O diagnóstico histórico situa o concelho entre cerca de 6 e 490 m; as cotas mais baixas ficam a sudeste e as mais altas junto à Serra dos Candeeiros, no limite noroeste. Cerca de 68% fica entre 50 e 150 m e 9% acima de 200 m; confirmar cota, declive, erosão e drenagem de ar.
Município · Região climática Lisboa e Vale do Tejo
O que plantar
em Rio Maior.
Município de relevo contrastado entre a Serra dos Candeeiros, vales de linhas de água e setores baixos do sudeste, onde altitude, calcário, declive, exposição, água, conservação e fogo exigem leitura à escala da parcela.
Padrão climático
Lisboa e Vale do Tejo
Estuário, lezíria e colinas.
Mediterrânico suave, estação longa e influência atlântica variável. A combinação de calor, solos produtivos e geada limitada suporta hortícolas, citrinos, vinha e muitas ornamentais.
Ler o guia climático completo →O que confirmar no local
- Serra dos Candeeiros e Alcobertas, vales do rio Maior e ribeiras ou setores baixos de sudeste; cerca de 6–490 m
- calcário, pedra, solo raso, declive, exposição, vento de noroeste, calor e secura estival
- PNSAC, RAN/REN, domínio hídrico, PGRH/PGRI, SGIFR, captação, título, dotação e qualidade da água
Estas diferenças podem subir ou descer a adequação indicada abaixo. Observe o terreno durante um ciclo anual antes de decisões permanentes.
Perfil municipal documentado
O concelho não é
um clima único.
Este perfil resume condicionantes concelhias encontradas nas fontes abaixo. Não calcula a sua parcela nem substitui observação de altitude, exposição, solo e água no local.
As normais IPMA 1961–1990 da estação de Rio Maior usadas no diagnóstico registam mínimo absoluto de -6,2 °C em janeiro e fevereiro. Não foi localizada série atual de dias de geada ou última geada; vale, depressão, encosta e serra exigem medição própria.
Na mesma série histórica, a média anual é 15,03 °C, agosto regista 21,5 °C de média e 28,3 °C de média das máximas e o máximo absoluto indicado é 41,7 °C em junho. É referência histórica, não previsão ou temperatura uniforme do município.
A série histórica indica 871,6 mm anuais, máximo médio mensal de 129,8 mm em fevereiro e mínimo de 5,4 mm em julho; o máximo diário indicado é 99,3 mm em novembro. Não é precipitação atual ou garantia de água; avaliar infiltração, erosão, drenagem, reserva e armazenamento.
A serra inclui extensa mancha sudeste; nos vales de Pisões e Alcobertas, o diagnóstico descreve vertentes nordeste nas margens direitas e sudoeste nas esquerdas. Orientações de este a sudoeste ocupam cada uma mais de 11%. São referências para medir radiação, sombra, vento e abrigo, não recomendações.
Não foi localizada fonte pedológica primária atual que permita atribuir solo único ao município. Serra, vale e sudeste diferem em litologia, profundidade, pedra e drenagem; medir rocha, profundidade, textura, pH e carbonatos, matéria orgânica, compactação, infiltração, drenagem e erosão.
A rede organiza-se nas sub-bacias do rio Maior e Ribeira das Alcobertas/Fráguas. Rio, ribeira, poço ou charca não conferem rega; confirmar domínio hídrico, PGRI, cheia, captação, título, caudal ou dotação, qualidade e armazenamento. As salinas não provam solo salino noutras parcelas.
Rastreabilidade
Fontes usadas neste perfil
Revisto em 2026-07-26; ligações verificadas em 2026-07-26.
- Diário da República — PDM de Rio Maior, Resolução do Conselho de Ministros n.º 47/95 ↗
- Diário da República — adaptação do PDM ao POPNSAC, 2021 ↗
- Diário da República — adaptação do PDM ao PEPNSAC e PGRI, 2024 ↗
- Diário da República — normas provisórias da revisão do PDM, Faleca, 2026 ↗
- ICNF — listagem pública dos PMDFCI e estado de Rio Maior ↗
- ICNF — PMDFCI histórico de Rio Maior, Caderno I ↗
- Diário da República — Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais ↗
- APA — Planos de Gestão de Região Hidrográfica ↗
- Diário da República — PGRI RH5A, 2024 ↗
- ICNF — proteção do sobreiro e da azinheira ↗
Recomendação comparada
Plantas para
Rio Maior.
2 registos ligam plantas concretas ao concelho, mas não constituem ensaio de aptidão. Todas as classificações permanecem integralmente herdadas de Lisboa e Vale do Tejo.
Um registo territorial pode documentar cultivo, ocorrência, cartografia, intervenção ou conservação. Por defeito é apenas contexto e nunca altera a aptidão regional. Só uma avaliação local ligada a evidência parcelar pública, direta, datada e delimitada pode alterar a escala qualitativa de 1 a 3.
Comparar com o distrito de Santarém →Limite atual: O ICNF classifica o PMDFCI de segunda geração como não atualizado desde 13-03-2022; o Caderno I é apenas contexto histórico e usa normais 1961–1990 e cartografia antiga. O PDM de 1995 mantém adaptações de 2021 e 2024, incluindo PEPNSAC e PGRI; a revisão continua e as normas provisórias de 2026 são localizadas. Não foi localizada delimitação municipal SGIFR atual aplicável a cada prédio. PNSAC, RAN/REN, PGRH/PGRI, domínio hídrico e inundação só condicionam áreas delimitadas. Classes genéricas não foram atribuídas a espécies, e salinas não provam solo salino, água ou aptidão. Confirmar PDM consolidado, SGIFR, sobreposições, solo, fogo, captação, título, água e microclima.
Registos territoriais
Contexto documentado — não é uma recomendação de plantação.
Estes registos confirmam uma ligação publicada entre planta e território. Não mudam a classificação regional nem provam desempenho, autorização, água ou aptidão da sua parcela.
- Pinheiro-manso Contexto · confiança limitada
O diagnóstico PMDFCI de segunda geração descreve no sudeste áreas extensas de povoamentos mistos de pinheiro-manso e sobreiro. É referência cartográfica histórica, mista e sem área atribuível à espécie; não é inventário atual, povoamento puro, prova de material, sanidade, água, produtividade ou aptidão de instalação.
- Sobreiro Contexto · confiança limitada
O mesmo diagnóstico histórico descreve no sudeste povoamentos mistos de pinheiro-manso e sobreiro. É ocorrência cartográfica histórica e mista, sem área própria; não é inventário atual, povoamento puro, proveniência, sanidade, água, produtividade, aptidão ou autorização. Mantém-se a proteção legal.
Abóbora-menina
A abóbora-menina é muito favorável na estação quente; mantenha rega localizada e polinização, evitando seca durante floração e vingamento.
Acelga
A acelga é favorável de outono a primavera e com variedade adequada; no verão, controle espigamento ou perda de qualidade das folhas.
Aeónio-de-Haworth
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Aipo
O aipo é favorável de outono a primavera; no verão escolha variedade e exposição que limitem pecíolos fibrosos, ocos ou crescimento interrompido.
Alface
Favorável de outono a primavera e possível no verão com variedade adequada, rega rigorosa e proteção do calor da tarde.
Alho
O alho é muito favorável; escolha variedade pelo fotoperíodo e conduza a água para permitir maturação e secagem do bolbo.
Alho-francês
O alho-francês é muito favorável; escolha variedade pelo fotoperíodo e conduza a água para permitir crescimento contínuo e colheita antes de espigar.
Ameixeira
Favorável para cultivares adaptadas a inverno moderado; confirme frio, polinizadora e água antes de escolher o lote.
Antúrio
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Antúrio-de-scherzer
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Árvore-guarda-chuva-anã
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Batata-doce
Muito favorável com solo drenado e água disponível; evite excesso de azoto, salinidade e colheita após chuva.
Begónia-maculata
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Beldroega
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Beringela
A beringela é muito favorável na estação quente; evite oscilações de água e calor e humidade extremos, que podem provocar aborto floral e frutos deformados.
Beterraba
A beterraba é favorável de outono a primavera e com variedade adequada; no verão, controle floração antecipada e raízes de qualidade irregular.
Boca-de-tigre
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Brócolo
O brócolo é favorável de outono a primavera e em ciclos bem escolhidos; no verão, calor e água irregular reduzem qualidade.
Vigiar
Limites regionais.
- ondas de calor
- água calcária
- zonas vulneráveis a nitratos
Fazer
Ações com impacto.
- regar por setor
- analisar o solo
- evitar fertilização excessiva