O caderno municipal indica cotas entre 25 e 350 m, com valores mais altos no quadrante norte-nordeste. São dados do concelho; não usar a altitude de uma estação como média municipal.
Município · Região climática Lisboa e Vale do Tejo
O que plantar
em Tomar.
Concelho entre o vale e albufeira do Zêzere, o Nabão e colinas florestais, onde relevo variável combina verão seco, calor, povoamentos combustíveis e água muito desigual.
Padrão climático
Lisboa e Vale do Tejo
Estuário, lezíria e colinas.
Mediterrânico suave, estação longa e influência atlântica variável. A combinação de calor, solos produtivos e geada limitada suporta hortícolas, citrinos, vinha e muitas ornamentais.
Ler o guia climático completo →O que confirmar no local
- vale do Nabão, Zêzere ou Castelo do Bode, colina ou cabeceira
- declive, orientação, carga combustível e drenagem de ar
- seca estival, incêndio, qualidade da água e captação
Estas diferenças podem subir ou descer a adequação indicada abaixo. Observe o terreno durante um ciclo anual antes de decisões permanentes.
Perfil municipal documentado
O concelho não é
um clima único.
Este perfil resume condicionantes concelhias encontradas nas fontes abaixo. Não calcula a sua parcela nem substitui observação de altitude, exposição, solo e água no local.
As fontes não fornecem normal municipal nem última geada. A caracterização histórica reporta mínimo absoluto de −5,3 °C na série de referência, não uma média de geada para todo o concelho; vales e encostas devem ser monitorizados separadamente.
O PMDFCI, com dados históricos, indica temperatura média anual de 15,5 °C e máximo absoluto de 41,6 °C; a estratégia climática trata aquecimento e extremos como vulnerabilidades. Estes valores não equivalem a normal IPMA atual nem à exposição de todas as freguesias.
A série histórica de referência usada no PMDFCI, de 1952–1993, indica 817 mm por ano, 65% entre novembro e março e seca de junho a setembro. É referência de estação e série histórica, não média municipal atual.
O concelho inclui declives entre 0% e 70%; o documento associa orientação e declive a diferenças de vegetação, humidade e inflamabilidade. Medir insolação, vento e abrigo no local antes de escolher espécies ou calendarizar.
As fontes consultadas não sustentam um solo médio municipal. Relevo, vale, albufeira e encostas não substituem análise de textura, profundidade, pedra, pH, matéria orgânica, compactação e drenagem.
O PMDFCI identifica maior disponibilidade junto ao Zêzere, mas declive e albufeira não garantem rega. A APA classifica Castelo do Bode como massa fortemente modificada; confirmar origem, qualidade, licença, caudal e armazenamento por parcela.
Rastreabilidade
Fontes usadas neste perfil
Revisto em 2026-07-26; ligações verificadas em 2026-07-26.
Recomendação comparada
Plantas para
Tomar.
4 registos ligam plantas concretas ao concelho, mas não constituem ensaio de aptidão. Todas as classificações permanecem integralmente herdadas de Lisboa e Vale do Tejo.
Um registo territorial pode documentar cultivo, ocorrência, cartografia, intervenção ou conservação. Por defeito é apenas contexto e nunca altera a aptidão regional. Só uma avaliação local ligada a evidência parcelar pública, direta, datada e delimitada pode alterar a escala qualitativa de 1 a 3.
Comparar com o distrito de Santarém →Limite atual: O PMDFCI usa séries climatológicas históricas e cartografia de planeamento; os valores de estação não são médias municipais atuais. As quatro relações confirmam presença cartográfica, sem ensaios, proveniência, variedade ou adequação parcelar. As restantes 762 plantas mantêm Lisboa e Vale do Tejo.
Registos territoriais
Contexto documentado — não é uma recomendação de plantação.
Estes registos confirmam uma ligação publicada entre planta e território. Não mudam a classificação regional nem provam desempenho, autorização, água ou aptidão da sua parcela.
- Azinheira Contexto · confiança elevada
O PMDFCI identifica Quercus rotundifolia e cartografa florestas de azinheira no concelho. A relação comprova presença cartográfica municipal, não proveniência, adequação universal, proteção de cada núcleo ou autorização de intervenção.
- Sobreiro Contexto · confiança elevada
O PMDFCI identifica Quercus suber e inclui florestas de sobreiro na tabela municipal por freguesia. A evidência é territorial direta, mas não substitui verificação de solo, regime aplicável, origem ou risco de incêndio local.
- Carvalho-português Contexto · confiança elevada
O PMDFCI nomeia Quercus faginea como carvalho-português presente no concelho e mapeia o grupo de outros carvalhos. Não permite inferir localização de um núcleo, condição de conservação ou adequação de plantação sem avaliação local.
- Pinheiro-manso Contexto · confiança elevada
O PMDFCI identifica Pinus pinea e quantifica florestas de pinheiro-manso por freguesia. A relação documenta presença municipal, não resistência automática a fogo, origem adequada, água disponível ou desempenho em qualquer encosta.
Abóbora-menina
A abóbora-menina é muito favorável na estação quente; mantenha rega localizada e polinização, evitando seca durante floração e vingamento.
Acelga
A acelga é favorável de outono a primavera e com variedade adequada; no verão, controle espigamento ou perda de qualidade das folhas.
Aeónio-de-Haworth
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Aipo
O aipo é favorável de outono a primavera; no verão escolha variedade e exposição que limitem pecíolos fibrosos, ocos ou crescimento interrompido.
Alface
Favorável de outono a primavera e possível no verão com variedade adequada, rega rigorosa e proteção do calor da tarde.
Alho
O alho é muito favorável; escolha variedade pelo fotoperíodo e conduza a água para permitir maturação e secagem do bolbo.
Alho-francês
O alho-francês é muito favorável; escolha variedade pelo fotoperíodo e conduza a água para permitir crescimento contínuo e colheita antes de espigar.
Ameixeira
Favorável para cultivares adaptadas a inverno moderado; confirme frio, polinizadora e água antes de escolher o lote.
Antúrio
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Antúrio-de-scherzer
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Árvore-guarda-chuva-anã
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Batata-doce
Muito favorável com solo drenado e água disponível; evite excesso de azoto, salinidade e colheita após chuva.
Begónia-maculata
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Beldroega
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Beringela
A beringela é muito favorável na estação quente; evite oscilações de água e calor e humidade extremos, que podem provocar aborto floral e frutos deformados.
Beterraba
A beterraba é favorável de outono a primavera e com variedade adequada; no verão, controle floração antecipada e raízes de qualidade irregular.
Boca-de-tigre
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Brócolo
O brócolo é favorável de outono a primavera e em ciclos bem escolhidos; no verão, calor e água irregular reduzem qualidade.
Vigiar
Limites regionais.
- ondas de calor
- água calcária
- zonas vulneráveis a nitratos
Fazer
Ações com impacto.
- regar por setor
- analisar o solo
- evitar fertilização excessiva