O PMDFCI situa o território abaixo de 100 m na confluência Tejo–Ocreza e a 569 m no Penedo Gordo, Serra das Talhadas, com subida geral de sul para norte. Confirmar cota, declive, erosão e drenagem de ar na parcela.
Município · Região climática Centro interior
O que plantar
em Vila Velha de Ródão.
Vila Velha de Ródão estende-se dos vales baixos do Tejo e Ocreza à Serra das Talhadas. Cota, calor seco, exposição, solo, água, conservação e fogo variam entre vale, encosta e cumeada.
Padrão climático
Centro interior
Beiras interiores e montanha.
Geadas, altitude variável e verão seco; microclimas muito contrastantes. A altitude encurta a estação quente, mas favorece espécies que precisam de frio e reduz algumas pressões de pragas.
Ler o guia climático completo →O que confirmar no local
- menos de 100 m na confluência Tejo–Ocreza e 569 m no Penedo Gordo
- verão muito seco na referência exterior de Castelo Branco; calor, vento e fogo exigem leitura local
- Tejo, Ocreza, Pônsul e áreas protegidas não demonstram rega nem autorizam intervenção
Estas diferenças podem subir ou descer a adequação indicada abaixo. Observe o terreno durante um ciclo anual antes de decisões permanentes.
Perfil municipal documentado
O concelho não é
um clima único.
Este perfil resume condicionantes concelhias encontradas nas fontes abaixo. Não calcula a sua parcela nem substitui observação de altitude, exposição, solo e água no local.
O plano usa Castelo Branco, estação exterior, com mínimos históricos negativos e adverte que pode diferir do município. Cotas e exposições frias exigem confirmação de mínimas, inversão e abrigo; não usar a estação como calendário de geada.
Castelo Branco 1981–2010, referência exterior, apresenta média de 24,9 °C em julho e 24,8 °C em agosto e máximas médias de 32,2 e 31,9 °C. Não é medição de Ródão; avaliar radiação, sombra, vento e água no talhão.
A mesma referência exterior regista apenas 8,3 mm em julho e 8,1 mm em agosto, com pico no outono e inverno. Sustenta risco de stress e fogo, não chuva municipal; dimensionar reserva, infiltração e drenagem localmente.
Vale baixo, Portas de Ródão, encosta e Serra das Talhadas diferem em sol, vento e abrigo. Não foi validado rumo dominante; confirmar orientação, secagem, erosão e combustível no terreno.
Não foi localizada base municipal de solo à escala parcelar. Analisar profundidade, pedra, textura, pH, matéria orgânica, compactação, infiltração, drenagem e erosão sem inferir aptidão da cobertura florestal ou proteção.
Tejo, Ocreza e Pônsul atravessam o território e existem áreas de conservação. Rio não prova rega: confirmar PGRH, domínio hídrico, origem, título, caudal, qualidade, armazenamento, cheia, margem e condicionantes.
Rastreabilidade
Fontes usadas neste perfil
Revisto em 2026-07-26; ligações verificadas em 2026-07-26.
- Município de Vila Velha de Ródão — PDM em vigor e primeira alteração ↗
- Município de Vila Velha de Ródão — PMDFCI 2020–2029, Caderno I ↗
- Município de Vila Velha de Ródão — PMDFCI ↗
- ICNF — listagem pública dos PMDFCI e estado de Vila Velha de Ródão ↗
- APA — Planos de Gestão de Região Hidrográfica ↗
- ICNF — proteção do sobreiro e da azinheira ↗
Recomendação comparada
Plantas para
Vila Velha de Ródão.
3 registos ligam plantas concretas ao concelho, mas não constituem ensaio de aptidão. Todas as classificações permanecem integralmente herdadas de Centro interior.
Um registo territorial pode documentar cultivo, ocorrência, cartografia, intervenção ou conservação. Por defeito é apenas contexto e nunca altera a aptidão regional. Só uma avaliação local ligada a evidência parcelar pública, direta, datada e delimitada pode alterar a escala qualitativa de 1 a 3.
Comparar com o distrito de Castelo Branco →Limite atual: As relações são COS 2015 apresentada no PMDFCI 2020–2029: coberto histórico, não inventário atual, ensaio, material, água ou recomendação universal. Oliveira surge apenas como atividade sem área e foi excluída. Parque Natural do Tejo Internacional, Portas de Ródão e ZPE criam condicionantes, não evidência de cultivo ou autorização. A primeira alteração da revisão do PDM foi publicada em dezembro de 2023 e o ICNF lista PMDFCI até setembro de 2030. Confirmar PDM, RAN/REN, conservação, SGIFR, domínio hídrico, solo, água, fogo e microclima.
Registos territoriais
Contexto documentado — não é uma recomendação de plantação.
Estes registos confirmam uma ligação publicada entre planta e território. Não mudam a classificação regional nem provam desempenho, autorização, água ou aptidão da sua parcela.
- Sobreiro Contexto · confiança elevada
A COS 2015 apresentada no PMDFCI cartografa 1 207,4 ha de florestas de sobreiro, dos quais 602,2 ha em Perais. É coberto histórico expressivo, não inventário atual, proveniência, sanidade, água ou aptidão de toda a área; mantém-se a proteção legal.
- Azinheira Contexto · confiança moderada
A mesma COS 2015 cartografa 453,0 ha de florestas de azinheira, com 234,0 ha em Perais. É ocupação histórica, não inventário atual, material, água, desempenho ou aptidão de cada parcela; mantém-se a proteção legal.
- Pinheiro-manso Contexto · confiança limitada
A COS 2015 identifica apenas 54,1 ha de pinheiro-manso no município. Confirma presença histórica de pequena extensão, não inventário atual, proveniência, sanidade, fogo, água ou aptidão geral.
Abóbora-menina
A abóbora-menina beneficia do calor, mas exige água na fase crítica e proteção contra seca durante floração e vingamento.
Acelga
A acelga produz melhor fora dos extremos; espigamento ou perda de qualidade das folhas aumenta com calor e água irregular.
Aipo
O aipo produz melhor fora dos extremos; rega consistente reduz pecíolos fibrosos, ocos ou crescimento interrompido durante calor e vento.
Alho
O alho beneficia do inverno fresco e primavera luminosa; assegure água na fase crítica e maturação e secagem do bolbo.
Alho-francês
O alho-francês beneficia do inverno fresco e primavera luminosa; assegure água na fase crítica e crescimento contínuo e colheita antes de espigar.
Ameixeira
Favorável com inverno frio e verão seco; proteja a floração de geada tardia e dimensione a rega.
Amieiro
Confirmar geada, calor estival, exposição e disponibilidade de água no local concreto.
Antúrio-de-scherzer
Confirmar geada, calor estival, exposição e disponibilidade de água no local concreto.
Batata
Favorável na primavera; proteja a emergência de geadas tardias e mantenha água regular durante tuberização.
Beldroega
Confirmar geada, calor estival, exposição e disponibilidade de água no local concreto.
Beringela
A beringela aproveita o verão quente depois do risco de geada; mantenha rega uniforme e vigie calor e humidade extremos, que podem provocar aborto floral e frutos deformados.
Beterraba
A beterraba produz melhor fora dos extremos; floração antecipada e raízes de qualidade irregular aumenta com calor e água irregular.
Brócolo
O brócolo produz melhor fora do pico de calor; rega regular e época correta reduzem perda de compacidade e uniformidade da inflorescência.
Camedórea-elegante
Confirmar geada, calor estival, exposição e disponibilidade de água no local concreto.
Cebola
A cebola beneficia do inverno fresco e primavera luminosa; assegure água na fase crítica e maturação e cura do bolbo.
Cenoura
A cenoura produz melhor fora dos extremos; rega consistente reduz fendilhamento, raízes lenhosas e coloração pálida durante calor e vento.
Cerejeira
Muito favorável nas zonas de altitude apropriada; geada na floração e seca durante enchimento são os principais limites.
Coentros
Os coentros produz melhor fora dos extremos; rega consistente reduz espigamento e encurtamento da colheita de folha durante calor e vento.
Vigiar
Limites regionais.
- última geada
- escaldão
- erosão em declive
Fazer
Ações com impacto.
- confirmar altitude e exposição
- reter água no solo
- proteger do sol poente