O PMDFCI de terceira geração situa o concelho entre cerca de 140 e 310 m, com cotas mais altas a nordeste, perto da Serra de Portel, e mais baixas a sudoeste. Cerca de 88,53% da área tem declive de 0–5°; os maiores declives ficam a norte de Vila Alva, junto de Portel. Confirmar cota, cabeço, encosta e drenagem de ar no talhão.
Município · Região climática Alentejo
O que plantar
em Cuba.
Município baixo-alentejano entre Cuba, Vila Alva, Vila Ruiva e Faro do Alentejo, com planaltos agrícolas, montados, vales sazonais, uma pequena fração da ZEC Alvito/Cuba e regadio parcial, onde calor, frio de baixio, solo e água exigem confirmação local.
Padrão climático
Alentejo
Planícies, montado e interior sul.
Mediterrânico quente e seco, precipitação irregular e forte evapotranspiração. Oliveira, aromáticas e espécies mediterrânicas toleram o verão; culturas tenras exigem sombra, solo coberto e rega eficiente.
Ler o guia climático completo →O que confirmar no local
- planalto, vale sazonal, Cuba, Vila Alva, Vila Ruiva ou Faro do Alentejo
- calor e seca estival, geada radiativa, vento, chuva concentrada, erosão e fogo
- solo pesado ou delgado, ZEC Alvito/Cuba, REN/RAN, bloco Cuba–Odivelas e título de água
Estas diferenças podem subir ou descer a adequação indicada abaixo. Observe o terreno durante um ciclo anual antes de decisões permanentes.
Perfil municipal documentado
O concelho não é
um clima único.
Este perfil resume condicionantes concelhias encontradas nas fontes abaixo. Não calcula a sua parcela nem substitui observação de altitude, exposição, solo e água no local.
Não foi encontrada uma série municipal defensável de dias ou última geada. O PMDFCI usa a normal de Beja 1971–2000, insuficiente para definir frio num vale ou talhão de Cuba. Vales, planaltos, cotas e abrigo podem alterar inversão e geada radiativa; medir mínimas e drenagem de ar antes de instalar material sensível.
Na normal histórica externa de Beja 1971–2000 usada pelo plano, a média mensal varia de 9,6 °C em janeiro a 24,3 °C em agosto, com os maiores valores em julho, agosto e setembro. É referência de outra estação, não previsão ou temperatura de um talhão. Ajustar sombra, cobertura, época de instalação, água autorizada e gestão de combustível ao local.
A normal 1971–2000 usada no PMDFCI apresenta 2,9 mm em julho, 4,0 mm em agosto e 100,6 mm em dezembro; os máximos diários históricos atingem 111,3 mm em novembro e 96,4 mm em dezembro. É referência regional antiga, não previsão, água disponível ou dotação. A sazonalidade exige infiltração, drenagem, erosão e reserva útil.
A cartografia do plano atribui 33,0% da área a plano, 26,1% a sul, 25,2% a norte, 7,9% a este e 7,8% a oeste. O vento histórico é mais frequente de oeste e tem maior velocidade de sudoeste. Estas classes não resolvem orientação, vento ou abrigo do talhão; observar insolação, corredor, sombra, poeira e combustível.
Não existe um solo municipal único. A ZEC Alvito/Cuba identifica vertissolos e luvissolos argilosos pesados e básicos ligados a olival tradicional e Linaria ricardoi, mas cobre só 136 ha de Cuba. Não extrapolar: testar profundidade, textura, pedra, carbonatos, pH, matéria orgânica, compactação, infiltração, drenagem e erosão no talhão.
O PMDFCI enquadra Cuba nas regiões hidrográficas do Sado/Mira e Guadiana, destaca a albufeira de Alvito e a ribeira de Odivelas e caracteriza vários cursos como sazonais. O Bloco Cuba–Odivelas confirma infraestrutura formal parcial, não cobertura municipal ou direito automático. Confirmar parcela cadastrada, beneficiário, contrato, título, caudal, dotação, qualidade, armazenamento, cheia e domínio hídrico.
Rastreabilidade
Fontes usadas neste perfil
Revisto em 2026-07-26; ligações verificadas em 2026-07-26.
- Município de Cuba — planeamento territorial ↗
- Diário da República — retoma da revisão do PDM de Cuba, 2022 ↗
- Diário da República — terceira alteração do PDM de Cuba, 2022 ↗
- ICNF — listagem pública dos PMDFCI ↗
- ICNF — PMDFCI de Cuba, Caderno I, terceira geração ↗
- ICNF — Plano de Gestão da ZEC Alvito/Cuba ↗
- CIMBAL — Plano Intermunicipal de Adaptação às Alterações Climáticas do Baixo Alentejo ↗
- DGADR — regulamentos dos aproveitamentos hidroagrícolas ↗
- Diário da República — Bloco de Rega Cuba–Odivelas ↗
- IVV — DOP Alentejo, sub-região Vidigueira ↗
- DGADR — Azeite do Alentejo Interior DOP ↗
- ICNF — proteção do sobreiro e da azinheira ↗
Recomendação comparada
Plantas para
Cuba.
5 registos ligam plantas concretas ao concelho, mas não constituem ensaio de aptidão. Todas as classificações permanecem integralmente herdadas de Alentejo.
Um registo territorial pode documentar cultivo, ocorrência, cartografia, intervenção ou conservação. Por defeito é apenas contexto e nunca altera a aptidão regional. Só uma avaliação local ligada a evidência parcelar pública, direta, datada e delimitada pode alterar a escala qualitativa de 1 a 3.
Comparar com o distrito de Beja →Limite atual: As áreas de azinheira, sobreiro e pinheiro-manso provêm da COS 2010 usada pelo PMDFCI de terceira geração; são ocupação cartográfica, não inventário presente, ensaio, origem, sanidade, produtividade, água ou aptidão. A ZEC Alvito/Cuba cobre apenas 136 ha no concelho e contém regras próprias para Linaria ricardoi. As duas DOP delimitam produtos, não explorações. Cuba–Odivelas abrange parcelas cadastradas, não todo o município; barragem, ribeira ou poço não demonstram integração, título, caudal, qualidade ou dotação. Confirmar PDM, ZEC, REN/RAN, domínio hídrico, bloco, fogo, solo e água por parcela.
Registos territoriais
Contexto documentado — não é uma recomendação de plantação.
Estes registos confirmam uma ligação publicada entre planta e território. Não mudam a classificação regional nem provam desempenho, autorização, água ou aptidão da sua parcela.
- Azinheira Contexto · confiança elevada
O quadro 5 do PMDFCI de terceira geração, baseado na COS 2010, cartografa 992,00 ha de azinheira: 605,72 ha em Vila Alva, 287,13 ha em Vila Ruiva, 82,83 ha em Cuba e 16,32 ha em Faro do Alentejo. Confirma ligação municipal, não presença atual, origem, sanidade, água, produtividade ou aptidão parcelar.
- Sobreiro Contexto · confiança elevada
O mesmo quadro COS 2010 cartografa 842,42 ha de sobreiro: 598,22 ha em Vila Alva, 146,11 ha em Vila Ruiva, 63,11 ha em Cuba e 34,98 ha em Faro do Alentejo. É ocupação cartográfica, não inventário ou recomendação atual, origem, água, produtividade ou autorização; mantém-se o regime de proteção.
- Pinheiro-manso Contexto · confiança moderada
O quadro COS 2010 assinala 176,78 ha de pinheiro-manso, sobretudo em Vila Alva e Faro do Alentejo. É presença municipal limitada e cartográfica, não prova de material, sanidade, resistência ao fogo ou pragas, água, produtividade ou adequação de uma nova instalação.
- Oliveira Contexto · confiança moderada
A ZEC Alvito/Cuba identifica olivicultura na fração de Cuba e a DGADR inclui todo o concelho na área do Azeite do Alentejo Interior DOP. A ZEC cobre apenas 136 ha e a DOP não inventaria olivais, resolve cultivar, prova água ou rendimento, nem certifica qualquer exploração ou lote.
- Videira Contexto · confiança moderada
O IVV inclui integralmente Cuba na sub-região Vidigueira da DOP Alentejo. É ligação geográfica regulamentar, não inventário de vinha, seleção de casta ou porta-enxerto, certificação, rega, produtividade ou aptidão parcelar.
Abóbora-menina
A abóbora-menina é viável com água e solo drenado; no pico do verão, seca durante floração e vingamento pode reduzir vingamento e qualidade.
Aeónio-de-Haworth
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Alfarrobeira
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Alho
O alho é favorável no ciclo de outono a primavera, com água disponível e redução da rega para maturação e secagem do bolbo.
Alho-francês
O alho-francês é favorável no ciclo de outono a primavera, com água disponível e redução da rega para crescimento contínuo e colheita antes de espigar.
Antúrio
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Antúrio-de-scherzer
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Árvore-guarda-chuva-anã
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Batata-doce
Muito favorável com rega, sobretudo no sudoeste; calor ajuda, mas água, salinidade e solo leve determinam forma e produção.
Begónia-maculata
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Beldroega
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Beringela
A beringela é viável com rega e solo drenado; no pico do verão, proteja a floração de calor e humidade extremos, que podem provocar aborto floral e frutos deformados.
Boca-de-tigre
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Camedórea-elegante
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Cana-índica
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Cato-de-Natal
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Cebola
A cebola é favorável no ciclo de outono a primavera, com água disponível e redução da rega para maturação e cura do bolbo.
Cipreste-de-Monterey
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Vigiar
Limites regionais.
- seca prolongada
- solo nu e quente
- água salina ou escassa
Fazer
Ações com impacto.
- regar gota a gota
- usar 5–8 cm de cobertura
- plantar árvores no outono