O PMDFCI indica altitude média municipal de 187,54 m, máximo de 678 m em Aire, freguesia de Minde, e mínimo na União das Freguesias de Alcanena e Vila Moreira. O norte tem maior variação de cota e declive e o sul relevo mais suave; confirmar cota, erosão, escoamento e drenagem de ar no prédio.
Município · Região climática Lisboa e Vale do Tejo
O que plantar
em Alcanena.
Município entre o maciço calcário e elevado das Serras de Aire e Candeeiros, os vales cársicos e os setores meridionais mais suaves, onde altitude, pedra, infiltração, declive, água subterrânea, conservação e risco de incêndio variam fortemente à escala da parcela.
Padrão climático
Lisboa e Vale do Tejo
Estuário, lezíria e colinas.
Mediterrânico suave, estação longa e influência atlântica variável. A combinação de calor, solos produtivos e geada limitada suporta hortícolas, citrinos, vinha e muitas ornamentais.
Ler o guia climático completo →O que confirmar no local
- Minde e Aire, Serra de Santo António, polje de Minde ou setores meridionais; média municipal de 187,54 m e máximo de 678 m
- relevo cársico, pedra, solo raso, infiltração, declive, exposição sul/oeste, calor, secura estival e fogo
- PNSAC, RAN/REN, aquíferos, domínio hídrico, PGRH/PGRI, SGIFR, captação, título, dotação e qualidade da água
Estas diferenças podem subir ou descer a adequação indicada abaixo. Observe o terreno durante um ciclo anual antes de decisões permanentes.
Perfil municipal documentado
O concelho não é
um clima único.
Este perfil resume condicionantes concelhias encontradas nas fontes abaixo. Não calcula a sua parcela nem substitui observação de altitude, exposição, solo e água no local.
Não foi localizada série municipal atual de dias de geada nem data segura de última geada. O diagnóstico usa normais IPMA 1971–2000 de Rio Maior, fora do município e sem resolver polje, depressão, encosta, cume ou vale cársico; medir mínimas, inversão, abrigo e drenagem de ar.
Nas normais históricas de Rio Maior usadas pelo diagnóstico, julho e agosto registam 20,7–20,9 °C de média e 27,7 °C de média das máximas; os máximos mensais indicados atingem 40,7 °C em junho e 41,2 °C em agosto. É referência exterior, não previsão ou temperatura uniforme.
Na mesma série, julho e agosto registam 8,0 e 10,1 mm de precipitação mensal, face a 169,5 mm em dezembro, 137,1 mm em janeiro e 124,4 mm em fevereiro. Não é chuva atual ou dotação; avaliar reserva útil, infiltração, erosão, drenagem e armazenamento no prédio.
No norte, o diagnóstico refere prevalência de vertentes sul e oeste, mais expostas à radiação e secura; no restante território predominam setores planos sem exposição dominante. É leitura municipal de risco, não recomendação de cultura: medir radiação, sombra, vento, abrigo e humidade no talhão.
A fonte descreve o norte como calcário, com infiltração fácil, vegetação sobretudo rasteira e paisagem agreste, sem sustentar um solo municipal único. O polje de Minde enche nos meses chuvosos. Analisar rocha, pedra, profundidade, textura, pH e carbonatos, matéria orgânica, compactação, infiltração, drenagem, erosão e contaminação.
A rede é numerosa, cársica e localizada. No norte a infiltração é rápida; o polje de Minde forma lago sazonal e a sul destacam-se ribeiros, poços, furos e o Alviela, alimentado por água subterrânea. Nenhuma origem confere rega: confirmar domínio hídrico, PGRI, captação, título, caudal, qualidade e armazenamento.
Rastreabilidade
Fontes usadas neste perfil
Revisto em 2026-07-26; ligações verificadas em 2026-07-26.
- Diário da República — primeira revisão do PDM de Alcanena, Aviso n.º 19624/2021 ↗
- Diário da República — ratificação de normas do PDM de Alcanena, Resolução do Conselho de Ministros n.º 121/2021 ↗
- Município de Alcanena — PDM, regulamento, plantas e relatórios ↗
- ICNF — listagem pública dos PMDFCI e estado de Alcanena ↗
- ICNF — PMDFCI de Alcanena 2020–2029, Caderno I ↗
- Diário da República — Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais ↗
- APA — PGRH RH5A, terceiro ciclo 2022–2027 ↗
- Diário da República — PGRI RH5A, 2024 ↗
- ICNF — proteção do sobreiro e da azinheira ↗
Recomendação comparada
Plantas para
Alcanena.
2 registos ligam plantas concretas ao concelho, mas não constituem ensaio de aptidão. Todas as classificações permanecem integralmente herdadas de Lisboa e Vale do Tejo.
Um registo territorial pode documentar cultivo, ocorrência, cartografia, intervenção ou conservação. Por defeito é apenas contexto e nunca altera a aptidão regional. Só uma avaliação local ligada a evidência parcelar pública, direta, datada e delimitada pode alterar a escala qualitativa de 1 a 3.
Comparar com o distrito de Santarém →Limite atual: O ICNF assinala o PMDFCI de terceira geração como atualizado e apresenta 24-09-2030 na coluna pública de fim de vigência; o Caderno I intitula-se 2020–2029, usa COS 2015 e normais 1971–2000 de Rio Maior. Não é inventário atual, previsão, garantia de água ou aptidão. A primeira revisão do PDM foi aprovada em 08-06-2021, ratificada em 03-09-2021 e publicada em 18-10-2021; o Município disponibiliza regulamento e plantas. Não foi localizada delimitação municipal SGIFR atual aplicável a cada prédio. PNSAC, RAN/REN, PGRH/PGRI, domínio hídrico, cheia e proteção de aquíferos só condicionam áreas delimitadas. Pinheiros genéricos não identificam pinheiro-manso. Confirmar PDM, sobreposições, SGIFR, solo, erosão, fogo, captação, título, água e microclima.
Registos territoriais
Contexto documentado — não é uma recomendação de plantação.
Estes registos confirmam uma ligação publicada entre planta e território. Não mudam a classificação regional nem provam desempenho, autorização, água ou aptidão da sua parcela.
- Sobreiro Contexto · confiança moderada
O Quadro 13 do PMDFCI, baseado na COS 2015, cartografa 195,67 ha de sobreiro no concelho. É ocupação florestal histórica, não inventário atual, povoamento puro, ensaio, proveniência, sanidade, água, produtividade, aptidão parcelar ou autorização; mantém-se a proteção legal.
- Azinheira Contexto · confiança moderada
O mesmo Quadro 13, baseado na COS 2015, cartografa 157,791 ha de azinheira no concelho. É ocorrência florestal histórica, não inventário atual, povoamento puro, ensaio, proveniência, sanidade, água, produtividade, aptidão parcelar ou autorização; mantém-se a proteção legal.
Abóbora-menina
A abóbora-menina é muito favorável na estação quente; mantenha rega localizada e polinização, evitando seca durante floração e vingamento.
Acelga
A acelga é favorável de outono a primavera e com variedade adequada; no verão, controle espigamento ou perda de qualidade das folhas.
Aeónio-de-Haworth
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Aipo
O aipo é favorável de outono a primavera; no verão escolha variedade e exposição que limitem pecíolos fibrosos, ocos ou crescimento interrompido.
Alface
Favorável de outono a primavera e possível no verão com variedade adequada, rega rigorosa e proteção do calor da tarde.
Alho
O alho é muito favorável; escolha variedade pelo fotoperíodo e conduza a água para permitir maturação e secagem do bolbo.
Alho-francês
O alho-francês é muito favorável; escolha variedade pelo fotoperíodo e conduza a água para permitir crescimento contínuo e colheita antes de espigar.
Ameixeira
Favorável para cultivares adaptadas a inverno moderado; confirme frio, polinizadora e água antes de escolher o lote.
Antúrio
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Antúrio-de-scherzer
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Árvore-guarda-chuva-anã
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Batata-doce
Muito favorável com solo drenado e água disponível; evite excesso de azoto, salinidade e colheita após chuva.
Begónia-maculata
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Beldroega
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Beringela
A beringela é muito favorável na estação quente; evite oscilações de água e calor e humidade extremos, que podem provocar aborto floral e frutos deformados.
Beterraba
A beterraba é favorável de outono a primavera e com variedade adequada; no verão, controle floração antecipada e raízes de qualidade irregular.
Boca-de-tigre
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Brócolo
O brócolo é favorável de outono a primavera e em ciclos bem escolhidos; no verão, calor e água irregular reduzem qualidade.
Vigiar
Limites regionais.
- ondas de calor
- água calcária
- zonas vulneráveis a nitratos
Fazer
Ações com impacto.
- regar por setor
- analisar o solo
- evitar fertilização excessiva