O diagnóstico histórico descreve amplitude de 80 m: cerca de 10 m nas margens do Tejo e cerca de 90 m a oeste de Azinhaga, no limite com Santarém. Aproximadamente 79,7% do território está entre 0 e 5° de declive; os setores mais inclinados ficam a oeste de Azinhaga. Confirmar cota, declive, escoamento e drenagem de ar no prédio.
Município · Região climática Lisboa e Vale do Tejo
O que plantar
em Golegã.
Município baixo da margem direita do Tejo, dominado por lezíria aluvial, paúis e linhas de água, onde cheia, drenagem, solo, disponibilidade titulada de água e conservação condicionam a decisão muito mais do que a pequena amplitude altimétrica.
Padrão climático
Lisboa e Vale do Tejo
Estuário, lezíria e colinas.
Mediterrânico suave, estação longa e influência atlântica variável. A combinação de calor, solos produtivos e geada limitada suporta hortícolas, citrinos, vinha e muitas ornamentais.
Ler o guia climático completo →O que confirmar no local
- lezíria do Tejo, campos da Azinhaga, Almonda/Alviela, Paul do Boquilobo ou charneca ocidental; cerca de 10–90 m
- cheia, encharcamento e drenagem, calor e secura estival, vento e exposição local
- solo aluvial, RAN/REN, reserva natural, PGRI/PGRH, domínio hídrico, SGIFR, captação e qualidade da água
Estas diferenças podem subir ou descer a adequação indicada abaixo. Observe o terreno durante um ciclo anual antes de decisões permanentes.
Perfil municipal documentado
O concelho não é
um clima único.
Este perfil resume condicionantes concelhias encontradas nas fontes abaixo. Não calcula a sua parcela nem substitui observação de altitude, exposição, solo e água no local.
Não foi localizada série municipal atual de dias de geada nem data segura de última geada. A climatologia do diagnóstico usa Santarém/Escola Agrária, não uma série parcelar da Golegã; medir mínimas, inversão, humidade e drenagem de ar, especialmente em baixios, antes de instalar material sensível.
Nas normais IPMA 1971–2000 de Santarém/Escola Agrária usadas pelo diagnóstico, a temperatura média diária varia de 9,6 °C em janeiro a 22,7 °C em agosto e a média da máxima ultrapassa 25 °C de junho a setembro. É referência histórica exterior, não previsão nem temperatura uniforme do concelho.
Na mesma série, julho e agosto registam 7,3 e 6,2 mm de precipitação média mensal e dezembro 104,1 mm; máximos diários históricos atingem 65,7 mm em setembro e 64,5 mm em abril e novembro. Não é chuva atual ou dotação: avaliar reserva útil, infiltração, drenagem, cheia e armazenamento.
A cartografia histórica indica 15,6% de área plana; as exposições mais representadas são este, 30,8%, e sul, 24,5%, seguidas de norte, 15,7%, e oeste, 13,4%. O diagnóstico refere ventos dominantes de noroeste a oeste. São pistas para medir radiação, abrigo, vento e secura, não recomendações agronómicas.
O diagnóstico diferencia a lezíria aluvial em terras de campo, de aluviões modernos inundáveis, e terras de espargal, de aluviões antigos; refere ainda pequena mancha de charneca a norte. Não sustenta textura ou pH uniformes. Medir profundidade útil, textura, pH e carbonatos, matéria orgânica, compactação, infiltração, drenagem, salinidade e contaminação.
Tejo, Almonda e Alviela são as linhas principais. O Tejo forma o limite leste e a planície aluvial baixa sofre cheias de amplitude variável quase todos os anos; grandes cheias afetam os campos da Azinhaga e o Dique dos Vinte. Rio, paúl, poço ou vala não conferem rega: confirmar DPH, PGRI, captação, título, dotação, qualidade e armazenamento.
Rastreabilidade
Fontes usadas neste perfil
Revisto em 2026-07-26; ligações verificadas em 2026-07-26.
- Diário da República — PDM da Golegã, Resolução do Conselho de Ministros n.º 106/2000 ↗
- Diário da República — adaptação do PDM ao Paul do Boquilobo, 2021 ↗
- Diário da República — prorrogação da alteração pontual do PDM, 2026 ↗
- Município da Golegã — Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra Incêndios ↗
- ICNF — listagem pública dos PMDFCI e estado da Golegã ↗
- ICNF — PMDFCI da Golegã, Caderno I ↗
- ICNF — proteção do sobreiro e da azinheira ↗
- Diário da República — Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais ↗
- APA — Planos de Gestão de Região Hidrográfica, terceiro ciclo ↗
- Diário da República — PGRI RH5A, 2024 ↗
Recomendação comparada
Plantas para
Golegã.
2 registos ligam plantas concretas ao concelho, mas não constituem ensaio de aptidão. Todas as classificações permanecem integralmente herdadas de Lisboa e Vale do Tejo.
Um registo territorial pode documentar cultivo, ocorrência, cartografia, intervenção ou conservação. Por defeito é apenas contexto e nunca altera a aptidão regional. Só uma avaliação local ligada a evidência parcelar pública, direta, datada e delimitada pode alterar a escala qualitativa de 1 a 3.
Comparar com o distrito de Santarém →Limite atual: O ICNF classifica o PMDFCI de segunda geração como não atualizado e mostra 17-11-2022 no campo de fim de vigência; o Caderno serve apenas de contexto histórico, usa normais 1971–2000 de Santarém/Escola Agrária e uma COS municipal sem data explícita. O PDM de 2000 mantém alterações de 2011 e adaptação de 2021 ao Paul do Boquilobo; a alteração pontual iniciada em 2025 foi prorrogada por 13 meses em 27-03-2026 e não é ato final. Não foi localizada delimitação municipal SGIFR atual aplicável a cada prédio. A IGP de arroz não inclui Golegã; culturas temporárias ou vinha genéricas não identificam milho ou castas. Confirmar PDM consolidado, RAN/REN, reserva natural, DPH, PGRI/PGRH, SGIFR, solo, inundação, fogo, captação, título, dotação, qualidade da água e microclima.
Registos territoriais
Contexto documentado — não é uma recomendação de plantação.
Estes registos confirmam uma ligação publicada entre planta e território. Não mudam a classificação regional nem provam desempenho, autorização, água ou aptidão da sua parcela.
- Sobreiro Contexto · confiança moderada
O Quadro 5 do Caderno I do PMDFCI, baseado em Carta de Ocupação do Solo municipal sem data explícita, cartografa 188,79 ha de povoamentos de sobreiro, todos em Azinhaga. É ocorrência histórica localizada, não inventário atual, área total da espécie, ensaio, proveniência, sanidade, água, produtividade, aptidão ou autorização; mantém-se a proteção legal.
- Pinheiro-manso Contexto · confiança moderada
O mesmo Quadro 5 cartografa 20,65 ha de povoamentos de pinheiro-manso, todos na freguesia de Azinhaga. É presença histórica e localizada, não inventário atual, disponibilidade de material, sanidade, resistência ao fogo, água, produtividade ou aptidão de nova instalação.
Abóbora-menina
A abóbora-menina é muito favorável na estação quente; mantenha rega localizada e polinização, evitando seca durante floração e vingamento.
Acelga
A acelga é favorável de outono a primavera e com variedade adequada; no verão, controle espigamento ou perda de qualidade das folhas.
Aeónio-de-Haworth
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Aipo
O aipo é favorável de outono a primavera; no verão escolha variedade e exposição que limitem pecíolos fibrosos, ocos ou crescimento interrompido.
Alface
Favorável de outono a primavera e possível no verão com variedade adequada, rega rigorosa e proteção do calor da tarde.
Alho
O alho é muito favorável; escolha variedade pelo fotoperíodo e conduza a água para permitir maturação e secagem do bolbo.
Alho-francês
O alho-francês é muito favorável; escolha variedade pelo fotoperíodo e conduza a água para permitir crescimento contínuo e colheita antes de espigar.
Ameixeira
Favorável para cultivares adaptadas a inverno moderado; confirme frio, polinizadora e água antes de escolher o lote.
Antúrio
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Antúrio-de-scherzer
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Árvore-guarda-chuva-anã
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Batata-doce
Muito favorável com solo drenado e água disponível; evite excesso de azoto, salinidade e colheita após chuva.
Begónia-maculata
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Beldroega
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Beringela
A beringela é muito favorável na estação quente; evite oscilações de água e calor e humidade extremos, que podem provocar aborto floral e frutos deformados.
Beterraba
A beterraba é favorável de outono a primavera e com variedade adequada; no verão, controle floração antecipada e raízes de qualidade irregular.
Boca-de-tigre
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Brócolo
O brócolo é favorável de outono a primavera e em ciclos bem escolhidos; no verão, calor e água irregular reduzem qualidade.
Vigiar
Limites regionais.
- ondas de calor
- água calcária
- zonas vulneráveis a nitratos
Fazer
Ações com impacto.
- regar por setor
- analisar o solo
- evitar fertilização excessiva