O diagnóstico PMDFCI situa o concelho entre 30 e 396 m. O relevo é irregular, com vales apertados, setores superiores a 20% de declive junto à Mata e escoamento torrencial em Arranhó e São Tiago; confirmar cota, vertente, estabilidade, erosão e drenagem de ar no talhão.
Município · Região climática Lisboa e Vale do Tejo
O que plantar
em Arruda dos Vinhos.
Município de relevo irregular entre vales apertados e encostas da bacia do Tejo, onde altitude, erosão, exposição, linhas de água, RAN/REN e condicionantes do PDM exigem verificação cartográfica e de campo.
Padrão climático
Lisboa e Vale do Tejo
Estuário, lezíria e colinas.
Mediterrânico suave, estação longa e influência atlântica variável. A combinação de calor, solos produtivos e geada limitada suporta hortícolas, citrinos, vinha e muitas ornamentais.
Ler o guia climático completo →O que confirmar no local
- Arruda, Arranhó, Cardosas ou São Tiago dos Velhos; vale, encosta ou cumeada entre 30 e 396 m
- verão quente e seco nas normais históricas de Dois Portos, exposição sobretudo leste/oeste, vento, erosão e fogo
- profundidade, drenagem, RAN/REN, cursos e captações, SGIFR, título, dotação e qualidade da água
Estas diferenças podem subir ou descer a adequação indicada abaixo. Observe o terreno durante um ciclo anual antes de decisões permanentes.
Perfil municipal documentado
O concelho não é
um clima único.
Este perfil resume condicionantes concelhias encontradas nas fontes abaixo. Não calcula a sua parcela nem substitui observação de altitude, exposição, solo e água no local.
Não foi localizada série municipal atual de dias ou última geada. As normais usadas são de uma estação exterior e não resolvem vale, encosta, cumeada ou abrigo; medir mínimas, inversão e drenagem de ar antes de instalar material sensível.
Nas normais IPMA 1961–1990 de Dois Portos usadas pelo diagnóstico, as médias mensais variam aproximadamente entre 10 e 20,5 °C, as médias das máximas entre 14 e 26 °C e o máximo absoluto indicado atinge 42 °C em junho. O documento considera Vale Quente mais quente no verão; são referências históricas regionais, não previsão ou medição parcelar.
A mesma série histórica apresenta precipitação mensal entre cerca de 5 e 105 mm, com julho e agosto mais secos e novembro a fevereiro mais húmidos. Não é precipitação atual, dotação ou garantia de água; avaliar infiltração, erosão, drenagem e reserva útil no prédio.
A cartografia histórica atribui cerca de 40% das vertentes a leste e 36% a oeste. É uma distribuição municipal, não uma orientação universal ou recomendação; medir radiação, sombra, vento, humidade e combustível na encosta concreta.
O Caderno I não fornece caracterização pedológica municipal suficiente. Relevo inclinado, escoamento torrencial e perda de solo pós-fogo são alertas de terreno, não prova de textura ou aptidão. Medir profundidade útil, rocha e pedra, textura, pH e carbonatos, matéria orgânica, compactação, infiltração, drenagem e erosão.
O concelho integra as sub-bacias do Trancão, Silveiras e Rio Grande da Pipa; A-do-Baço, Matos, Louriceira, Salema e Grande da Pipa são linhas permanentes referidas no diagnóstico. Curso natural, poço ou charca não conferem rega: confirmar domínio hídrico, margem, captação, título, caudal ou dotação, qualidade, cheia e armazenamento.
Rastreabilidade
Fontes usadas neste perfil
Revisto em 2026-07-26; ligações verificadas em 2026-07-26.
- Município de Arruda dos Vinhos — Plano Diretor Municipal em vigor ↗
- Diário da República — PDM de Arruda dos Vinhos, 1997 ↗
- Diário da República — adaptação do PDM ao PROT-OVT, 2017 ↗
- Diário da República — alteração do PDM por revogação do plano da ZIR, 2018 ↗
- Diário da República — segunda alteração RERAE do PDM, 2019 ↗
- Diário da República — alteração do artigo 67.º do PDM, 2021 ↗
- Município de Arruda dos Vinhos — revisão do PDM em curso ↗
- ICNF — listagem pública dos PMDFCI e estado de Arruda dos Vinhos ↗
- ICNF — PMDFCI de Arruda dos Vinhos, Caderno I, terceira geração ↗
- APA — PGRH do terceiro ciclo 2022–2027 ↗
- DGADR — Pêra Rocha do Oeste DOP ↗
- ICNF — proteção do sobreiro e da azinheira ↗
Recomendação comparada
Plantas para
Arruda dos Vinhos.
3 registos ligam plantas concretas ao concelho, mas não constituem ensaio de aptidão. Todas as classificações permanecem integralmente herdadas de Lisboa e Vale do Tejo.
Um registo territorial pode documentar cultivo, ocorrência, cartografia, intervenção ou conservação. Por defeito é apenas contexto e nunca altera a aptidão regional. Só uma avaliação local ligada a evidência parcelar pública, direta, datada e delimitada pode alterar a escala qualitativa de 1 a 3.
Comparar com o distrito de Lisboa →Limite atual: A listagem pública do ICNF assinala o PMDFCI de terceira geração como «Em vigor/Atualizado: Sim» e mostra 09-12-2031 na coluna «Data de Desatualização»; não se infere daí prazo jurídico autónomo. O Caderno I foi fechado em 2021 e usa COS 2018 e normais de Dois Portos 1961–1990; não é inventário atual, previsão, garantia de água ou aptidão. O PDM de 1997 mantém adaptações e alterações até 2021; a revisão municipal em curso e a proposta de 2022 não o substituem sem ato final publicado. A ausência de área SNAC indicada pelo diagnóstico histórico não é promovida a ausência atual; confirmar PDM, cartografia ICNF/DGT, RAN/REN, DPH, SGIFR e captações no prédio. Classes genéricas ou mistas não são atribuídas a espécies. A DOP prova ligação territorial, não pomar, certificação ou aptidão. Confirmar solo, título, dotação e qualidade da água e microclima.
Registos territoriais
Contexto documentado — não é uma recomendação de plantação.
Estes registos confirmam uma ligação publicada entre planta e território. Não mudam a classificação regional nem provam desempenho, autorização, água ou aptidão da sua parcela.
- Pereira Rocha Contexto · confiança moderada
A DGADR inclui Arruda dos Vinhos na área geográfica delimitada da Pêra Rocha do Oeste DOP e identifica a variedade Rocha. É ligação territorial ao produto, não prova de pomar, certificação, porta-enxerto, sanidade, água, rendimento ou aptidão do prédio.
- Sobreiro Contexto · confiança moderada
A COS 2018 publicada no diagnóstico PMDFCI regista 28,92 ha na classe «Sobreiro». É presença cartográfica histórica e limitada, não inventário atual, ensaio, proveniência, sanidade, água, produtividade, aptidão ou autorização; mantém-se a proteção legal.
- Pinheiro-manso Contexto · confiança moderada
A mesma COS 2018 regista 61,57 ha na classe «Pinheiro-manso». Confirma presença municipal histórica, não inventário presente, material, sanidade, resistência ao fogo, água, produtividade ou adequação de nova instalação.
Abóbora-menina
A abóbora-menina é muito favorável na estação quente; mantenha rega localizada e polinização, evitando seca durante floração e vingamento.
Acelga
A acelga é favorável de outono a primavera e com variedade adequada; no verão, controle espigamento ou perda de qualidade das folhas.
Aeónio-de-Haworth
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Aipo
O aipo é favorável de outono a primavera; no verão escolha variedade e exposição que limitem pecíolos fibrosos, ocos ou crescimento interrompido.
Alface
Favorável de outono a primavera e possível no verão com variedade adequada, rega rigorosa e proteção do calor da tarde.
Alho
O alho é muito favorável; escolha variedade pelo fotoperíodo e conduza a água para permitir maturação e secagem do bolbo.
Alho-francês
O alho-francês é muito favorável; escolha variedade pelo fotoperíodo e conduza a água para permitir crescimento contínuo e colheita antes de espigar.
Ameixeira
Favorável para cultivares adaptadas a inverno moderado; confirme frio, polinizadora e água antes de escolher o lote.
Antúrio
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Antúrio-de-scherzer
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Árvore-guarda-chuva-anã
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Batata-doce
Muito favorável com solo drenado e água disponível; evite excesso de azoto, salinidade e colheita após chuva.
Begónia-maculata
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Beldroega
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Beringela
A beringela é muito favorável na estação quente; evite oscilações de água e calor e humidade extremos, que podem provocar aborto floral e frutos deformados.
Beterraba
A beterraba é favorável de outono a primavera e com variedade adequada; no verão, controle floração antecipada e raízes de qualidade irregular.
Boca-de-tigre
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Brócolo
O brócolo é favorável de outono a primavera e em ciclos bem escolhidos; no verão, calor e água irregular reduzem qualidade.
Vigiar
Limites regionais.
- ondas de calor
- água calcária
- zonas vulneráveis a nitratos
Fazer
Ações com impacto.
- regar por setor
- analisar o solo
- evitar fertilização excessiva