O PMDFCI situa o concelho entre cerca de 75 m junto de Alqueva, na União de Freguesias de Amieira e Alqueva, e 410 m em São Pedro, freguesia de Portel. A maior parte do relevo é suave, mas a Serra de Portel e setores nordeste e sudeste têm vertentes mais marcadas. Confirmar cota, vertente, erosão e drenagem de ar no talhão.
Município · Região climática Alentejo
O que plantar
em Portel.
Município alentejano entre a Serra de Portel, peneplanície, montados, vales e as margens de Alqueva, Degebe e Guadiana, onde cota, calor, seca, fogo, solo e água distinguem montado, regadio, encosta e margem.
Padrão climático
Alentejo
Planícies, montado e interior sul.
Mediterrânico quente e seco, precipitação irregular e forte evapotranspiração. Oliveira, aromáticas e espécies mediterrânicas toleram o verão; culturas tenras exigem sombra, solo coberto e rega eficiente.
Ler o guia climático completo →O que confirmar no local
- Serra de Portel, planalto, montado, vale, margem de Alqueva ou Degebe–Guadiana
- calor extremo, seca estival, chuva intensa, geada radiativa, vento e fogo
- xisto, profundidade, pedra, erosão, água, salinidade e condicionantes PDM/Alqueva
Estas diferenças podem subir ou descer a adequação indicada abaixo. Observe o terreno durante um ciclo anual antes de decisões permanentes.
Perfil municipal documentado
O concelho não é
um clima único.
Este perfil resume condicionantes concelhias encontradas nas fontes abaixo. Não calcula a sua parcela nem substitui observação de altitude, exposição, solo e água no local.
Não foi identificada uma série municipal atual de dias ou última geada. A interioridade, a Serra de Portel e fundos de vale podem arrefecer de forma distinta da margem da albufeira; média regional, povoação ou proximidade da água não substituem registo local de mínimas, inversão, abrigo e drenagem de ar antes de instalar material sensível.
A normal de Évora 1981–2010 usada pelo PMDFCI apresenta 24,1 °C de média em agosto e máxima absoluta de 46 °C; a série local, em particular Amieira em 1987–2000, regista máximo de 48 °C em agosto de 1990. São séries de estações, não previsão ou medição de cada parcela; usar sombra, cobertura e água de estabelecimento conforme o local.
A normal de Évora usada pelo PMDFCI tem 95,1 mm em dezembro e 4,1 mm em julho; no registo local usado pelo plano, julho tem 2,6 mm de média mensal e outubro de 2005 alcançou 84 mm num dia. A concentração invernal e a seca estival exigem infiltração, drenagem, controlo de erosão e reserva útil, sem transformar séries antigas em previsão ou dotação.
Há superfícies planas e orientações repartidas; vertentes a sul recebem maior insolação e tendem a secar mais. Serra, montado aberto, vale, margem de Alqueva e área urbana não recebem o mesmo vento, humidade ou combustível. Medir orientação, sombra, vento, abrigo, rocha exposta e continuidade de combustível.
O PDM e o plano florestal distinguem Serra de Portel, peneplanície, vales e margens de água, com solos e profundidades diferentes. Encosta, montado, campo agrícola, albufeira e área de extração não são equivalentes: analisar profundidade, pedra, textura, pH, carbonatos, matéria orgânica, compactação, infiltração, drenagem, erosão e eventual contaminação.
Alqueva, Degebe, Guadiana, Alvito, Loureiro e Álamos estruturam a rede, mas ribeira, albufeira, poço ou margem não constituem direito de rega. A EDIA inclui Portel no território de influência do EFMA e a APA mantém condicionantes próprias para Alqueva. Confirmar parcela integrada, origem, título, dotação, qualidade, condutividade, caudal, armazenamento, cheia e faixa de proteção.
Rastreabilidade
Fontes usadas neste perfil
Revisto em 2026-07-26; ligações verificadas em 2026-07-26.
- ICNF — PMDFCI histórico de Portel, Caderno I, 2018 ↗
- Município de Portel — Relatório de Avaliação da Execução do PDM, 2022 ↗
- APA — PGRH do terceiro ciclo 2022–2027 ↗
- APA — albufeiras, lagos e lagoas classificados ↗
- EDIA — território do EFMA ↗
- ICNF — proteção do sobreiro e da azinheira ↗
- DGADR — Azeite do Alentejo Interior DOP ↗
Recomendação comparada
Plantas para
Portel.
4 registos ligam plantas concretas ao concelho, mas não constituem ensaio de aptidão. Todas as classificações permanecem integralmente herdadas de Alentejo.
Um registo territorial pode documentar cultivo, ocorrência, cartografia, intervenção ou conservação. Por defeito é apenas contexto e nunca altera a aptidão regional. Só uma avaliação local ligada a evidência parcelar pública, direta, datada e delimitada pode alterar a escala qualitativa de 1 a 3.
Comparar com o distrito de Évora →Limite atual: As áreas de azinheira, sobreiro e pinheiro-manso são classes da COS 2010 usadas pelo PMDFCI e descrevem ocupação histórica, não aptidão, sobrevivência ou situação presente. Oliveira deriva apenas da geografia do Azeite do Alentejo Interior DOP, sem garantia de sistema, cultivar, rendimento ou certificação. Alqueva, EFMA, ribeiras e margens não comprovam direito, caudal, qualidade ou dotação de rega; verificar PDM, REN/RAN, servidões, licença e análise de solo e água por parcela.
Registos territoriais
Contexto documentado — não é uma recomendação de plantação.
Estes registos confirmam uma ligação publicada entre planta e território. Não mudam a classificação regional nem provam desempenho, autorização, água ou aptidão da sua parcela.
- Azinheira Contexto · confiança elevada
A COS 2010 publicada no PMDFCI contabiliza 8 095,6 ha de azinheira, 33,6% da área florestal municipal. É coberto histórico à escala da carta, não inventário atual, ensaio, proveniência, sanidade, água, resistência ao fogo ou aptidão de parcela; mantém-se o regime de proteção aplicável.
- Sobreiro Contexto · confiança elevada
A COS 2010 publicada no PMDFCI contabiliza 11 842,6 ha de sobreiro, 49,2% da área florestal municipal. É classe histórica de ocupação, não inventário atual, recomendação de arborização, origem, produtividade, água ou autorização; poda, corte, arranque e conversão mantêm o regime aplicável.
- Pinheiro-manso Contexto · confiança elevada
A COS 2010 usada pelo PMDFCI contabiliza 1 386,6 ha de pinheiro-manso, 5,8% da área florestal municipal. É cartografia histórica de ocupação e não demonstra proveniência, qualidade, produtividade, comportamento perante fogo ou pragas, água ou aptidão de qualquer talhão.
- Oliveira Contexto · confiança moderada
A DGADR inclui Portel na área geográfica do Azeite do Alentejo Interior DOP. A delimitação permite produto certificável apenas sob caderno e controlo; não inventaria olivais, resolve cultivar, prova material ou água, adesão ao regime, produtividade ou certificação de qualquer lote.
Abóbora-menina
A abóbora-menina é viável com água e solo drenado; no pico do verão, seca durante floração e vingamento pode reduzir vingamento e qualidade.
Aeónio-de-Haworth
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Alfarrobeira
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Alho
O alho é favorável no ciclo de outono a primavera, com água disponível e redução da rega para maturação e secagem do bolbo.
Alho-francês
O alho-francês é favorável no ciclo de outono a primavera, com água disponível e redução da rega para crescimento contínuo e colheita antes de espigar.
Antúrio
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Antúrio-de-scherzer
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Árvore-guarda-chuva-anã
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Batata-doce
Muito favorável com rega, sobretudo no sudoeste; calor ajuda, mas água, salinidade e solo leve determinam forma e produção.
Begónia-maculata
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Beldroega
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Beringela
A beringela é viável com rega e solo drenado; no pico do verão, proteja a floração de calor e humidade extremos, que podem provocar aborto floral e frutos deformados.
Boca-de-tigre
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Camedórea-elegante
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Cana-índica
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Cato-de-Natal
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Cebola
A cebola é favorável no ciclo de outono a primavera, com água disponível e redução da rega para maturação e cura do bolbo.
Cipreste-de-Monterey
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Vigiar
Limites regionais.
- seca prolongada
- solo nu e quente
- água salina ou escassa
Fazer
Ações com impacto.
- regar gota a gota
- usar 5–8 cm de cobertura
- plantar árvores no outono