O diagnóstico PMDFCI situa a lezíria, Castanheira e Póvoa nas cotas mais baixas; a classe de 0,44–42,31 m ocupa 241,90 km², cerca de 76% do concelho, e o máximo indicado é 377,3 m no Boeiro. Cerca de 78% tem declive até 5%, mas Calhandriz, Subserra e elevações entre Vila Franca e Castanheira concentram encostas superiores a 20%.
Município · Região climática Lisboa e Vale do Tejo
O que plantar
em Vila Franca de Xira.
Município estuarino entre a lezíria baixa do Tejo, valas agrícolas, vales encaixados e encostas da margem direita, onde inundação, conservação, domínio hídrico, solo e água variam decisivamente por prédio.
Padrão climático
Lisboa e Vale do Tejo
Estuário, lezíria e colinas.
Mediterrânico suave, estação longa e influência atlântica variável. A combinação de calor, solos produtivos e geada limitada suporta hortícolas, citrinos, vinha e muitas ornamentais.
Ler o guia climático completo →O que confirmar no local
- lezíria e margem esquerda, Castanheira/Póvoa, Alverca, vales do Grande da Pipa e Alpriate ou encostas de Calhandriz/Subserra
- inundação, maré, calor e seca estival, vento norte/noroeste, erosão e fogo
- solo aluvial ou de encosta, RNET/ZPE/ZEC, RAN/REN, PGRI RH5A, DPH, SGIFR, sistema de rega e título de água
Estas diferenças podem subir ou descer a adequação indicada abaixo. Observe o terreno durante um ciclo anual antes de decisões permanentes.
Perfil municipal documentado
O concelho não é
um clima único.
Este perfil resume condicionantes concelhias encontradas nas fontes abaixo. Não calcula a sua parcela nem substitui observação de altitude, exposição, solo e água no local.
Não foi localizada série municipal atual de dias ou última geada. Lezíria, vale encaixado e encosta respondem de modo diferente a inversão, humidade, vento e abrigo; medir mínimas e drenagem de ar no prédio antes de instalar material sensível.
Nas normais históricas 1961–1990 de Alverca/Base Aérea usadas pelo diagnóstico, a média anual é 16,6 °C; agosto regista 23,1 °C de média e 29,0 °C de média das máximas, e o extremo máximo indicado é 43,5 °C em junho. Não são previsão nem temperatura uniforme do município.
A mesma série histórica regista 5,2 mm em julho e 8,0 mm em agosto, face a 93,0 mm em janeiro, 104,5 mm em fevereiro e 109,4 mm em dezembro. Não é precipitação atual, dotação ou garantia de água; lezíria, vale e encosta exigem avaliação própria de infiltração, drenagem, cheia e reserva útil.
A cartografia histórica classifica 32% do território como plano, 21% voltado a leste, 19% a sul e 14% a norte e a oeste. A série de Alverca aponta norte e noroeste como ventos dominantes; são sinais históricos para radiação, abrigo e secura, não recomendação agronómica.
Lezíria aluvial, valas, vale e encosta não admitem solo municipal único. Medir profundidade útil, textura, pH e carbonatos, matéria orgânica, compactação, infiltração, drenagem, erosão, salinidade e contaminação, e confirmar RAN/REN e condicionantes da planta em vigor.
O Tejo acompanha cerca de 25 km do concelho; Rio Grande da Pipa e Ribeira de Alpriate formam vales mais abertos, enquanto outros afluentes são encaixados e a margem esquerda inclui uma rede complexa de valas agrícolas. Rio, vala, captação ou sistema coletivo não conferem rega: confirmar DPH, margem, PGRI, título, dotação, qualidade, salinidade, cheia e armazenamento.
Rastreabilidade
Fontes usadas neste perfil
Revisto em 2026-07-26; ligações verificadas em 2026-07-26.
- Diário da República — primeira revisão do PDM de Vila Franca de Xira, 2009 ↗
- Diário da República — retificação do PDM de Vila Franca de Xira, 2010 ↗
- Diário da República — adaptação do PDM ao PORNET, 2017 ↗
- Diário da República — segunda alteração por adaptação do PDM ao PGRI RH5A, 2024 ↗
- Diário da República — discussão pública da quarta alteração do PDM, 2022 ↗
- Diário da República — prorrogação da segunda revisão do PDM até 2026 ↗
- ICNF — listagem pública dos PMDFCI e estado de Vila Franca de Xira ↗
- ICNF — PMDFCI de Vila Franca de Xira, Caderno I, terceira geração ↗
- DGADR — Pêra Rocha do Oeste DOP ↗
- DGADR — Arroz Carolino das Lezírias Ribatejanas IGP ↗
- ICNF — Reserva Natural do Estuário do Tejo ↗
- Diário da República — criação da Reserva Natural do Estuário do Tejo ↗
- Diário da República — Plano de Ordenamento da Reserva Natural do Estuário do Tejo ↗
- Diário da República — procedimento do programa especial do Estuário do Tejo, 2025 ↗
- APA — PGRH do terceiro ciclo ↗
Recomendação comparada
Plantas para
Vila Franca de Xira.
2 registos ligam plantas concretas ao concelho, mas não constituem ensaio de aptidão. Todas as classificações permanecem integralmente herdadas de Lisboa e Vale do Tejo.
Um registo territorial pode documentar cultivo, ocorrência, cartografia, intervenção ou conservação. Por defeito é apenas contexto e nunca altera a aptidão regional. Só uma avaliação local ligada a evidência parcelar pública, direta, datada e delimitada pode alterar a escala qualitativa de 1 a 3.
Comparar com o distrito de Lisboa →Limite atual: A listagem pública do ICNF assinala o PMDFCI de terceira geração como «Em vigor/Atualizado: Sim» e mostra 28-12-2030 na coluna «Data de Desatualização»; a etiqueta é reproduzida sem inferir prazo jurídico autónomo. O Caderno I é de abril de 2020, intitula-se 2020–2029 e usa COS 2018 e normais de Alverca/Base Aérea 1961–1990; não é inventário atual, previsão, garantia de água ou aptidão. Mantém-se operativa a primeira revisão de 2009 com alterações e adaptações, incluindo a adaptação de 2024 ao risco de inundação; a quarta alteração em discussão e a segunda revisão prorrogada não são tratadas como atos finais. RNET, ZPE, ZEC, REN/RAN, DPH e PGRI só condicionam áreas delimitadas. DOP e IGP provam ligação territorial ao produto, não pomar, arroz genérico, lote certificado ou aptidão. Confirmar PDM e sobreposições, solo, inundação, título, dotação e qualidade da água e microclima.
Registos territoriais
Contexto documentado — não é uma recomendação de plantação.
Estes registos confirmam uma ligação publicada entre planta e território. Não mudam a classificação regional nem provam desempenho, autorização, água ou aptidão da sua parcela.
- Pereira Rocha Contexto · confiança moderada
A DGADR inclui Vila Franca de Xira na área geográfica delimitada da Pêra Rocha do Oeste DOP e identifica a variedade Rocha. Demonstra ligação territorial ao produto e regime de qualidade, não pomar existente, lote certificado, porta-enxerto, sanidade, água, produtividade ou aptidão do prédio.
- Arroz Contexto · confiança moderada
A DGADR inclui freguesias de Vila Franca de Xira na área de produção do Arroz Carolino das Lezírias Ribatejanas IGP, definido para Oryza sativa subsp. japonica da variedade Aríete 2.ª Geração. A relação fica limitada ao produto, variedade, lotes e área certificados; não prova qualquer arroz, título de água, qualidade, salinidade, rendimento ou aptidão do prédio.
Abóbora-menina
A abóbora-menina é muito favorável na estação quente; mantenha rega localizada e polinização, evitando seca durante floração e vingamento.
Acelga
A acelga é favorável de outono a primavera e com variedade adequada; no verão, controle espigamento ou perda de qualidade das folhas.
Aeónio-de-Haworth
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Aipo
O aipo é favorável de outono a primavera; no verão escolha variedade e exposição que limitem pecíolos fibrosos, ocos ou crescimento interrompido.
Alface
Favorável de outono a primavera e possível no verão com variedade adequada, rega rigorosa e proteção do calor da tarde.
Alho
O alho é muito favorável; escolha variedade pelo fotoperíodo e conduza a água para permitir maturação e secagem do bolbo.
Alho-francês
O alho-francês é muito favorável; escolha variedade pelo fotoperíodo e conduza a água para permitir crescimento contínuo e colheita antes de espigar.
Ameixeira
Favorável para cultivares adaptadas a inverno moderado; confirme frio, polinizadora e água antes de escolher o lote.
Antúrio
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Antúrio-de-scherzer
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Árvore-guarda-chuva-anã
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Batata-doce
Muito favorável com solo drenado e água disponível; evite excesso de azoto, salinidade e colheita após chuva.
Begónia-maculata
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Beldroega
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Beringela
A beringela é muito favorável na estação quente; evite oscilações de água e calor e humidade extremos, que podem provocar aborto floral e frutos deformados.
Beterraba
A beterraba é favorável de outono a primavera e com variedade adequada; no verão, controle floração antecipada e raízes de qualidade irregular.
Boca-de-tigre
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Brócolo
O brócolo é favorável de outono a primavera e em ciclos bem escolhidos; no verão, calor e água irregular reduzem qualidade.
Vigiar
Limites regionais.
- ondas de calor
- água calcária
- zonas vulneráveis a nitratos
Fazer
Ações com impacto.
- regar por setor
- analisar o solo
- evitar fertilização excessiva