O plano municipal indica cotas entre 0 e 380 m, com máximos na Serra da Arrábida e junto à costa sudeste. Lagoa, espaços costeiros baixos, planaltos, vertentes e cumeadas não partilham vento, drenagem ou calendário.
Município · Região climática Lisboa e Vale do Tejo
O que plantar
em Sesimbra.
Município entre costa atlântica, Lagoa de Albufeira, dunas, planaltos interiores, serra calcária da Arrábida e núcleos urbanos; altitude, exposição, sal, fogo, drenagem e solo não admitem leitura concelhia única.
Padrão climático
Lisboa e Vale do Tejo
Estuário, lezíria e colinas.
Mediterrânico suave, estação longa e influência atlântica variável. A combinação de calor, solos produtivos e geada limitada suporta hortícolas, citrinos, vinha e muitas ornamentais.
Ler o guia climático completo →O que confirmar no local
- costa, lagoa ou duna, serra calcária, planalto ou núcleo urbano
- vento, sal, insolação, seca, fogo, escorrência e inundação
- areia, calcário, vale húmido ou solo urbano; profundidade e água
Estas diferenças podem subir ou descer a adequação indicada abaixo. Observe o terreno durante um ciclo anual antes de decisões permanentes.
Perfil municipal documentado
O concelho não é
um clima único.
Este perfil resume condicionantes concelhias encontradas nas fontes abaixo. Não calcula a sua parcela nem substitui observação de altitude, exposição, solo e água no local.
Não foi identificada uma série municipal de geada ou data local de última geada. O plano usa Setúbal/Setenave, estação IPMA a 4 m e fora do concelho; não deve ser convertida em calendário para vales, planaltos, encostas ou quintais de Sesimbra.
A referência externa 1971–2000 usada pelo plano regista agosto quente, mas o próprio documento assinala variação por relevo, distância ao mar e coberto vegetal. Costa, Arrábida e interior exigem leitura local de sol, vento, sombra e volume de solo.
A referência externa concentra chuva entre outubro e março e apresenta julho e agosto muito secos. Dimensionar drenagem de inverno, infiltração e reserva estival sem publicar esses valores como medição de toda a área municipal.
Na Arrábida, vertentes norte tendem a ser mais frescas e húmidas e as de sul secam mais no verão; declive e exposição também alteram fogo. Na costa, vento e aerossol acrescentam condicionantes distintas. Confirmar sempre a parcela.
Arrábida e Espichel reúnem calcários e flora calcícola; Lagoa e Arriba Fóssil incluem areias, arenitos e argilas flúvio-marinhas. Duna, vertente calcária, vale e lote urbano exigem testes próprios de profundidade, pedra, pH, compactação, drenagem e salinidade.
A Ribeira da Apostiça é o principal curso permanente indicado e alimenta a Lagoa de Albufeira. Água superficial, lagunar ou costeira não equivale a água doce de rega; confirmar origem, qualidade, título, caudal, salinidade, cheia e erosão.
Rastreabilidade
Fontes usadas neste perfil
Revisto em 2026-07-26; ligações verificadas em 2026-07-26.
- Município de Sesimbra — Plano Intermunicipal de Defesa da Floresta, Caderno I ↗
- Município de Sesimbra — plantação no Parque dos Pinheiros, Quinta do Conde ↗
- ICNF — Parque Natural da Arrábida ↗
- ICNF — ZEC Arrábida/Espichel ↗
- ICNF — Paisagem Protegida da Arriba Fóssil da Costa da Caparica ↗
- APA — Planos de Gestão das Regiões Hidrográficas ↗
Recomendação comparada
Plantas para
Sesimbra.
4 registos ligam plantas concretas ao concelho, mas não constituem ensaio de aptidão. Todas as classificações permanecem integralmente herdadas de Lisboa e Vale do Tejo.
Um registo territorial pode documentar cultivo, ocorrência, cartografia, intervenção ou conservação. Por defeito é apenas contexto e nunca altera a aptidão regional. Só uma avaliação local ligada a evidência parcelar pública, direta, datada e delimitada pode alterar a escala qualitativa de 1 a 3.
Comparar com o distrito de Setúbal →Limite atual: Sobreiro e pinheiro-manso vêm de cartografia florestal municipal; azinheira e folhado de uma notícia de 2022 sobre uma plantação concreta na Quinta do Conde, que usa apenas nomes comuns. Não são ensaios concelhios, inventário atual, prova de proveniência ou autorização de intervenção em Arrábida, dunas, lagoa, costa ou terreno privado.
Registos territoriais
Contexto documentado — não é uma recomendação de plantação.
Estes registos confirmam uma ligação publicada entre planta e território. Não mudam a classificação regional nem provam desempenho, autorização, água ou aptidão da sua parcela.
- Sobreiro Contexto · confiança elevada
O PMDFCI municipal quantifica 852,99 ha de povoamentos de sobreiro, sobretudo na freguesia de Castelo. A cartografia comprova coberto florestal publicado, não proveniência, aptidão em duna ou calcário, autorização de intervenção ou resistência ao fogo.
- Pinheiro-manso Contexto · confiança elevada
O PMDFCI municipal quantifica 909,45 ha de pinheiro-manso, concentrados na freguesia de Castelo. Confirma presença florestal cartografada, não sucesso em qualquer parcela, origem do material, água disponível ou autorização em área protegida.
- Azinheira Contexto · confiança moderada
A notícia municipal de 2022 documenta “azinheiras”, apenas por nome comum, entre as 60 árvores plantadas no Parque dos Pinheiros, Quinta do Conde. A correspondência com Quercus rotundifolia é prudente e localizada, não recomendação para duna, costa salina, vertente calcária ou terreno particular.
- Folhado Contexto · confiança moderada
A notícia municipal de 2022 documenta “folhados”, apenas por nome comum, entre as árvores plantadas no Parque dos Pinheiros, Quinta do Conde. A correspondência editorial com Viburnum tinus mantém incerteza de identidade de viveiro, proveniência e adaptação fora dessa ação.
Abóbora-menina
A abóbora-menina é muito favorável na estação quente; mantenha rega localizada e polinização, evitando seca durante floração e vingamento.
Acelga
A acelga é favorável de outono a primavera e com variedade adequada; no verão, controle espigamento ou perda de qualidade das folhas.
Aeónio-de-Haworth
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Aipo
O aipo é favorável de outono a primavera; no verão escolha variedade e exposição que limitem pecíolos fibrosos, ocos ou crescimento interrompido.
Alface
Favorável de outono a primavera e possível no verão com variedade adequada, rega rigorosa e proteção do calor da tarde.
Alho
O alho é muito favorável; escolha variedade pelo fotoperíodo e conduza a água para permitir maturação e secagem do bolbo.
Alho-francês
O alho-francês é muito favorável; escolha variedade pelo fotoperíodo e conduza a água para permitir crescimento contínuo e colheita antes de espigar.
Ameixeira
Favorável para cultivares adaptadas a inverno moderado; confirme frio, polinizadora e água antes de escolher o lote.
Antúrio
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Antúrio-de-scherzer
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Árvore-guarda-chuva-anã
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Batata-doce
Muito favorável com solo drenado e água disponível; evite excesso de azoto, salinidade e colheita após chuva.
Begónia-maculata
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Beldroega
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Beringela
A beringela é muito favorável na estação quente; evite oscilações de água e calor e humidade extremos, que podem provocar aborto floral e frutos deformados.
Beterraba
A beterraba é favorável de outono a primavera e com variedade adequada; no verão, controle floração antecipada e raízes de qualidade irregular.
Boca-de-tigre
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Brócolo
O brócolo é favorável de outono a primavera e em ciclos bem escolhidos; no verão, calor e água irregular reduzem qualidade.
Vigiar
Limites regionais.
- ondas de calor
- água calcária
- zonas vulneráveis a nitratos
Fazer
Ações com impacto.
- regar por setor
- analisar o solo
- evitar fertilização excessiva