, seca, calor, fogo, erosão e restrições do Douro Internacional e Vale do Côa impedem uniformidade.
Padrão climático
Centro interior
Beiras interiores e montanha.
Geadas, altitude variável e verão seco; microclimas muito contrastantes. A altitude encurta a estação quente, mas favorece espécies que precisam de frio e reduz algumas pressões de pragas.
Ler o guia climático completo →O que confirmar no local
- planalto de 400–700 m, cumeadas e vales do Douro, Águeda e Côa entre 80 e 976 m
- geada, verão seco e quente, vento, incêndio e erosão
- parcela agrícola, azinhal, sobreiral, vale protegido ou encosta; PDM/Natura e água
Estas diferenças podem subir ou descer a adequação indicada abaixo. Observe o terreno durante um ciclo anual antes de decisões permanentes.
Perfil municipal documentado
O concelho não é
um clima único.
Este perfil resume condicionantes concelhias encontradas nas fontes abaixo. Não calcula a sua parcela nem substitui observação de altitude, exposição, solo e água no local.
O diagnóstico usa Guarda a 1 019 m como proxy exterior e adverte que os valores podem divergir. Tratar geada e inversão como risco local a medir em depressões e fundos de vale, não como previsão da estação externa.
O PMDFCI caracteriza verão quente, seco e de baixa humidade, elevando perigo de incêndio. A proxy Guarda 1981–2010 teve máxima média de julho de 25,1 °C e extrema de 38,3 °C; não substitui sensor ou histórico parcelar.
A proxy concentra chuva no inverno e regista 18,2 mm em julho e 10,4 em agosto. Documenta sazonalidade seca, não dotação hídrica municipal; chuva intensa após seca é identificada como risco de erosão.
Cerca de 73% tem declive inferior a 10°, mas valores acima de 20° concentram-se nas encostas do Águeda e Côa. Confirmar orientação, vento, drenagem de ar, estabilidade e acesso, mantendo coberto em encosta.
O PMDFCI não fornece solo agrícola único. Planalto, vertentes e vales e o risco de erosão exigem profundidade útil, pedra, textura, pH, matéria orgânica, carbonatos, compactação, infiltração e drenagem por talhão.
O município integra sub-bacias do Douro, Águeda e Côa; cursos relevantes não equivalem a rega disponível. O PMAC preliminar trata seca e escassez como riscos. Confirmar título, caudal, qualidade, margem, necessidade hídrica e regras aplicáveis.
Rastreabilidade
Fontes usadas neste perfil
Revisto em 2026-07-27; ligações verificadas em 2026-07-27.
- Município de Figueira de Castelo Rodrigo — PMDFCI 2021–2030, Caderno I ↗
- Diário da República — republicação do Regulamento do PDM, 2021 ↗
- Município de Figueira de Castelo Rodrigo — consulta pública do PMAC e revisão do PDM ↗
- Município de Figueira de Castelo Rodrigo — PMAC preliminar, 2025 ↗
- ICNF — proteção do sobreiro e da azinheira ↗
Recomendação comparada
Plantas para
Figueira de Castelo Rodrigo.
3 registos ligam plantas concretas ao concelho, mas não constituem ensaio de aptidão. Todas as classificações permanecem integralmente herdadas de Centro interior.
Um registo territorial pode documentar cultivo, ocorrência, cartografia, intervenção ou conservação. Por defeito é apenas contexto e nunca altera a aptidão regional. Só uma avaliação local ligada a evidência parcelar pública, direta, datada e delimitada pode alterar a escala qualitativa de 1 a 3.
Comparar com o distrito de Guarda →Limite atual: A evidência é COS 2018, não inventário atual ou ensaio. Amendoeira, oliveira e videira ficaram excluídas por falta de fonte primária municipal explícita; “outros carvalhos” não resolve espécie. Confirmar PDM, REN/RAN, PNDI, ZEC/ZPE, Vale do Côa, património, SGIFR, fogo, solo, água e microclima antes de plantar, mobilizar, captar, cortar ou intervir.
Registos territoriais
Contexto documentado — não é uma recomendação de plantação.
Estes registos confirmam uma ligação publicada entre planta e território. Não mudam a classificação regional nem provam desempenho, autorização, água ou aptidão da sua parcela.
- Azinheira Contexto · confiança elevada
A COS 2018 do PMDFCI cartografa 2 719 ha de floresta de azinheira, 5,3% do concelho. É ocupação datada, não inventário atual, proveniência, regeneração, sanidade, resistência ao fogo ou aptidão; aplica-se proteção legal.
- Sobreiro Contexto · confiança elevada
A COS 2018 cartografa 2 348 ha de floresta de sobreiro, 4,6% do concelho. Confirma ocorrência, não povoamento atual, origem, sanidade, produtividade, direito de corte, água ou aptidão; aplica-se proteção legal.
- Castanheiro Contexto · confiança limitada
A COS 2018 cartografa 124,8 ha de floresta de castanheiro, 0,2% do concelho. É ocorrência limitada e datada, não pomar, variedade, material, solo, água, sanidade ou aptidão para nova instalação.
Abóbora-menina
A abóbora-menina beneficia do calor, mas exige água na fase crítica e proteção contra seca durante floração e vingamento.
Acelga
A acelga produz melhor fora dos extremos; espigamento ou perda de qualidade das folhas aumenta com calor e água irregular.
Aipo
O aipo produz melhor fora dos extremos; rega consistente reduz pecíolos fibrosos, ocos ou crescimento interrompido durante calor e vento.
Alho
O alho beneficia do inverno fresco e primavera luminosa; assegure água na fase crítica e maturação e secagem do bolbo.
Alho-francês
O alho-francês beneficia do inverno fresco e primavera luminosa; assegure água na fase crítica e crescimento contínuo e colheita antes de espigar.
Ameixeira
Favorável com inverno frio e verão seco; proteja a floração de geada tardia e dimensione a rega.
Amieiro
Confirmar geada, calor estival, exposição e disponibilidade de água no local concreto.
Antúrio-de-scherzer
Confirmar geada, calor estival, exposição e disponibilidade de água no local concreto.
Batata
Favorável na primavera; proteja a emergência de geadas tardias e mantenha água regular durante tuberização.
Beldroega
Confirmar geada, calor estival, exposição e disponibilidade de água no local concreto.
Beringela
A beringela aproveita o verão quente depois do risco de geada; mantenha rega uniforme e vigie calor e humidade extremos, que podem provocar aborto floral e frutos deformados.
Beterraba
A beterraba produz melhor fora dos extremos; floração antecipada e raízes de qualidade irregular aumenta com calor e água irregular.
Brócolo
O brócolo produz melhor fora do pico de calor; rega regular e época correta reduzem perda de compacidade e uniformidade da inflorescência.
Camedórea-elegante
Confirmar geada, calor estival, exposição e disponibilidade de água no local concreto.
Cebola
A cebola beneficia do inverno fresco e primavera luminosa; assegure água na fase crítica e maturação e cura do bolbo.
Cenoura
A cenoura produz melhor fora dos extremos; rega consistente reduz fendilhamento, raízes lenhosas e coloração pálida durante calor e vento.
Cerejeira
Muito favorável nas zonas de altitude apropriada; geada na floração e seca durante enchimento são os principais limites.
Coentros
Os coentros produz melhor fora dos extremos; rega consistente reduz espigamento e encurtamento da colheita de folha durante calor e vento.
Vigiar
Limites regionais.
- última geada
- escaldão
- erosão em declive
Fazer
Ações com impacto.
- confirmar altitude e exposição
- reter água no solo
- proteger do sol poente