O PMDFCI situa o concelho aproximadamente entre 360 e 860 m. O norte, sobretudo Águas Boas, Forles e parte de Ferreira de Aves, inclui planalto próximo de 750 m; a subida de sul para norte altera temperatura, chuva e calendário.
Município · Região climática Centro interior
O que plantar
em Sátão.
Sátão articula planalto e vales agrícolas entre cerca de 360 e 860 m, com maior altitude a norte. Exposição, geada, verão seco, solo, água e incêndio rural variam à escala da parcela.
Padrão climático
Centro interior
Beiras interiores e montanha.
Geadas, altitude variável e verão seco; microclimas muito contrastantes. A altitude encurta a estação quente, mas favorece espécies que precisam de frio e reduz algumas pressões de pragas.
Ler o guia climático completo →O que confirmar no local
- planalto norte, encosta ou vale agrícola
- cerca de 360–860 m; frio local, exposição este/sul e seca estival
- PDM alterado em 2024, RAN/REN, SGIFR, solo e água titulada
Estas diferenças podem subir ou descer a adequação indicada abaixo. Observe o terreno durante um ciclo anual antes de decisões permanentes.
Perfil municipal documentado
O concelho não é
um clima único.
Este perfil resume condicionantes concelhias encontradas nas fontes abaixo. Não calcula a sua parcela nem substitui observação de altitude, exposição, solo e água no local.
O PMDFCI usa Viseu como referência externa; nessa série histórica, janeiro teve em média 3,3 dias com mínima igual ou inferior a 0 °C. Não é série municipal: fundos de vale e parcelas altas exigem registo local de mínimas, inversão e drenagem de ar.
A proxy histórica de Viseu apresenta máxima média diária de 28,4 °C em agosto e extremo de 40,5 °C. Não é previsão para Sátão; exposição, vento, sombra, altitude, cobertura e água disponível determinam o stress real.
A série externa de Viseu mostra inverno húmido e verão seco, com forte diferença entre janeiro e julho/agosto. As cotas altas podem receber mais chuva, mas a reserva útil, infiltração, escoamento e armazenamento devem ser avaliados no prédio.
O PMDFCI cartografa exposições este e sul em cerca de 31% e 34% do território e associa-as a condições mais quentes e secas. Não tratar essas vertentes como equivalentes a norte; confirmar insolação, vento, abrigo, erosão e drenagem de ar.
O diagnóstico localiza melhores terras agrícolas nos vales e associa matos a solos mais pobres, sem provar pH, profundidade ou fertilidade de qualquer prédio. Analisar pedra, textura, matéria orgânica, compactação, infiltração, drenagem e erosão.
O município reparte-se pelas bacias do Douro, Vouga e Mondego; o Vouga drena a zona central e a ribeira de Côja e o Dão recebem setores sul e sudeste. Linhas de água e açudes não provam rega: validar título, caudal estival, qualidade, margem e armazenamento.
Rastreabilidade
Fontes usadas neste perfil
Revisto em 2026-07-27; ligações verificadas em 2026-07-27.
- DGT — depósito da primeira revisão do PDM de Sátão, 2019 ↗
- Diário da República — primeira alteração da primeira revisão do PDM, 2024 ↗
- Diário da República — segunda alteração ao PDM iniciada em 2022, procedimento ↗
- ICNF e Município — PMDFCI de terceira geração, Caderno I ↗
- ICNF — PMDFCI de Sátão em vigor até dezembro de 2029 ↗
- APA — Planos de Gestão de Região Hidrográfica ↗
- IPMA — normais climatológicas e limites das séries ↗
Recomendação comparada
Plantas para
Sátão.
2 registos ligam plantas concretas ao concelho, mas não constituem ensaio de aptidão. Todas as classificações permanecem integralmente herdadas de Centro interior.
Um registo territorial pode documentar cultivo, ocorrência, cartografia, intervenção ou conservação. Por defeito é apenas contexto e nunca altera a aptidão regional. Só uma avaliação local ligada a evidência parcelar pública, direta, datada e delimitada pode alterar a escala qualitativa de 1 a 3.
Comparar com o distrito de Viseu →Limite atual: Castanheiro e pinheiro-manso são classes COS 2015, não registos atuais de cultivo, material, ensaio ou aptidão; o pinheiro-manso representa apenas 0,1% do coberto florestal descrito. Carvalhos genéricos, flora genérica, DOP/IGP e eventos foram excluídos. A primeira revisão do PDM foi alterada eficazmente em 2024; a segunda alteração iniciada em 2022 permanece procedimento. Confirmar PDM, RAN/REN, SGIFR, proteção legal, fogo, solo, geada, água e microclima.
Registos territoriais
Contexto documentado — não é uma recomendação de plantação.
Estes registos confirmam uma ligação publicada entre planta e território. Não mudam a classificação regional nem provam desempenho, autorização, água ou aptidão da sua parcela.
- Castanheiro Contexto · confiança moderada
O PMDFCI de Sátão reporta 65,23 ha na classe Castanheiros com base na COS 2015 e apresenta distribuição por freguesia. Documenta ocupação histórica agregada, não inventário atual, variedade, proveniência, sanidade, produção, água ou aptidão.
- Pinheiro-manso Contexto · confiança limitada
O mesmo PMDFCI identifica pinheiro-manso em 0,1% do coberto florestal segundo a COS 2015. É uma presença cartográfica histórica e residual, não inventário atual, proveniência, plantação, sanidade, desempenho ou aptidão municipal.
Abóbora-menina
A abóbora-menina beneficia do calor, mas exige água na fase crítica e proteção contra seca durante floração e vingamento.
Acelga
A acelga produz melhor fora dos extremos; espigamento ou perda de qualidade das folhas aumenta com calor e água irregular.
Aipo
O aipo produz melhor fora dos extremos; rega consistente reduz pecíolos fibrosos, ocos ou crescimento interrompido durante calor e vento.
Alho
O alho beneficia do inverno fresco e primavera luminosa; assegure água na fase crítica e maturação e secagem do bolbo.
Alho-francês
O alho-francês beneficia do inverno fresco e primavera luminosa; assegure água na fase crítica e crescimento contínuo e colheita antes de espigar.
Ameixeira
Favorável com inverno frio e verão seco; proteja a floração de geada tardia e dimensione a rega.
Amieiro
Confirmar geada, calor estival, exposição e disponibilidade de água no local concreto.
Antúrio-de-scherzer
Confirmar geada, calor estival, exposição e disponibilidade de água no local concreto.
Batata
Favorável na primavera; proteja a emergência de geadas tardias e mantenha água regular durante tuberização.
Beldroega
Confirmar geada, calor estival, exposição e disponibilidade de água no local concreto.
Beringela
A beringela aproveita o verão quente depois do risco de geada; mantenha rega uniforme e vigie calor e humidade extremos, que podem provocar aborto floral e frutos deformados.
Beterraba
A beterraba produz melhor fora dos extremos; floração antecipada e raízes de qualidade irregular aumenta com calor e água irregular.
Brócolo
O brócolo produz melhor fora do pico de calor; rega regular e época correta reduzem perda de compacidade e uniformidade da inflorescência.
Camedórea-elegante
Confirmar geada, calor estival, exposição e disponibilidade de água no local concreto.
Cebola
A cebola beneficia do inverno fresco e primavera luminosa; assegure água na fase crítica e maturação e cura do bolbo.
Cenoura
A cenoura produz melhor fora dos extremos; rega consistente reduz fendilhamento, raízes lenhosas e coloração pálida durante calor e vento.
Cerejeira
Muito favorável nas zonas de altitude apropriada; geada na floração e seca durante enchimento são os principais limites.
Coentros
Os coentros produz melhor fora dos extremos; rega consistente reduz espigamento e encurtamento da colheita de folha durante calor e vento.
Vigiar
Limites regionais.
- última geada
- escaldão
- erosão em declive
Fazer
Ações com impacto.
- confirmar altitude e exposição
- reter água no solo
- proteger do sol poente