O diagnóstico PMDFCI descreve relevo maioritariamente aplanado, com cotas médias entre 120 e 170 m e máximo de 286 m no vértice geodésico de Vale de Água, em Longomel; 83% do concelho fica abaixo de 200 m. Talvegues do sistema do Sor e a ribeira da Erra exigem confirmação local de cota, escoamento, erosão e drenagem de ar.
Município · Região climática Alentejo
O que plantar
em Ponte de Sor.
Município de relevo predominantemente baixo entre o sistema da ribeira do Sor e a albufeira de Montargil, com extensos montados, povoamentos florestais e condicionantes de água, ZEC Cabeção, RAN/REN, fogo e proteção de quercíneas que variam por parcela.
Padrão climático
Alentejo
Planícies, montado e interior sul.
Mediterrânico quente e seco, precipitação irregular e forte evapotranspiração. Oliveira, aromáticas e espécies mediterrânicas toleram o verão; culturas tenras exigem sombra, solo coberto e rega eficiente.
Ler o guia climático completo →O que confirmar no local
- Foros de Arrão, Galveias, Longomel, Montargil ou União das Freguesias de Ponte de Sor, Tramaga e Vale de Açor; planície, vale ou margem da albufeira
- calor e seca estival, chuva concentrada, geada não caracterizada, vento, erosão e fogo
- profundidade, textura e drenagem, ZEC Cabeção, RAN/REN, domínio hídrico, albufeira de Montargil e título de água
Estas diferenças podem subir ou descer a adequação indicada abaixo. Observe o terreno durante um ciclo anual antes de decisões permanentes.
Perfil municipal documentado
O concelho não é
um clima único.
Este perfil resume condicionantes concelhias encontradas nas fontes abaixo. Não calcula a sua parcela nem substitui observação de altitude, exposição, solo e água no local.
Não foi localizada série municipal atual de dias ou última geada. As normais históricas usadas pelo diagnóstico não fixam data segura; vale, baixio e proximidade de água podem alterar mínimas. Medir mínimas, inversão, abrigo e drenagem de ar antes de instalar material sensível.
Nas normais IPMA 1981–2010 da estação de Mora, usadas pelo PMDFCI, a média anual é 16,3 °C; julho e agosto registam 23,8 °C de média mensal, 31,8 °C de média das máximas e máximos indicados de 43,2/44,5 °C. São referências históricas externas, não previsão nem temperatura de parcela.
A mesma referência histórica concentra cerca de 73% da precipitação entre outubro e março e cerca de 10% entre junho e setembro; julho e agosto registam 4,9 e 5,8 mm de média mensal. Não é previsão, dotação nem disponibilidade de água do prédio; planear infiltração, drenagem, erosão e reserva útil local.
O diagnóstico indica 27,2% de encostas viradas a sul e 23,8% a oeste; estas vertentes são associadas a maior radiação e secura no contexto DFCI, não a recomendação agronómica. Medir radiação, sombra, vento, humidade e combustível no talhão.
Não existe solo municipal único. Planície, talvegues, montado, povoamento, margem de ribeira e área da albufeira podem ter regras e limitações distintas; analisar profundidade útil, rocha e pedra, textura, pH e carbonatos, matéria orgânica, compactação, infiltração, drenagem, erosão e eventual salinidade.
A ribeira do Sor atravessa o concelho e alimenta a albufeira de Montargil; Andreu, Vale de Bispo, Vinhas, Vale de Boi e Longomel integram a rede. Ribeira, albufeira, charca ou poço não conferem rega: confirmar domínio hídrico, faixa da albufeira, origem, título, caudal ou dotação, qualidade, cheia e armazenamento.
Rastreabilidade
Fontes usadas neste perfil
Revisto em 2026-07-26; ligações verificadas em 2026-07-26.
- Diário da República — revisão do PDM de Ponte de Sor, 2004 ↗
- Diário da República — primeira alteração do PDM, 2010 ↗
- Diário da República — segunda alteração do PDM, 2012 ↗
- Diário da República — adaptação do PDM à albufeira de Montargil, 2017 ↗
- Diário da República — correção material do PDM, 2018 ↗
- Diário da República — início da segunda revisão do PDM, 2018 ↗
- Diário da República — alteração simplificada do PDM, 2024 ↗
- ICNF — listagem pública dos PMDFCI e estado de Ponte de Sor ↗
- ICNF — PMDFCI de Ponte de Sor, Caderno I, terceira geração ↗
- Diário da República — ZEC Cabeção: classificação, objetivos e medidas de conservação, 2026 ↗
- APA — PGRH do terceiro ciclo 2022–2027 ↗
- ICNF — proteção do sobreiro e da azinheira ↗
Recomendação comparada
Plantas para
Ponte de Sor.
3 registos ligam plantas concretas ao concelho, mas não constituem ensaio de aptidão. Todas as classificações permanecem integralmente herdadas de Alentejo.
Um registo territorial pode documentar cultivo, ocorrência, cartografia, intervenção ou conservação. Por defeito é apenas contexto e nunca altera a aptidão regional. Só uma avaliação local ligada a evidência parcelar pública, direta, datada e delimitada pode alterar a escala qualitativa de 1 a 3.
Comparar com o distrito de Portalegre →Limite atual: Na listagem pública, o ICNF assinala o PMDFCI de terceira geração como atual e indica 25-01-2031 como data de desatualização, enquanto o Caderno I se intitula 2021–2030 e usa COS 2015, clima da estação de Mora 1981–2010 e incêndios 2009–2018; não é inventário presente, previsão, garantia de água ou aptidão. A revisão do PDM ratificada em 2004 mantém a cadeia publicada de 2010, 2012, 2017, 2018 e da alteração simplificada estreita de 2024; a segunda revisão iniciada em 2018 não tem publicação final localizada. A ZEC Cabeção só condiciona a área delimitada; o diagnóstico histórico indica toda Galveias e partes de Montargil e da União das Freguesias, mas a cartografia atual do ato de 2026 prevalece. A adaptação de 2017 transpôs o plano de Montargil, sem tornar toda a água municipal sujeita à mesma faixa ou conceder rega. Sistemas agroflorestais, outras folhosas, invasoras, outras resinosas e pinheiro-bravo não são repartidos nem atribuídos a estes slugs. Confirmar PDM e condicionantes, ZEC, albufeira, DPH, SGIFR, solo, título, dotação e qualidade da água e microclima.
Registos territoriais
Contexto documentado — não é uma recomendação de plantação.
Estes registos confirmam uma ligação publicada entre planta e território. Não mudam a classificação regional nem provam desempenho, autorização, água ou aptidão da sua parcela.
- Sobreiro Contexto · confiança moderada
A COS 2015 publicada no diagnóstico PMDFCI declara 39 224,94 ha de sobreiro. É ligação municipal histórica direta, não inventário atual, recomendação, origem, sanidade, água, produtividade, aptidão parcelar ou autorização; a soma das cinco células difere 0,01 ha do total narrativo e mantém-se o valor expressamente publicado.
- Azinheira Contexto · confiança moderada
A mesma COS 2015 regista 436,42 ha de azinheira. Confirma coberto municipal histórico, não inventário presente, ensaio, proveniência, estado, água, produtividade, aptidão ou autorização; mantém-se a proteção legal.
- Pinheiro-manso Contexto · confiança moderada
O quadro histórico regista 6 746,37 ha de pinheiro-manso. É presença municipal histórica direta, não inventário atual, prova de material, sanidade, resistência, água, produtividade ou adequação de nova instalação.
Abóbora-menina
A abóbora-menina é viável com água e solo drenado; no pico do verão, seca durante floração e vingamento pode reduzir vingamento e qualidade.
Aeónio-de-Haworth
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Alfarrobeira
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Alho
O alho é favorável no ciclo de outono a primavera, com água disponível e redução da rega para maturação e secagem do bolbo.
Alho-francês
O alho-francês é favorável no ciclo de outono a primavera, com água disponível e redução da rega para crescimento contínuo e colheita antes de espigar.
Antúrio
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Antúrio-de-scherzer
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Árvore-guarda-chuva-anã
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Batata-doce
Muito favorável com rega, sobretudo no sudoeste; calor ajuda, mas água, salinidade e solo leve determinam forma e produção.
Begónia-maculata
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Beldroega
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Beringela
A beringela é viável com rega e solo drenado; no pico do verão, proteja a floração de calor e humidade extremos, que podem provocar aborto floral e frutos deformados.
Boca-de-tigre
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Camedórea-elegante
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Cana-índica
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Cato-de-Natal
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Cebola
A cebola é favorável no ciclo de outono a primavera, com água disponível e redução da rega para maturação e cura do bolbo.
Cipreste-de-Monterey
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Vigiar
Limites regionais.
- seca prolongada
- solo nu e quente
- água salina ou escassa
Fazer
Ações com impacto.
- regar gota a gota
- usar 5–8 cm de cobertura
- plantar árvores no outono