Ilustração botânica de aipo com roseta ereta, pecíolos grossos canelados, raízes fibrosas, umbela floral e sementes aromáticas
Ilustração botânica de apoio gerada para esta ficha — não é fotografia de espécime nem substitui identificação certificada.
Hortícola Guia de cultivo Exigente

Aipo

Apium graveolens var. dulce · Apiaceae

Cultivar Aipo é ajustar informação geral ao exemplar, à estação e ao espaço disponível. Aipo corresponde aqui a Apium graveolens var. Dulce, uma hortícola. Guia português para aipo: produzir planta em fevereiro–março, transplantar com raiz protegida e 4–5 folhas, manter humidade constante e branquear apenas perto da colheita. O ciclo é descrito como bienal cultivada como anual de pecíolo. Quanto à luz, a referência da ficha é sol nas épocas frescas; evitar geada e calor excessivo.

Quanto à água, a indicação é abundante e regular desde a instalação, mantendo humidade constante sem encharcar. Quanto ao terreno, a ficha indica franco-arenoso a areno-argiloso, fértil, húmido e drenado. A referência é para Portugal continental e produção em solo. As substâncias listadas no manual de 2007 são históricas e não constituem recomendações atuais. A aplicação prática exige confirmar o exemplar e o local. Não extrapole doses, tratamentos ou usos para além do que as fontes da ficha sustentam.

ExposiçãoSol nas épocas frescas; evitar geada e calor excessivo
ÁguaAbundante e regular desde a instalação, mantendo humidade constante sem encharcar
CicloBienal cultivada como anual de pecíolo
SoloFranco-arenoso a areno-argiloso, fértil, húmido e drenado
pH6,0–7,0
Espaço25–30 cm na linha e 40–80 cm entre regos com cerca de 25 cm de profundidade

Top 300 em Portugal · posição 244

Uma segunda prancha,
outros caracteres.

Esta vista complementar amplia a ficha com estruturas de identificação, reprodução ou propagação que a imagem principal não privilegia. Continua a ser uma ilustração editorial: não autentica exemplares nem substitui identificação especializada.

Prancha botânica complementar de Aipo (Apium graveolens var. dulce) com caracteres de identificação e ciclo de vida
Prancha botânica complementar de Aipo (Apium graveolens var. dulce) com caracteres de identificação e ciclo de vida. Ilustração gerada para plantar.pt, sem texto nem marca de água.

Taxonomia verificada

Apium graveolens L.

Nome publicado reconciliado
Nome publicado
Apium graveolens var. dulce
Sinónimos relevantes
Apium graveolens var. dulce

O POWO trata Apium graveolens var. dulce como sinónimo de Apium graveolens. A reconciliação mantém a identidade hortícola do aipo de pecíolo, sem inferir cultivar, capacidade de auto-branqueamento, resistência ao espigamento ou identidade de aipo-rábano.

Verificado em 27 de julho de 2026.

Estatuto verificado

Cultivo rastreado

Cultivar hortícola cultivada
Jurisdição
Portugal
Âmbito
Portugal: esta avaliação limita-se à identidade e ao enquadramento do material; não estabelece ocorrência territorial nem autentica cultivar, fornecedor ou lote. A orientação de cultivo é sustentada separadamente, campo a campo, pelas fontes técnicas do guia.
Enquadramento
O Decreto-Lei n.º 42/2017 e os requisitos técnicos atualizados regulam a produção, controlo e comercialização de sementes hortícolas. O Decreto-Lei n.º 82/2017 e a Portaria n.º 396/2023 incluem também estes grupos na via das jovens plantas de Qualidade UE. No circuito profissional, espécie, grupo, variedade, categoria, fornecedor, lote, etiqueta, germinação, pureza e sanidade devem permanecer rastreáveis; estas qualificações não provam adaptação da parcela, identidade de semente guardada ou segurança do produto colhido.

Material rastreável e estatuto documental não garantem desempenho local; o guia separa essa avaliação das recomendações agronómicas e publica os limites de cada campo.

Avaliado em 27 de julho de 2026 a partir das fontes oficiais indicadas nesta ficha.

Do início ao estabelecimento

Como plantar

  1. Escolher planta rastreável

    Use semente identificada ou planta jovem uniforme, com raiz protegida e sem sintomas. Rejeite torrões secos, raízes enroladas ou coração danificado.

  2. Semear em fevereiro–março

    Produza em alvéolo ou torrão, mantendo temperatura e humidade uniformes. A semente é pequena e não deve ser enterrada profundamente.

  3. Transplantar com 4–5 folhas

    Instale sem desfazer o torrão, a 25–30 cm na linha e 40–80 cm entre regos, mantendo o coração acima do solo e regando de imediato.

  4. Sustentar crescimento contínuo

    Mantenha humidade constante: a interrupção do crescimento reduz tenrura. Amontoe gradualmente sem introduzir terra no coração.

  5. Branquear e colher

    Quando a planta estiver desenvolvida, ate ou envolva os pecíolos e faça amontoa durante 2–3 semanas; depois corte a planta inteira e retire folhas degradadas.

Janelas nacionais de referência

Calendário

O manual português publica sementeira em viveiro em fevereiro–março e transplante quando a planta apresenta quatro a cinco folhas.

Semear
JanFevMarAbrMaiJunJulAgoSetOutNovDez
Plantar
JanFevMarAbrMaiJunJulAgoSetOutNovDez

São janelas de referência, não datas garantidas. Atrase com geada e altitude, antecipe apenas com condições locais favoráveis e confirme cultivar, finalidade, previsão, água e microclima.

Depois de plantar

Cuidados essenciais

Nunca deixar secar

Pecíolos suculentos dependem de crescimento contínuo. Observe o solo e aumente frequência em calor ou vento, sem manter água livre junto às raízes.

Branquear no fim

O branqueamento demasiado cedo limita a fotossíntese; aplique-o apenas 2–3 semanas antes de colher e mantenha o coração limpo.

Nutrir pela análise

Fracione o azoto e considere cálcio, magnésio e boro apenas com análise; excesso de azoto ou potássio pode agravar desequilíbrios.

Diagnóstico antes de tratar

Problemas frequentes

Problemas, sinais de reconhecimento e primeira resposta
ProblemaComo reconhecerPrimeira resposta
Septoriose ou cercosporioseManchas castanhas ou claras com pequenos pontos escuros e secagem progressiva das folhas.Use material sadio, rode culturas, retire folhas afetadas, melhore arejamento e confirme o diagnóstico.
Afídeos ou mineirasColónias no coração, folhas deformadas ou galerias claras nos limbos.Inspecione o interior e verso das folhas, retire focos, preserve auxiliares e confirme medidas atuais.
Podridão da basePecíolos moles, escurecidos ou com odor, acompanhados por murcha.Reduza água livre, melhore drenagem e ventilação, remova plantas afetadas e confirme o agente.

A referência é para Portugal continental e produção em solo. As substâncias listadas no manual de 2007 são históricas e não constituem recomendações atuais.

Contexto português

Adequação regional

Norte litoral O aipo beneficia do clima temperado; drenagem e arejamento são essenciais quando a humidade persiste.
Norte interior O aipo é favorável nas estações moderadas; ajuste a data a geadas e evite pecíolos fibrosos, ocos ou crescimento interrompido no verão seco.
Centro litoral O aipo permite ciclos prolongados em solo drenado, com água regular e sementeiras ou plantações escalonadas.
Centro interior O aipo produz melhor fora dos extremos; rega consistente reduz pecíolos fibrosos, ocos ou crescimento interrompido durante calor e vento.
Lisboa e Vale do Tejo O aipo é favorável de outono a primavera; no verão escolha variedade e exposição que limitem pecíolos fibrosos, ocos ou crescimento interrompido.
Alentejo O aipo deve concentrar-se nas épocas frescas, porque calor e secura agravam pecíolos fibrosos, ocos ou crescimento interrompido.
Algarve O aipo é sobretudo cultura de outono, inverno e primavera; evite geada local, pico de calor e salinidade.
Açores O aipo beneficia de temperaturas suaves; vento, excesso de chuva e drenagem insuficiente exigem atenção.
Madeira O aipo é favorável em várias cotas, ajustando a época; nas zonas baixas prefira meses frescos e local ventilado.

Afirmações rastreáveis

Evidência por campo

Cada linha identifica a afirmação que sustenta o guia, o território a que se aplica e as fontes usadas. Síntese editorial significa que a conclusão combina requisitos da cultura com contexto climático português; não é uma medição da sua parcela.

Material de propagação

Usar semente identificada ou jovem planta rastreável, uniforme e sã; a referência exige transplante com raiz protegida em torrão.

Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.
Calendário

O manual português publica sementeira em viveiro em fevereiro–março e transplante quando a planta apresenta quatro a cinco folhas.

Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.
Exposição e temperatura

O aipo prefere ciclo temperado, sem geada ou calor extremo, com paragem aos 8 °C e ótimo publicado entre 15 e 20 °C.

Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.
Água e rega

A rega deve ser abundante e regular desde a primeira fase, mantendo humidade constante para obter pecíolos suculentos e tenros.

Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.
Solo e drenagem

Preferência por solo franco-arenoso a areno-argiloso, com retenção de água, boa drenagem e dois a quatro por cento de matéria orgânica.

Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.
pH

O manual português publica uma faixa de pH entre 6,0 e 7,0 e condutividade inferior a 0,4 dS/m no método indicado.

Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.
Compasso

A referência publica 25–30 cm na linha e regos distanciados 40–80 cm, com cerca de 25 cm para permitir amontoa.

Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.
Instalação

Transplantar com quatro a cinco folhas, raiz protegida e coração acima do solo, fechar o torrão por rega e evitar crise hídrica.

Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.
Manutenção

Crescimento contínuo, água constante, amontoa controlada e branqueamento apenas duas a três semanas antes da colheita sustentam qualidade.

Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.
Problemas e diagnóstico

O manual documenta afídeos, mineiras, cercosporiose, septoriose e podridões; diagnóstico e autorização atual precedem qualquer intervenção.

Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.
Adequação regional

A síntese cruza ótimo temperado, elevada necessidade hídrica e limites por geada e calor com normais IPMA; solo e água permanecem locais.

Portugal · síntese editorial Limite: Síntese para planeamento regional; confirme altitude, microclima, exposição, solo, água, cultivar e previsão antes de decidir na parcela.
Contrato de cultivo revisto em 27 de julho de 2026.