O PMDFCI situa o ponto baixo perto de Fafião a 168 m e a Serra do Larouco a 1 525 m; 43,7% da área fica entre 900–1 000 m e 22,2% entre 800–900 m. Vale, planalto e serra exigem cota e drenagem de ar concretas.
Município · Região climática Norte interior
O que plantar
em Montalegre.
Montalegre vai de vales profundamente encaixados aos planaltos de Barroso e serras acima de 1 500 m. Cota, neve, geada, exposição, solo, água, fogo e conservação mudam drasticamente.
Padrão climático
Norte interior
Trás-os-Montes e Alto Douro.
Continental: invernos frios, geada frequente e verões quentes e secos. O frio de inverno ajuda fruteiras caducifólias; o calor de verão beneficia vinha, oliveira e culturas de fruto com rega.
Ler o guia climático completo →O que confirmar no local
- cerca de 168–1 525 m, com a maior parte do território entre 800 e 1 000 m
- normal IPMA de Montalegre a 1 005 m, não calendário uniforme para vales e serras
- três regiões hidrográficas, várias albufeiras e extensas áreas protegidas sem garantia de rega ou autorização
Estas diferenças podem subir ou descer a adequação indicada abaixo. Observe o terreno durante um ciclo anual antes de decisões permanentes.
Perfil municipal documentado
O concelho não é
um clima único.
Este perfil resume condicionantes concelhias encontradas nas fontes abaixo. Não calcula a sua parcela nem substitui observação de altitude, exposição, solo e água no local.
A normal IPMA 1991–2020 da estação de Montalegre, a 1 005 m, apresenta média de janeiro de 4,3 °C e mínima média de 0,9 °C, mas não data a última geada municipal. Confirmar mínimas, neve, inversão, abrigo e duração da estação no talhão.
Na mesma estação, julho e agosto têm média de 18,4 °C e máxima média de 24,9 °C; a série histórica do plano regista extremos mensais acima de 34 °C. Vale, exposição sul ou oeste, vento, sombra e água podem alterar o stress.
A caracterização histórica usada no PMDFCI apresenta 252,2 mm em dezembro, 196,7 mm em janeiro e 171,0 mm em fevereiro, contra 22,7 mm em julho e 26,1 mm em agosto. Não é dotação parcelar: prever drenagem húmida e reserva estival.
Este ocupa 26,7%, sul 25,0% e oeste 24,9%; sul e oeste totalizam 49,9% de vertentes mais quentes e secas. Cerca de 18% supera 20° de declive. Confirmar sol, vento, abrigo, neve, erosão, acesso e combustível.
Granitoides e afloramentos caracterizam parte das áreas protegidas, mas não demonstram pH, textura ou profundidade municipais. Testar pedra, matéria orgânica, compactação, infiltração, drenagem e erosão e confirmar PDM, RAN, REN e regime florestal.
O concelho reparte-se por RH1, RH2 e RH3, com Beça, Cávado, Rabagão e várias albufeiras. Presença de rio ou barragem não prova direito, caudal ou qualidade de rega; confirmar origem, título, disponibilidade estival, armazenamento, cheia e conservação.
Rastreabilidade
Fontes usadas neste perfil
Revisto em 2026-07-26; ligações verificadas em 2026-07-26.
- ICNF — PMDFCI de Montalegre 2021–2030, Caderno I ↗
- IPMA — normal climatológica de Montalegre 1991–2020 ↗
- Diário da República — primeira revisão do PDM de Montalegre, 2013 ↗
- Município de Montalegre — início da segunda revisão do PDM, 2022 ↗
- Diário da República — quarta alteração à primeira revisão do PDM, 2023 ↗
- ICNF — proteção do sobreiro e da azinheira ↗
Recomendação comparada
Plantas para
Montalegre.
3 registos ligam plantas concretas ao concelho, mas não constituem ensaio de aptidão. Todas as classificações permanecem integralmente herdadas de Norte interior.
Um registo territorial pode documentar cultivo, ocorrência, cartografia, intervenção ou conservação. Por defeito é apenas contexto e nunca altera a aptidão regional. Só uma avaliação local ligada a evidência parcelar pública, direta, datada e delimitada pode alterar a escala qualitativa de 1 a 3.
Comparar com o distrito de Vila Real →Limite atual: A evidência combina COS 2018 e narrativa de áreas de conservação num PMDFCI de 2021: prova coberto ou ocorrência histórica, não inventário atual, material, desempenho, água ou permissão. A classe Outros carvalhos não foi distribuída por espécie; pinheiro-bravo não tem slug e o sistema agrícola de Barroso não prova cultura específica. Confirmar PDM em vigor, PNPG/Natura, regime florestal, RAN/REN, SGIFR, solo, água e microclima.
Registos territoriais
Contexto documentado — não é uma recomendação de plantação.
Estes registos confirmam uma ligação publicada entre planta e território. Não mudam a classificação regional nem provam desempenho, autorização, água ou aptidão da sua parcela.
- Castanheiro Contexto · confiança elevada
A COS 2018 apresentada no PMDFCI cartografa 263,7 ha de floresta de castanheiro. Confirma coberto histórico municipal, não inventário atual, variedade, proveniência, sanidade, produtividade, água ou aptidão de qualquer parcela.
- Carvalho-negral Contexto · confiança elevada
O diagnóstico identifica explicitamente Quercus pyrenaica no coberto do Parque Nacional da Peneda-Gerês dentro de Montalegre. É ocorrência em área protegida, não área municipal por espécie, autorização, proveniência ou recomendação fora do habitat.
- Carvalho-alvarinho Contexto · confiança moderada
A caracterização da ZEC Peneda-Gerês, com 21 014 ha no município, refere povoamentos de Quercus robur e/ou Q. pyrenaica. Sustenta ocorrência contextual sem área própria para Q. robur, inventário atual, material ou autorização de plantação.
Acelga
A acelga é favorável com época ajustada à geada; no verão seco, mantenha água regular e vigie espigamento ou perda de qualidade das folhas.
Aipo
O aipo é favorável nas estações moderadas; ajuste a data a geadas e evite pecíolos fibrosos, ocos ou crescimento interrompido no verão seco.
Alho
O alho adapta-se ao ciclo fresco, mas a data deve respeitar geadas fortes e permitir maturação e secagem do bolbo.
Alho-francês
O alho-francês adapta-se ao ciclo fresco, mas a data deve respeitar geadas fortes e permitir crescimento contínuo e colheita antes de espigar.
Ameixeira
Muito favorável onde o frio satisfaz a cultivar; evite baixios de geada e assegure água durante crescimento do fruto.
Amieiro
Confirmar geada, ar interior seco, altitude e amplitude térmica no local concreto.
Antúrio-de-scherzer
Confirmar geada, ar interior seco, altitude e amplitude térmica no local concreto.
Batata
Muito favorável depois do risco de geada; altitude e noites frescas ajudam, mas a rama é sensível a geadas mesmo ligeiras.
Beterraba
A beterraba é favorável com época ajustada à geada; no verão seco, mantenha água regular e vigie floração antecipada e raízes de qualidade irregular.
Bordo-japonês
Confirmar geada, ar interior seco, altitude e amplitude térmica no local concreto.
Brócolo
O brócolo é favorável nas estações frescas; ajuste a instalação a geadas fortes e mantenha água disponível no verão seco.
Camedórea-elegante
Confirmar geada, ar interior seco, altitude e amplitude térmica no local concreto.
Cebola
A cebola adapta-se ao ciclo fresco, mas a data deve respeitar geadas fortes e permitir maturação e cura do bolbo.
Cenoura
A cenoura é favorável nas estações moderadas; ajuste a data a geadas e evite fendilhamento, raízes lenhosas e coloração pálida no verão seco.
Cerejeira
Muito favorável em encostas com frio suficiente; evite baixios de geada e garanta água ao fruto sem saturar raízes.
Coentros
Os coentros é favorável nas estações moderadas; ajuste a data a geadas e evite espigamento e encurtamento da colheita de folha no verão seco.
Couve-flor
A couve-flor é favorável nas estações frescas; ajuste a instalação a geadas fortes e mantenha água disponível no verão seco.
Couve-galega
Muito favorável, incluindo ciclos frescos; instale plantas bem enraizadas e ajuste a rega ao verão seco.
Vigiar
Limites regionais.
- geada tardia
- amplitude térmica
- défice de água no verão
Fazer
Ações com impacto.
- plantar após o risco de geada
- usar cobertura do solo
- escolher exposição protegida