A altitude desce de norte para sul, desde cerca de 254 m no norte de Vila Nova de Cacela até 0 m. Cerca de 51% do concelho fica abaixo de 40 m e apenas 10% supera 140 m; Vila Real de Santo António e Monte Gordo são quase planos e não ultrapassam 20 m.
Município · Região climática Algarve
O que plantar
em Vila Real de Santo António.
Município entre Guadiana, sapal e salinas, Ria Formosa, Monte Gordo, Mata Nacional das Dunas Litorais e o setor mais alto de Vila Nova de Cacela, onde maré, sal, duna, calor e água variam rapidamente.
Padrão climático
Algarve
Barlavento, Sotavento e serra.
Invernos muito suaves, verões longos e secos; geada rara no litoral. A baixa geada permite citrinos e subtropicais, mas a água e a salinidade tornam-se fatores decisivos.
Ler o guia climático completo →O que confirmar no local
- Guadiana ou sapal, Ria Formosa, duna e Mata Nacional, frente urbana ou norte de Cacela
- maré, salinidade, vento, seca estival, cheia e fogo
- vasa salina, areia dunar, aluvião, solo urbano ou encosta interior
Estas diferenças podem subir ou descer a adequação indicada abaixo. Observe o terreno durante um ciclo anual antes de decisões permanentes.
Perfil municipal documentado
O concelho não é
um clima único.
Este perfil resume condicionantes concelhias encontradas nas fontes abaixo. Não calcula a sua parcela nem substitui observação de altitude, exposição, solo e água no local.
A normal IPMA da estação de Vila Real de Santo António 1961–1990 registou extremos mínimos abaixo de −1 °C em dezembro, janeiro e fevereiro. Não é calendário de geada para Cacela, vale encaixado ou parcela atual; confirmar abrigo, drenagem de ar e mínima local.
Na normal 1961–1990, a média diária varia de 11 °C em janeiro a 24,1 °C em agosto; julho e agosto ultrapassam 30 °C na média das máximas e ocorrem cerca de 126 dias anuais acima de 25 °C. Sombra, vento e solo distinguem costa e interior.
A média anual histórica ronda 492 mm, concentrada no outono e inverno; julho tem cerca de 2,1 mm e dezembro 83,6 mm. Episódios fortes coexistem com verão seco; preparar drenagem de inverno e reserva estival sem transformar a normal antiga numa promessa de água.
Cerca de 31% do território é praticamente plano; sul e este representam em conjunto cerca de 45%. Monte Gordo e a cidade são baixos e planos, enquanto Cacela ganha heterogeneidade para norte. Medir orientação, abrigo e proximidade da água na parcela.
Sapal e salinas são baixos e sujeitos a água salgada; Ria Formosa e Monte Gordo incluem cordão arenoso e dunas permeáveis. O norte de Cacela contém relevo e vales encaixados. Testar profundidade, textura, carbonatos, pH, salinidade, compactação, drenagem e eventual contaminação.
O concelho reparte-se entre Sotavento Algarvio e bacia do Guadiana. A Ribeira da Carrasqueira e o Guadiana são permanentes na fonte; os restantes cursos são maioritariamente sazonais. Guadiana, ria, sapal, salina ou vala não equivalem a água doce de rega: confirmar origem, qualidade, título, caudal, salinidade, cheia e erosão.
Rastreabilidade
Fontes usadas neste perfil
Revisto em 2026-07-26; ligações verificadas em 2026-07-26.
- ICNF — PMDFCI de Vila Real de Santo António, Caderno I ↗
- ICNF — Parque Natural da Ria Formosa ↗
- ICNF — Reserva Natural do Sapal de Castro Marim e Vila Real de Santo António ↗
- ICNF — PGF da Mata Nacional das Dunas Litorais de Vila Real de Santo António, apresentação pública 2025 ↗
- APA — Planos de Gestão de Região Hidrográfica ↗
- DGADR — Citrinos do Algarve IGP ↗
Recomendação comparada
Plantas para
Vila Real de Santo António.
3 registos ligam plantas concretas ao concelho, mas não constituem ensaio de aptidão. Todas as classificações permanecem integralmente herdadas de Algarve.
Um registo territorial pode documentar cultivo, ocorrência, cartografia, intervenção ou conservação. Por defeito é apenas contexto e nunca altera a aptidão regional. Só uma avaliação local ligada a evidência parcelar pública, direta, datada e delimitada pode alterar a escala qualitativa de 1 a 3.
Comparar com o distrito de Faro →Limite atual: Pinheiro-manso vem de cartografia municipal de 2012 e não prova presença atual. Laranjeira e limoeiro vêm apenas da área da IGP, que não certifica lote, pomar ou fruto sem cumprimento e controlo. Mata Nacional, Ria Formosa, sapal, salina e duna têm gestão própria: nenhuma relação autoriza recolha, plantação, restauro ou alteração de solo e água.
Registos territoriais
Contexto documentado — não é uma recomendação de plantação.
Estes registos confirmam uma ligação publicada entre planta e território. Não mudam a classificação regional nem provam desempenho, autorização, água ou aptidão da sua parcela.
- Pinheiro-manso Contexto · confiança moderada
A cartografia municipal de 2012 publicada no PMDFCI quantifica 567 ha de pinheiro-manso, sobretudo no norte de Vila Nova de Cacela. É ocorrência florestal histórica e delimitada, não inventário atual, proveniência, desempenho em duna, autorização na Mata Nacional ou resistência ao fogo.
- Laranjeira Contexto · confiança moderada
A DGADR inclui Vila Real de Santo António na área dos Citrinos do Algarve IGP e abrange laranjas de Citrus sinensis. A área permite produção certificável apenas com caderno, controlo e demais requisitos; não comprova pomar, variedade, porta-enxerto, rega, solo ou desempenho.
- Limoeiro Contexto · confiança moderada
A DGADR inclui Vila Real de Santo António na área dos Citrinos do Algarve IGP e abrange limões de Citrus limon. É enquadramento geográfico do produto, não evidência de cultivo municipal, cultivar, porta-enxerto, água, licença de captação ou garantia de produção.
Abóbora-menina
A abóbora-menina permite ciclos precoces e tardios em locais abrigados; ajuste a época para evitar frio inicial e calor extremo na floração.
Aeónio-de-Haworth
Confirmar calor, salinidade, vento, exposição e água no local concreto.
Alfarrobeira
Confirmar calor, salinidade, vento, exposição e água no local concreto.
Alho
O alho permite ciclos precoces; evite encharcamento de inverno e ajuste a colheita ao calor e à secagem.
Alho-francês
O alho-francês permite ciclos precoces; evite encharcamento de inverno e ajuste a colheita ao calor e à secagem.
Antúrio
Confirmar calor, salinidade, vento, exposição e água no local concreto.
Antúrio-de-scherzer
Confirmar calor, salinidade, vento, exposição e água no local concreto.
Araucária-de-norfolk
Confirmar calor, salinidade, vento, exposição e água no local concreto.
Árvore-guarda-chuva-anã
Confirmar calor, salinidade, vento, exposição e água no local concreto.
Batata-doce
Muito favorável em ciclo de primavera a outono; assegure água de qualidade e colha antes de frio ou precipitação forte.
Begónia-maculata
Confirmar calor, salinidade, vento, exposição e água no local concreto.
Beldroega
Confirmar calor, salinidade, vento, exposição e água no local concreto.
Beringela
A beringela permite ciclos precoces e tardios em zonas abrigadas; evite o pico de calor e ajuste a água à fase de floração e fruto.
Boca-de-tigre
Confirmar calor, salinidade, vento, exposição e água no local concreto.
Buganvília
Confirmar calor, salinidade, vento, exposição e água no local concreto.
Camedórea-elegante
Confirmar calor, salinidade, vento, exposição e água no local concreto.
Cana-índica
Confirmar calor, salinidade, vento, exposição e água no local concreto.
Cato-de-Natal
Confirmar calor, salinidade, vento, exposição e água no local concreto.
Vigiar
Limites regionais.
- escassez de água
- salinidade
- vento e calor extremo
Fazer
Ações com impacto.
- selecionar porta-enxertos adequados
- regar profundamente
- dar sombra jovem no primeiro verão