O diagnóstico PMDFCI indica cotas entre 130 e 480 m. Predominam declives de 0–5%, com zonas mais declivosas junto às ribeiras de Sôr e Seda; confirmar cota, escoamento, erosão e drenagem de ar no talhão.
Município · Região climática Alentejo
O que plantar
em Crato.
Município de relevo baixo a moderado entre ribeiras sazonais, agricultura, montados e povoamentos florestais, onde a ZEC Nisa/Lage da Prata e a área do aproveitamento hidráulico do Pisão introduzem condicionantes específicas por parcela.
Padrão climático
Alentejo
Planícies, montado e interior sul.
Mediterrânico quente e seco, precipitação irregular e forte evapotranspiração. Oliveira, aromáticas e espécies mediterrânicas toleram o verão; culturas tenras exigem sombra, solo coberto e rega eficiente.
Ler o guia climático completo →O que confirmar no local
- Aldeia da Mata, Gáfete, Monte da Pedra ou Crato/Flor da Rosa/Vale do Peso; planalto ou vale de ribeira
- calor e seca estival, geada não caracterizada, erosão, fogo e continuidade de combustível
- ZEC Nisa/Lage da Prata, RAN/REN, Pisão, margem, captação e título de água
Estas diferenças podem subir ou descer a adequação indicada abaixo. Observe o terreno durante um ciclo anual antes de decisões permanentes.
Perfil municipal documentado
O concelho não é
um clima único.
Este perfil resume condicionantes concelhias encontradas nas fontes abaixo. Não calcula a sua parcela nem substitui observação de altitude, exposição, solo e água no local.
Não foi localizada série municipal atual de dias ou última geada. Cota, baixio e proximidade de linhas de água alteram mínimas; as normais 1971–2000 não definem data segura. Medir inversão, abrigo e drenagem do ar antes de instalar material sensível.
O PMDFCI usa normais 1971–2000, com média anual de 15,2 °C e média anual das máximas de 19,5 °C; julho, agosto e setembro são os meses mais quentes. São referências históricas, não previsão nem temperatura do prédio.
A referência histórica caracteriza a precipitação como relativamente baixa e a escassez mais marcada no verão, sem total robusto extraído. Planear infiltração, drenagem, erosão e reserva com dados locais, sem transformar diagnóstico em dotação.
O diagnóstico atribui 29,3% das exposições a oeste, 24,2% a norte, 22,1% a sul e 20,4% a este; sul e oeste merecem atenção no contexto DFCI. Radiação, vento, abrigo e combustível devem ser confirmados na parcela.
Não existe solo municipal único. RAN/REN, ZEC, montado, povoamento e margem podem sobrepor-se a regras diferentes; verificar profundidade, rocha e pedra, textura, pH, matéria orgânica, compactação, infiltração, drenagem, erosão e sais no prédio.
Sôr, Vale de Magre, Linhais, Várzea e Seda estruturam a rede sazonal. Barragem, ribeira ou poço não conferem rega, e EAHFM/Pisão não equivale a direito automático. Confirmar DPH, margens, título, caudal ou dotação, qualidade e cheia.
Rastreabilidade
Fontes usadas neste perfil
Revisto em 2026-07-26; ligações verificadas em 2026-07-26.
- Diário da República — PDM do Crato, 1995 ↗
- Diário da República — início da revisão do PDM do Crato, 2020 ↗
- Diário da República — suspensão parcial e medidas preventivas do Pisão, 2024 ↗
- ICNF — listagem pública dos PMDFCI e estado do Crato ↗
- ICNF — PMDFCI do Crato, Caderno I, terceira geração ↗
- Diário da República — Plano de Gestão da ZEC Nisa/Lage da Prata, 2025 ↗
- Diário da República — empreendimento hidráulico do Crato, 2022 ↗
- APA — Planos de Gestão das Regiões Hidrográficas ↗
- ICNF — proteção do sobreiro e da azinheira ↗
Recomendação comparada
Plantas para
Crato.
3 registos ligam plantas concretas ao concelho, mas não constituem ensaio de aptidão. Todas as classificações permanecem integralmente herdadas de Alentejo.
Um registo territorial pode documentar cultivo, ocorrência, cartografia, intervenção ou conservação. Por defeito é apenas contexto e nunca altera a aptidão regional. Só uma avaliação local ligada a evidência parcelar pública, direta, datada e delimitada pode alterar a escala qualitativa de 1 a 3.
Comparar com o distrito de Portalegre →Limite atual: Na listagem pública, o ICNF assinala o PMDFCI do Crato como «Em vigor/Atualizado: Sim» e indica 08-11-2029 como data de desatualização; o diagnóstico usa COS 2015, clima 1971–2000 e incêndios 2009–2018, que não são inventário presente, previsão, garantia de água ou aptidão. O PDM de 1995 mantém-se aplicável, com revisão iniciada em 2020 sem publicação final localizada; na área cartografada de 1 629,64 ha do EAHFM/Pisão vigoram suspensão parcial e medidas preventivas desde 31-12-2024 por até dois anos. A ZEC, RAN/REN e DPH dependem da delimitação e «carvalhos» genéricos não são atribuídos a espécies. Confirmar PDM/Pisão, ZEC, SGIFR, solo, património, título, dotação e qualidade da água e microclima.
Registos territoriais
Contexto documentado — não é uma recomendação de plantação.
Estes registos confirmam uma ligação publicada entre planta e território. Não mudam a classificação regional nem provam desempenho, autorização, água ou aptidão da sua parcela.
- Sobreiro Contexto · confiança moderada
A COS 2015 publicada no diagnóstico PMDFCI regista 4 155,84 ha de sobreiro. É ligação municipal histórica direta, não inventário atual, ensaio, origem, sanidade, água, produtividade, aptidão parcelar ou autorização; mantém-se a proteção legal.
- Azinheira Contexto · confiança moderada
A mesma COS 2015 regista 2 374,52 ha de azinheira. Confirma coberto municipal histórico, não inventário presente, recomendação, proveniência, estado, água, produtividade, aptidão ou autorização.
- Pinheiro-manso Contexto · confiança moderada
O quadro histórico regista 303,00 ha de pinheiro-manso. É presença municipal histórica direta, não recomendação de arborização, inventário atual, prova de material, sanidade, água, produtividade ou aptidão.
Abóbora-menina
A abóbora-menina é viável com água e solo drenado; no pico do verão, seca durante floração e vingamento pode reduzir vingamento e qualidade.
Aeónio-de-Haworth
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Alfarrobeira
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Alho
O alho é favorável no ciclo de outono a primavera, com água disponível e redução da rega para maturação e secagem do bolbo.
Alho-francês
O alho-francês é favorável no ciclo de outono a primavera, com água disponível e redução da rega para crescimento contínuo e colheita antes de espigar.
Antúrio
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Antúrio-de-scherzer
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Árvore-guarda-chuva-anã
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Batata-doce
Muito favorável com rega, sobretudo no sudoeste; calor ajuda, mas água, salinidade e solo leve determinam forma e produção.
Begónia-maculata
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Beldroega
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Beringela
A beringela é viável com rega e solo drenado; no pico do verão, proteja a floração de calor e humidade extremos, que podem provocar aborto floral e frutos deformados.
Boca-de-tigre
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Camedórea-elegante
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Cana-índica
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Cato-de-Natal
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Cebola
A cebola é favorável no ciclo de outono a primavera, com água disponível e redução da rega para maturação e cura do bolbo.
Cipreste-de-Monterey
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Vigiar
Limites regionais.
- seca prolongada
- solo nu e quente
- água salina ou escassa
Fazer
Ações com impacto.
- regar gota a gota
- usar 5–8 cm de cobertura
- plantar árvores no outono