O PMDFCI indica cotas entre 0 m na costa e 77 m em Palhais e Coina; as maiores concentram-se no sudeste. O relevo é geralmente baixo e pouco acidentado, mas cota, proximidade da maré e drenagem continuam decisivas para cheias e encharcamento.
Município · Região climática Lisboa e Vale do Tejo
O que plantar
em Barreiro.
Concelho baixo entre o estuário do Tejo, o rio Coina, sapais, frentes urbanas e a Mata Nacional da Machada, onde inundação, salinidade, calor, solo urbano-industrial e fogo variam da costa ao sul florestal.
Padrão climático
Lisboa e Vale do Tejo
Estuário, lezíria e colinas.
Mediterrânico suave, estação longa e influência atlântica variável. A combinação de calor, solos produtivos e geada limitada suporta hortícolas, citrinos, vinha e muitas ornamentais.
Ler o guia climático completo →O que confirmar no local
- frente estuarina, sapal, várzea, parque ou mata periurbana
- cheia, salinidade, calor, seca estival e fogo
- sedimento, solo urbano-industrial, compactação, drenagem e água
Estas diferenças podem subir ou descer a adequação indicada abaixo. Observe o terreno durante um ciclo anual antes de decisões permanentes.
Perfil municipal documentado
O concelho não é
um clima único.
Este perfil resume condicionantes concelhias encontradas nas fontes abaixo. Não calcula a sua parcela nem substitui observação de altitude, exposição, solo e água no local.
Não foi identificada uma data municipal de última geada. O PMDFCI usa Lisboa/Instituto Geofísico, estação exterior ao concelho; amenidade ribeirinha e normal externa não devem ser convertidas em calendário para parque, várzea ou área florestal.
A referência Lisboa/Instituto Geofísico 1971–2000 usada pelo PMDFCI indica média anual próxima de 17 °C, máximas médias de 24,8–27,8 °C entre junho e setembro e extremos acima de 40 °C. Não mede sombra, ilha de calor, vento estuarino ou rega de cada local.
O PMDFCI descreve inverno chuvoso e verão seco, com julho muito seco e dezembro mais chuvoso na estação externa. O PMAC prioriza ondas de calor, vento forte e precipitação excessiva; reter e drenar no inverno sem perder a reserva estival.
Predominam áreas planas; nas restantes vertentes, sul e oeste são mais frequentes. O efeito de orientação é moderado pelos declives baixos, mas sombra construída, vento, reflexão urbana e proximidade estuarina continuam a alterar calor e evaporação.
O PMAC distingue território urbano-industrial a norte, áreas rurais e florestais a sul, sapal e várzea do Coina. Sedimento estuarino, parque, lote industrial e mata não são equivalentes; analisar enchimento, contaminação, compactação, pH, salinidade e drenagem.
Poucos cursos locais desaguam no Tejo e vários atravessam áreas artificializadas; o Tejo não é água de rega disponível. A Proteção Civil documenta risco de cheia e abastecimento subterrâneo. Confirmar origem, qualidade, licença, caudal e segurança perante inundação.
Rastreabilidade
Fontes usadas neste perfil
Revisto em 2026-07-26; ligações verificadas em 2026-07-26.
Recomendação comparada
Plantas para
Barreiro.
5 registos ligam plantas concretas ao concelho, mas não constituem ensaio de aptidão. Todas as classificações permanecem integralmente herdadas de Lisboa e Vale do Tejo.
Um registo territorial pode documentar cultivo, ocorrência, cartografia, intervenção ou conservação. Por defeito é apenas contexto e nunca altera a aptidão regional. Só uma avaliação local ligada a evidência parcelar pública, direta, datada e delimitada pode alterar a escala qualitativa de 1 a 3.
Comparar com o distrito de Setúbal →Limite atual: As cinco relações resultam da lista municipal da Mata Nacional da Machada, um espaço florestal concreto. Não são inventário completo, ensaio de sobrevivência, recomendação para sapal ou solo industrial, nem autorização de recolha ou transferência de material.
Registos territoriais
Contexto documentado — não é uma recomendação de plantação.
Estes registos confirmam uma ligação publicada entre planta e território. Não mudam a classificação regional nem provam desempenho, autorização, água ou aptidão da sua parcela.
- Pinheiro-manso Contexto · confiança elevada
O mapa municipal da Mata Nacional da Machada identifica pinheiro-manso entre as espécies predominantes. Confirma presença na Mata, não proveniência, desempenho em toda a área, resistência ao fogo ou adequação a parque, sapal ou terreno privado.
- Sobreiro Contexto · confiança elevada
O mapa municipal da Mata Nacional da Machada identifica sobreiro entre as espécies predominantes. A ligação é direta para a Mata, não recomendação concelhia, autorização de recolha, prova de sanidade ou garantia de instalação fora do povoamento.
- Carrasco Contexto · confiança elevada
O mapa municipal da Mata Nacional da Machada enumera carrasco entre as espécies presentes. É ocorrência num espaço identificado, não confirmação de proveniência, aptidão municipal ou autorização para intervir em habitat.
- Medronheiro Contexto · confiança elevada
O mapa municipal da Mata Nacional da Machada enumera medronheiro entre as espécies presentes. A fonte não demonstra desempenho comparativo, água disponível, tolerância a solo urbano-industrial ou adequação fora da Mata.
- Murta Contexto · confiança elevada
O mapa municipal da Mata Nacional da Machada enumera murta entre as espécies presentes. Confirma apenas o contexto florestal indicado, sem provar recolha autorizada, proveniência, aptidão geral ou sucesso de plantação.
Abóbora-menina
A abóbora-menina é muito favorável na estação quente; mantenha rega localizada e polinização, evitando seca durante floração e vingamento.
Acelga
A acelga é favorável de outono a primavera e com variedade adequada; no verão, controle espigamento ou perda de qualidade das folhas.
Aeónio-de-Haworth
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Aipo
O aipo é favorável de outono a primavera; no verão escolha variedade e exposição que limitem pecíolos fibrosos, ocos ou crescimento interrompido.
Alface
Favorável de outono a primavera e possível no verão com variedade adequada, rega rigorosa e proteção do calor da tarde.
Alho
O alho é muito favorável; escolha variedade pelo fotoperíodo e conduza a água para permitir maturação e secagem do bolbo.
Alho-francês
O alho-francês é muito favorável; escolha variedade pelo fotoperíodo e conduza a água para permitir crescimento contínuo e colheita antes de espigar.
Ameixeira
Favorável para cultivares adaptadas a inverno moderado; confirme frio, polinizadora e água antes de escolher o lote.
Antúrio
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Antúrio-de-scherzer
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Árvore-guarda-chuva-anã
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Batata-doce
Muito favorável com solo drenado e água disponível; evite excesso de azoto, salinidade e colheita após chuva.
Begónia-maculata
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Beldroega
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Beringela
A beringela é muito favorável na estação quente; evite oscilações de água e calor e humidade extremos, que podem provocar aborto floral e frutos deformados.
Beterraba
A beterraba é favorável de outono a primavera e com variedade adequada; no verão, controle floração antecipada e raízes de qualidade irregular.
Boca-de-tigre
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Brócolo
O brócolo é favorável de outono a primavera e em ciclos bem escolhidos; no verão, calor e água irregular reduzem qualidade.
Vigiar
Limites regionais.
- ondas de calor
- água calcária
- zonas vulneráveis a nitratos
Fazer
Ações com impacto.
- regar por setor
- analisar o solo
- evitar fertilização excessiva