O diagnóstico PMDFCI situa o concelho entre cerca de 150 m junto à ribeira da Sarrazola e 372 m no alto da Herdade de Santo Cristo; as zonas mais declivosas ficam junto às margens da Ribeira Grande. Confirmar cota, vertente, rocha, erosão e drenagem de ar.
Município · Região climática Alentejo
O que plantar
em Fronteira.
Município de relevo suave entre a Ribeira Grande, agricultura, montados e povoamentos florestais, onde a água sazonal, RAN/REN, fogo e uma revisão do PDM ainda não concluída exigem confirmação por parcela.
Padrão climático
Alentejo
Planícies, montado e interior sul.
Mediterrânico quente e seco, precipitação irregular e forte evapotranspiração. Oliveira, aromáticas e espécies mediterrânicas toleram o verão; culturas tenras exigem sombra, solo coberto e rega eficiente.
Ler o guia climático completo →O que confirmar no local
- Fronteira, Cabeço de Vide ou São Saturnino; planície, encosta suave ou margem da Ribeira Grande
- calor e seca estival, chuva concentrada, geada não caracterizada, vento, erosão e fogo
- profundidade, pedra e drenagem, RAN/REN, DPH, Albufeira de Palma e título de água
Estas diferenças podem subir ou descer a adequação indicada abaixo. Observe o terreno durante um ciclo anual antes de decisões permanentes.
Perfil municipal documentado
O concelho não é
um clima único.
Este perfil resume condicionantes concelhias encontradas nas fontes abaixo. Não calcula a sua parcela nem substitui observação de altitude, exposição, solo e água no local.
Não foi localizada série municipal atual de dias ou última geada. Planície, margem e baixio podem acumular frio de forma diferente e a normal histórica não fixa data segura. Medir mínimas, inversão, abrigo e drenagem de ar antes de instalar material sensível.
Na referência histórica 1971–2000, a média anual indicada é 15,2 °C; julho e agosto têm 23,5 °C de média e máximos indicados de 40,4/39,1 °C. São dados do diagnóstico, não previsão nem temperatura de parcela.
A referência histórica descreve precipitação mais escassa no verão, mas a extração não sustenta valores robustos. Planear infiltração, drenagem, erosão e reserva útil no local, sem converter a série em previsão ou dotação.
O diagnóstico associa vertentes sul e oeste a maior radiação, temperatura e secura no contexto do fogo; não é recomendação agronómica. Medir radiação, sombra, vento, humidade e combustível no talhão.
RAN, solo agrícola, montado, margem e área ripícola não equivalem a solo único. Analisar profundidade útil, rocha e pedra, textura, pH e carbonatos, matéria orgânica, compactação, infiltração, drenagem, erosão e eventual salinidade.
Ribeira Grande e Albufeira de Palma são contexto municipal; Montargil e Maranhão são apenas recursos próximos noutros concelhos usados no diagnóstico de fogo. Curso, charca, albufeira ou poço não conferem rega: confirmar origem, DPH, título, dotação, qualidade, caudal, cheia e armazenamento.
Rastreabilidade
Fontes usadas neste perfil
Revisto em 2026-07-26; ligações verificadas em 2026-07-26.
- Diário da República — PDM de Fronteira, 1995 ↗
- Diário da República — alteração do PDM de Fronteira, 2004 ↗
- Diário da República — discussão pública da revisão do PDM, 2026 ↗
- ICNF — listagem pública dos PMDFCI e estado de Fronteira ↗
- ICNF — PMDFCI de Fronteira, Caderno I, terceira geração ↗
- APA — PGRH do terceiro ciclo 2022–2027 ↗
- ICNF — proteção do sobreiro e da azinheira ↗
Recomendação comparada
Plantas para
Fronteira.
3 registos ligam plantas concretas ao concelho, mas não constituem ensaio de aptidão. Todas as classificações permanecem integralmente herdadas de Alentejo.
Um registo territorial pode documentar cultivo, ocorrência, cartografia, intervenção ou conservação. Por defeito é apenas contexto e nunca altera a aptidão regional. Só uma avaliação local ligada a evidência parcelar pública, direta, datada e delimitada pode alterar a escala qualitativa de 1 a 3.
Comparar com o distrito de Portalegre →Limite atual: O ICNF mantém o PMDFCI de terceira geração atual até 09-12-2031, mas o Caderno I intitula-se 2021–2030 e usa clima 1971–2000, COS 2015 e fotointerpretação 2018 e histórico de fogo 2009–2019. As áreas são classes cartográficas históricas e as formações mistas não se repartem. O PDM de 1995 mantém a cadeia de alterações até 2004; a primeira revisão estava apenas em discussão pública em julho de 2026. O diagnóstico não identifica área protegida municipal, mas isso não elimina RAN/REN, DPH, fogo ou outras restrições. Confirmar PDM, condicionantes, SGIFR, solo, título, dotação e qualidade da água e microclima no prédio.
Registos territoriais
Contexto documentado — não é uma recomendação de plantação.
Estes registos confirmam uma ligação publicada entre planta e território. Não mudam a classificação regional nem provam desempenho, autorização, água ou aptidão da sua parcela.
- Azinheira Contexto · confiança moderada
A COS 2015 complementada por fotointerpretação de 2018 cartografa 4 832,43 ha na classe «Azinheira». É ligação territorial histórica direta, não total da espécie, inventário atual, recomendação, origem, sanidade, água, produtividade, aptidão ou autorização; as classes mistas ficam separadas.
- Sobreiro Contexto · confiança moderada
A mesma cartografia histórica regista 1 401,26 ha na classe «Sobreiro». Confirma ligação municipal direta, não total da espécie, inventário presente, ensaio, proveniência, estado, água, produtividade, aptidão ou autorização; a classe mista não é somada.
- Pinheiro-manso Contexto · confiança moderada
A cartografia histórica regista 285,37 ha de pinheiro-manso. É presença municipal direta mas limitada, não inventário atual, prova de material, sanidade, resistência, água, produtividade ou adequação de nova instalação.
Abóbora-menina
A abóbora-menina é viável com água e solo drenado; no pico do verão, seca durante floração e vingamento pode reduzir vingamento e qualidade.
Aeónio-de-Haworth
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Alfarrobeira
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Alho
O alho é favorável no ciclo de outono a primavera, com água disponível e redução da rega para maturação e secagem do bolbo.
Alho-francês
O alho-francês é favorável no ciclo de outono a primavera, com água disponível e redução da rega para crescimento contínuo e colheita antes de espigar.
Antúrio
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Antúrio-de-scherzer
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Árvore-guarda-chuva-anã
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Batata-doce
Muito favorável com rega, sobretudo no sudoeste; calor ajuda, mas água, salinidade e solo leve determinam forma e produção.
Begónia-maculata
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Beldroega
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Beringela
A beringela é viável com rega e solo drenado; no pico do verão, proteja a floração de calor e humidade extremos, que podem provocar aborto floral e frutos deformados.
Boca-de-tigre
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Camedórea-elegante
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Cana-índica
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Cato-de-Natal
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Cebola
A cebola é favorável no ciclo de outono a primavera, com água disponível e redução da rega para maturação e cura do bolbo.
Cipreste-de-Monterey
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Vigiar
Limites regionais.
- seca prolongada
- solo nu e quente
- água salina ou escassa
Fazer
Ações com impacto.
- regar gota a gota
- usar 5–8 cm de cobertura
- plantar árvores no outono