O diagnóstico PMDFCI situa o município entre cerca de 4 m nas planícies aluviais junto ao Tejo e 666 m na Serra de Montejunto. A Serra da Ota inclui declives superiores a 40%, enquanto leste e sudeste são sobretudo planos ou suavemente ondulados; confirmar cota, vertente, erosão, escoamento e drenagem de ar no talhão.
Município · Região climática Lisboa e Vale do Tejo
O que plantar
em Alenquer.
Município entre a planície aluvial do Tejo, os vales de Alenquer e Ota e os relevos calcários de Carnota e Montejunto, onde altitude, inundação, calcário ou areia, fogo, água e conservação variam muito por parcela.
Padrão climático
Lisboa e Vale do Tejo
Estuário, lezíria e colinas.
Mediterrânico suave, estação longa e influência atlântica variável. A combinação de calor, solos produtivos e geada limitada suporta hortícolas, citrinos, vinha e muitas ornamentais.
Ler o guia climático completo →O que confirmar no local
- Ota, Alenquer, Carregado/Cadafais, Abrigada/Cabanas, Vila Verde dos Francos ou Montejunto; várzea, vale, encosta calcária ou planície
- gradiente marítimo–continental, calor e seca estival, inversão de vale, vento, erosão e fogo
- profundidade, carbonatos, drenagem, PGRI RH5A, RAN/REN, DPH, ZEC/Montejunto/Canhão, SGIFR e título de água
Estas diferenças podem subir ou descer a adequação indicada abaixo. Observe o terreno durante um ciclo anual antes de decisões permanentes.
Perfil municipal documentado
O concelho não é
um clima único.
Este perfil resume condicionantes concelhias encontradas nas fontes abaixo. Não calcula a sua parcela nem substitui observação de altitude, exposição, solo e água no local.
Não foi localizada série municipal atual de dias ou última geada. Várzea, vale encaixado, planície e altitude podem acumular frio de forma distinta; medir mínimas, inversão, abrigo e drenagem de ar antes de instalar material sensível.
Na estação de Ota/Base Aérea, a 40 m, e nas normais 1961–1990 usadas pelo diagnóstico, julho e agosto registaram médias de 22,4/22,5 °C, médias das máximas de 28,4/28,7 °C e máximas absolutas de 40,5/40,9 °C. São referências históricas de uma estação, não previsão nem temperatura uniforme do município.
A mesma série histórica regista 4,5 mm em julho e 5,7 mm em agosto, face a 84,6 mm em janeiro, 88,7 mm em fevereiro, 103,6 mm em novembro e 89,2 mm em dezembro. O diagnóstico aponta um gradiente anual aproximado de 550 mm em Ota a 1 000 mm em Montejunto; não é precipitação atual, dotação ou garantia de água da parcela.
A cartografia do diagnóstico distribui 30,2% das vertentes pelo quadrante leste, 25,3% pelo sul e cerca de 4% por áreas planas. A associação de sul e sudoeste a maior radiação e secura é apenas um sinal no contexto DFCI, não recomendação agronómica; medir sol, sombra, vento, humidade e combustível.
Não existe solo municipal único. O diagnóstico caracteriza apenas setores orientais de eucaliptal como arenosos e de baixa retenção, sem permitir generalização. Medir profundidade útil, rocha e pedra, textura, pH e carbonatos, matéria orgânica, compactação, infiltração, drenagem, erosão e eventual salinidade.
Rio Alenquer, Rio Ota, Vala do Archino e Rio Grande da Pipa integram a rede, mas o diagnóstico afirma que nenhum mantém caudal estival significativo em toda a extensão. Curso, poço ou charca não conferem rega: confirmar domínio hídrico, margens, origem, título, caudal ou dotação, qualidade, inundação e armazenamento.
Rastreabilidade
Fontes usadas neste perfil
Revisto em 2026-07-26; ligações verificadas em 2026-07-26.
- Município de Alenquer — revisão do Plano Diretor Municipal ↗
- Diário da República — alteração RERAE do PDM de Alenquer, 2018 ↗
- Diário da República — correção material do PDM de Alenquer, 2019 ↗
- Diário da República — adaptação do PDM ao PGRI RH5A, 2025 ↗
- Diário da República — alteração simplificada do PDM de Alenquer, 2025 ↗
- ICNF — listagem pública dos PMDFCI e estado de Alenquer ↗
- ICNF — PMDFCI de Alenquer, Caderno I, terceira geração ↗
- DGADR — Pêra Rocha do Oeste DOP ↗
- Diário da República — Paisagem Protegida da Serra de Montejunto ↗
- Diário da República — Monumento Natural Local Canhão Cársico da Ota ↗
- Diário da República — classificação da ZEC Serra de Montejunto, 2026 ↗
- Diário da República — plano de gestão da ZEC Serra de Montejunto, 2026 ↗
- APA — PGRH do terceiro ciclo 2022–2027 ↗
- ICNF — proteção do sobreiro e da azinheira ↗
Recomendação comparada
Plantas para
Alenquer.
3 registos ligam plantas concretas ao concelho, mas não constituem ensaio de aptidão. Todas as classificações permanecem integralmente herdadas de Lisboa e Vale do Tejo.
Um registo territorial pode documentar cultivo, ocorrência, cartografia, intervenção ou conservação. Por defeito é apenas contexto e nunca altera a aptidão regional. Só uma avaliação local ligada a evidência parcelar pública, direta, datada e delimitada pode alterar a escala qualitativa de 1 a 3.
Comparar com o distrito de Lisboa →Limite atual: O registo público do ICNF marca o PMDFCI de terceira geração como «Em vigor/Atualizado: Sim» e mostra 20-12-2031 na coluna «Data de Desatualização»; essa etiqueta pública não é tratada como prazo jurídico. O Caderno I intitula-se 2021–2030, tem metadados de 2020 e usa COS 2018, clima 1961–1990 e histórico de incêndios; não é inventário atual, previsão, garantia de água ou aptidão. O PDM aprovado em 1994 e publicado em 1995 mantém a cadeia de alterações, incluindo adaptação ao PGRI RH5A e alteração industrial estreita em 2025; a revisão municipal em curso não o substitui sem ato final. Paisagem Protegida, Monumento Natural, ZEC, RAN/REN, DPH, PGRI e SGIFR dependem da delimitação no prédio. Classes genéricas ou mistas não são atribuídas a espécies; a DOP não prova pomar, certificação ou aptidão. Confirmar PDM, cartografia, solo, título, dotação e qualidade da água e microclima.
Registos territoriais
Contexto documentado — não é uma recomendação de plantação.
Estes registos confirmam uma ligação publicada entre planta e território. Não mudam a classificação regional nem provam desempenho, autorização, água ou aptidão da sua parcela.
- Pereira Rocha Contexto · confiança moderada
A DGADR inclui Alenquer na área geográfica delimitada da Pêra Rocha do Oeste DOP. É ligação territorial direta ao regime de qualidade, não prova de pomar, certificação de fruto, porta-enxerto, sanidade, água, produtividade ou aptidão da parcela.
- Sobreiro Contexto · confiança moderada
A COS 2018 publicada no diagnóstico PMDFCI regista 511,4 ha na classe «Sobreiro». É presença cartográfica histórica direta, não inventário atual, ensaio, proveniência, sanidade, água, produtividade, aptidão parcelar ou autorização; mantém-se a proteção legal.
- Pinheiro-manso Contexto · confiança moderada
A mesma COS 2018 regista 690,8 ha na classe «Pinheiro-manso». Confirma presença municipal histórica, não inventário presente, prova de material, sanidade, resistência ao fogo, água, produtividade ou adequação de nova instalação.
Abóbora-menina
A abóbora-menina é muito favorável na estação quente; mantenha rega localizada e polinização, evitando seca durante floração e vingamento.
Acelga
A acelga é favorável de outono a primavera e com variedade adequada; no verão, controle espigamento ou perda de qualidade das folhas.
Aeónio-de-Haworth
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Aipo
O aipo é favorável de outono a primavera; no verão escolha variedade e exposição que limitem pecíolos fibrosos, ocos ou crescimento interrompido.
Alface
Favorável de outono a primavera e possível no verão com variedade adequada, rega rigorosa e proteção do calor da tarde.
Alho
O alho é muito favorável; escolha variedade pelo fotoperíodo e conduza a água para permitir maturação e secagem do bolbo.
Alho-francês
O alho-francês é muito favorável; escolha variedade pelo fotoperíodo e conduza a água para permitir crescimento contínuo e colheita antes de espigar.
Ameixeira
Favorável para cultivares adaptadas a inverno moderado; confirme frio, polinizadora e água antes de escolher o lote.
Antúrio
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Antúrio-de-scherzer
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Árvore-guarda-chuva-anã
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Batata-doce
Muito favorável com solo drenado e água disponível; evite excesso de azoto, salinidade e colheita após chuva.
Begónia-maculata
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Beldroega
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Beringela
A beringela é muito favorável na estação quente; evite oscilações de água e calor e humidade extremos, que podem provocar aborto floral e frutos deformados.
Beterraba
A beterraba é favorável de outono a primavera e com variedade adequada; no verão, controle floração antecipada e raízes de qualidade irregular.
Boca-de-tigre
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Brócolo
O brócolo é favorável de outono a primavera e em ciclos bem escolhidos; no verão, calor e água irregular reduzem qualidade.
Vigiar
Limites regionais.
- ondas de calor
- água calcária
- zonas vulneráveis a nitratos
Fazer
Ações com impacto.
- regar por setor
- analisar o solo
- evitar fertilização excessiva