Ilustração botânica de um tomateiro com flores amarelas e tomates maduros
Ilustração botânica de apoio gerada para esta ficha — não é fotografia de espécime nem substitui identificação certificada.
Hortícola Guia de cultivo Média

Tomate

Solanum lycopersicum · Solanaceae

Cultivar tomate é acompanhar uma anual de estação quente desde uma jovem planta compacta até uma estrutura carregada de fruto. Material identificado, sol pleno, fim do risco de geada e tutor colocado cedo criam o arranque certo; depois, uma condução arejada deve respeitar se a cultivar é determinada ou indeterminada.

A água pede regularidade sobretudo na transplantação, na floração e no crescimento dos frutos, mas nunca saturação. Calor extremo também pode perturbar a floração. Observe sintomas antes de agir: as práticas culturais da ficha apoiam-se em documentação portuguesa, enquanto qualquer tratamento depende de diagnóstico e de autorização atual no SIFITO/DGAV.

ExposiçãoSol pleno; evitar geada e calor extremo na floração
ÁguaRegular; crítica na transplantação, floração e crescimento dos frutos, sem encharcar
CicloAnual de estação quente
SoloAreno-franco a franco, drenado e rico em matéria orgânica
pH5,5–7,0
Espaço30–40 cm na linha; 1–2 m entre linhas conforme condução

Top 300 em Portugal · posição 8

Uma segunda prancha,
outros caracteres.

Esta vista complementar amplia a ficha com estruturas de identificação, reprodução ou propagação que a imagem principal não privilegia. Continua a ser uma ilustração editorial: não autentica exemplares nem substitui identificação especializada.

Prancha botânica complementar de Tomate (Solanum lycopersicum) com caracteres de identificação e ciclo de vida
Prancha botânica complementar de Tomate (Solanum lycopersicum) com caracteres de identificação e ciclo de vida. Ilustração gerada para plantar.pt, sem texto nem marca de água.

Taxonomia verificada

Solanum lycopersicum L.

Nome aceite
Nome publicado
Solanum lycopersicum
Sinónimos relevantes
Nenhum declarado neste piloto

O nome publicado na ficha coincide com o nome aceite no POWO. Este lote não declara sinónimos adicionais como necessários para a pesquisa editorial.

Verificado em 27 de julho de 2026.

Estatuto verificado

Cultivo rastreado

Cultivar hortícola cultivada
Jurisdição
Portugal
Âmbito
Portugal: esta avaliação limita-se à identidade e ao enquadramento do material; não estabelece ocorrência territorial nem autentica cultivar, fornecedor ou lote. A orientação de cultivo é sustentada separadamente, campo a campo, pelas fontes técnicas do guia.
Enquadramento
As fontes jurídicas indicadas enquadram material ou atividades profissionais potencialmente relevantes. Não certificam este exemplar, cultivar, fornecedor ou lote; a aplicação concreta deve ser confirmada com a entidade competente.

Material rastreável e estatuto documental não garantem desempenho local; o guia separa essa avaliação das recomendações agronómicas e publica os limites de cada campo.

Avaliado em 27 de julho de 2026 a partir das fontes oficiais indicadas nesta ficha.

Do início ao estabelecimento

Como plantar

  1. Escolher material rastreável

    Use semente identificada ou jovem planta de fornecedor licenciado. Rejeite plantas estioladas, com raiz nua, sintomas ou etiqueta incompleta.

  2. Produzir ou comprar a planta

    Em viveiro, a transplantação é possível com cerca de 3 folhas verdadeiras, aproximadamente 4–6 semanas após sementeira. Endureça gradualmente antes do exterior.

  3. Esperar pelo fim do frio

    Ao ar livre, plante apenas quando o local já oferece temperatura suficiente e risco de geada baixo. O manual situa a instalação principal entre meados de março e meados de junho.

  4. Plantar, regar e tutorar

    Instale sem enterrar folhas, regue bem para reduzir a crise de transplantação e coloque o tutor cedo. Mantenha uma condução arejada e adapte a poda ao tipo determinado ou indeterminado.

  5. Colher pela maturação

    Colha de acordo com cor, firmeza e destino da cultivar. Reduza gradualmente excessos de água perto da maturação, sem provocar murcha.

Janelas nacionais de referência

Calendário

O manual situa sementeira direta entre meados de março e meados de maio e a plantação principal entre meados de março e meados de junho, com ajuste ao frio local.

Semear
JanFevMarAbrMaiJunJulAgoSetOutNovDez
Plantar
JanFevMarAbrMaiJunJulAgoSetOutNovDez

São janelas de referência, não datas garantidas. Atrase com geada e altitude, antecipe apenas com condições locais favoráveis e confirme cultivar, finalidade, previsão, água e microclima.

Depois de plantar

Cuidados essenciais

Rega sem oscilações

Mantenha humidade regular. Défice na floração reduz o número de frutos; durante crescimento e maturação reduz o peso. Evite saturação e molhamento foliar prolongado.

Condução ventilada

Tutore variedades de crescimento indeterminado e retire rebentos apenas quando o sistema escolhido o exigir. Ferramentas limpas e folhagem seca reduzem transmissão de problemas.

Fertilizar pela análise

Não copie doses universais. Baseie correções e fertilização em análise de solo, água, matéria orgânica, produção esperada e regras atuais de Produção Integrada.

Diagnóstico antes de tratar

Problemas frequentes

Problemas, sinais de reconhecimento e primeira resposta
ProblemaComo reconhecerPrimeira resposta
Queda de flores ou pouco vingamentoFlores abortam durante calor elevado, ar muito seco ou falta de água.Estabilize a rega, melhore o microclima e confirme temperatura; não tente corrigir com reguladores sem orientação técnica.
Afídeos, mosca-branca ou mineirasColónias no verso das folhas, melada, folhas deformadas ou galerias.Inspecione cedo, preserve auxiliares, retire focos quando possível e confirme a espécie antes de consultar medidas autorizadas no SIFITO.
Manchas, míldio ou podridõesManchas que avançam, esporulação, tecido húmido ou colapso.Retire material afetado, reduza molhamento foliar, ventile e obtenha diagnóstico; não use tabelas antigas de produtos.

O manual DGADR é a base portuguesa para biologia e práticas culturais. As listas de produtos nele impressas são históricas e não devem ser usadas: confirme sempre diagnóstico e autorização atual no SIFITO/DGAV.

Contexto português

Adequação regional

Norte litoral Boa cultura de verão depois do risco de geada; chuva e humidade elevam a pressão de doenças, por isso privilegie ventilação, tutoragem e folhas secas.
Norte interior O verão quente é favorável, mas a plantação deve esperar pelo fim das geadas tardias; noites frias encurtam a janela ao ar livre.
Centro litoral A estação amena e longa favorece tomate ao ar livre; vigie humidade foliar e escolha um local muito luminoso e ventilado.
Centro interior Verões quentes favorecem a cultura; proteja a instalação de geadas tardias e mantenha rega regular durante floração e enchimento dos frutos.
Lisboa e Vale do Tejo A estação quente longa é muito favorável; calor excessivo e défice hídrico podem reduzir o vingamento, exigindo rega consistente e boa ventilação.
Alentejo Muito favorável com água disponível, mas temperaturas demasiado altas podem provocar queda de flores; evite stress hídrico e calor refletido.
Algarve Permite ciclos precoces e tardios em zonas abrigadas; no pico do verão, calor e baixa humidade podem comprometer flores e frutos.
Açores As temperaturas suaves ajudam, mas vento, humidade, nebulosidade e pressão de doenças tornam essencial um local abrigado e muito ventilado.
Madeira Muito favorável nas cotas baixas e médias com boa exposição; ajuste a época à altitude e evite os períodos locais de maior calor ou humidade.

Afirmações rastreáveis

Evidência por campo

Cada linha identifica a afirmação que sustenta o guia, o território a que se aplica e as fontes usadas. Síntese editorial significa que a conclusão combina requisitos da cultura com contexto climático português; não é uma medição da sua parcela.

Material de propagação

Semente identificada ou jovem planta rastreável; em produção protegida usa-se raiz protegida e o material profissional deve vir de fornecedor licenciado.

Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.
Calendário

O manual situa sementeira direta entre meados de março e meados de maio e a plantação principal entre meados de março e meados de junho, com ajuste ao frio local.

Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.
Exposição e temperatura

A cultura necessita de muita luminosidade, não tolera geada e apresenta desenvolvimento ótimo publicado entre 13 e 21 °C; calor e ar seco prejudicam a floração.

Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.
Água e rega

A água é determinante; défice na floração e vingamento reduz frutos e, no crescimento, reduz peso. Regar bem após transplantar e aumentar com a carga de frutos.

Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.
Solo e drenagem

Preferência por solo areno-franco a franco, drenado e com 2–4% de matéria orgânica.

Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.
pH

O manual português publica uma faixa de pH 5,5 a 7,0 para a cultura do tomate instalada em solo.

Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.
Compasso

Em cultura em solo, o manual publica 30–40 cm na linha e 1–2 m entre linhas, dependente do sistema de condução.

Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.
Instalação

Transplantar planta vigorosa com raiz protegida, aproximadamente 3–6 folhas verdadeiras, regar na instalação e tutorar cedo quando a cultivar o exige.

Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.
Manutenção

Rega regular, condução arejada e fertilização baseada em análises substituem doses universais; rotação e registo integram as normas portuguesas atuais.

Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.
Problemas e diagnóstico

O manual documenta afídeos, moscas-brancas, mineiras e doenças; diagnóstico e medidas culturais precedem qualquer produto, cuja autorização atual se confirma no SIFITO.

Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.
Adequação regional

A classificação regional combina exigência de luz, ausência de geada, faixa térmica e sensibilidade ao calor com normais climáticas portuguesas; microclima e altitude continuam por verificar.

Portugal · síntese editorial Limite: Síntese para planeamento regional; confirme altitude, microclima, exposição, solo, água, cultivar e previsão antes de decidir na parcela.
Contrato de cultivo revisto em 27 de julho de 2026.