O PMDFCI histórico situa o concelho entre cerca de 129 m junto à ribeira do Divor, a norte, e 410 m, a sul. Cerca de 74% da área tem declive de 0–5° e 20% de 5–10°; as maiores inclinações concentram-se junto às ribeiras de Arraiolos e Divor, em Aldeia da Serra e no nordeste. É diagnóstico 2017–2021, não medição da parcela.
Município · Região climática Alentejo
O que plantar
em Arraiolos.
Município entre peneplanície, colinas e planaltos, vales do Divor, Têra, Freixo, Vide e Almansor e o aproveitamento do Divor, onde montado, sequeiro e setores de regadio convivem com calor, seca, geada radiativa e forte variação de solo, declive e água.
Padrão climático
Alentejo
Planícies, montado e interior sul.
Mediterrânico quente e seco, precipitação irregular e forte evapotranspiração. Oliveira, aromáticas e espécies mediterrânicas toleram o verão; culturas tenras exigem sombra, solo coberto e rega eficiente.
Ler o guia climático completo →O que confirmar no local
- peneplanície, serra ou planalto, encosta ou vale do Divor, Têra, Freixo, Vide e Almansor
- verão quente e seco, ondas de calor, seca, geada radiativa, vento e chuva intensa
- montado, profundidade, erosão, REN/RAN, área protegida, perímetro do Divor e título de água
Estas diferenças podem subir ou descer a adequação indicada abaixo. Observe o terreno durante um ciclo anual antes de decisões permanentes.
Perfil municipal documentado
O concelho não é
um clima único.
Este perfil resume condicionantes concelhias encontradas nas fontes abaixo. Não calcula a sua parcela nem substitui observação de altitude, exposição, solo e água no local.
O PMAAC identifica vales e depressões como zonas de acumulação de ar frio, nevoeiro e geada radiativa em noites anticiclónicas. Não foi encontrada uma data municipal atual de última geada; medir mínimas, cota, abrigo e drenagem catabática antes de instalar material sensível.
O PMAAC classifica o risco de calor excessivo e ondas de calor como muito significativo, com suscetibilidade alta em todas as freguesias e agravamento projetado. As referências regionais históricas colocam julho e agosto entre 23 e 25 °C de média e acima de 30 °C na média das máximas; não são previsão nem estação de cada talhão.
O PMAAC enquadra grande parte do Alentejo Central em 500–650 mm anuais. A série regional 1971–2000 usada no PMDFCI regista 8,6 mm em julho, 6,6 mm em agosto e 102,7 mm em dezembro, com máximos diários históricos intensos. Planear infiltração, erosão e reserva sem converter médias antigas em previsão ou dotação.
A cartografia histórica atribui 14,5% a áreas planas, 23,4% a norte, 23,3% a oeste, 19,9% a este e 18,8% a sul; sul e oeste tendem a maior insolação e secura. O vento regional de verão surge sobretudo de noroeste, mas orientação, corredor de vento, abrigo e combustível devem ser observados na parcela.
O PMAAC identifica 4 178,8 ha sensíveis à erosão hídrica, sobretudo em Vimieiro e Arraiolos e nas encostas associadas à Têra e à ribeira de Arraiolos. Montado, vale, planalto e agricultura não têm solo único: testar profundidade, pedra, textura, pH, matéria orgânica, compactação, infiltração, drenagem e erosão.
Têra, Freixo, Divor, Vide e Almansor estruturam a rede. A DGADR lista o Aproveitamento Hidroagrícola do Divor, de 1965, com 488 ha, e o PMAAC classifica a seca como muito significativa. Ribeira, poço, albufeira ou proximidade do perímetro não conferem água: confirmar integração, associação, título, infraestrutura, dotação, qualidade e restrições.
Rastreabilidade
Fontes usadas neste perfil
Revisto em 2026-07-26; ligações verificadas em 2026-07-26.
- Município de Arraiolos — Plano Municipal de Adaptação às Alterações Climáticas ↗
- Município de Arraiolos — aprovação do PMAAC ↗
- Município de Arraiolos — PDM e suspensão parcial ↗
- Município de Arraiolos — regulamento do PDM ↗
- Município de Arraiolos — PMDFCI histórico 2017–2021, Caderno I ↗
- Município de Arraiolos — planos e cessação de efeitos do PMDFCI ↗
- DGADR — classificação dos aproveitamentos hidroagrícolas ↗
- DGADR — prédios beneficiados por aproveitamentos hidroagrícolas ↗
- IVV — DOP Alentejo, sub-região Évora ↗
- ICNF — proteção do sobreiro e da azinheira ↗
- APA — PGRH do terceiro ciclo 2022–2027 ↗
Recomendação comparada
Plantas para
Arraiolos.
4 registos ligam plantas concretas ao concelho, mas não constituem ensaio de aptidão. Todas as classificações permanecem integralmente herdadas de Alentejo.
Um registo territorial pode documentar cultivo, ocorrência, cartografia, intervenção ou conservação. Por defeito é apenas contexto e nunca altera a aptidão regional. Só uma avaliação local ligada a evidência parcelar pública, direta, datada e delimitada pode alterar a escala qualitativa de 1 a 3.
Comparar com o distrito de Évora →Limite atual: Azinheira, sobreiro e pinheiro-manso provêm da COUS CIMAC 2008 usada pelo PMDFCI 2017–2021, que deixou de produzir efeitos no final de 2024; são coberto histórico, não inventário atual, ensaio, origem, sanidade, produtividade, comportamento ao fogo ou aptidão. Videira limita-se a Igrejinha e à geografia de uma DOP. Confirmar PDM e suspensão parcial, solo, drenagem, geada, exposição, erosão, REN/RAN, áreas protegidas, fogo, integração no Divor, título e qualidade da água antes de plantar ou intervir.
Registos territoriais
Contexto documentado — não é uma recomendação de plantação.
Estes registos confirmam uma ligação publicada entre planta e território. Não mudam a classificação regional nem provam desempenho, autorização, água ou aptidão da sua parcela.
- Azinheira Contexto · confiança elevada
O quadro florestal do PMDFCI 2017–2021 cartografa 25 937,63 ha de azinheira, distribuídos pelas cinco freguesias então usadas. A base é COUS CIMAC 2008 e o plano perdeu efeitos em 2024: confirma uma ligação histórica forte ao território, não inventário atual, proveniência, sanidade, produtividade ou aptidão parcelar.
- Sobreiro Contexto · confiança elevada
O mesmo quadro histórico contabiliza 8 531,84 ha de sobreiro, com presença nas cinco freguesias então usadas. É cartografia COUS CIMAC 2008, não inventário atual, recomendação de arborização, origem, água ou autorização; mantém-se o regime legal aplicável.
- Pinheiro-manso Contexto · confiança moderada
O quadro histórico assinala 377,55 ha de pinheiro-manso repartidos pelas cinco freguesias então usadas. A extensão é limitada e a base de 2008 não demonstra povoamento atual, material, sanidade, comportamento ao fogo, produtividade, água ou aptidão de instalação.
- Videira Contexto · confiança limitada
O IVV inclui apenas a freguesia de Igrejinha na sub-região Évora da DOP Alentejo. É uma ligação territorial parcial a produto regulamentado, não inventário municipal de vinha, prova de casta ou porta-enxerto, certificação, água, produtividade ou aptidão fora da área delimitada.
Abóbora-menina
A abóbora-menina é viável com água e solo drenado; no pico do verão, seca durante floração e vingamento pode reduzir vingamento e qualidade.
Aeónio-de-Haworth
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Alfarrobeira
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Alho
O alho é favorável no ciclo de outono a primavera, com água disponível e redução da rega para maturação e secagem do bolbo.
Alho-francês
O alho-francês é favorável no ciclo de outono a primavera, com água disponível e redução da rega para crescimento contínuo e colheita antes de espigar.
Antúrio
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Antúrio-de-scherzer
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Árvore-guarda-chuva-anã
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Batata-doce
Muito favorável com rega, sobretudo no sudoeste; calor ajuda, mas água, salinidade e solo leve determinam forma e produção.
Begónia-maculata
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Beldroega
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Beringela
A beringela é viável com rega e solo drenado; no pico do verão, proteja a floração de calor e humidade extremos, que podem provocar aborto floral e frutos deformados.
Boca-de-tigre
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Camedórea-elegante
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Cana-índica
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Cato-de-Natal
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Cebola
A cebola é favorável no ciclo de outono a primavera, com água disponível e redução da rega para maturação e cura do bolbo.
Cipreste-de-Monterey
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Vigiar
Limites regionais.
- seca prolongada
- solo nu e quente
- água salina ou escassa
Fazer
Ações com impacto.
- regar gota a gota
- usar 5–8 cm de cobertura
- plantar árvores no outono