O diagnóstico PMDFCI situa o concelho entre 109 m junto ao rio Sizandro, no limite norte, e 438 m no Forte do Alqueidão. O relevo é ondulado e a principal cumeada desenvolve-se a sul; confirmar cota, vertente, erosão, escoamento e drenagem de ar no talhão.
Município · Região climática Lisboa e Vale do Tejo
O que plantar
em Sobral de Monte Agraço.
Pequeno município do Oeste entre as bacias do Sizandro e do Rio Grande da Pipa e uma cumeada meridional mais acidentada, onde relevo, drenagem, vento e seca estival variam à escala da parcela.
Padrão climático
Lisboa e Vale do Tejo
Estuário, lezíria e colinas.
Mediterrânico suave, estação longa e influência atlântica variável. A combinação de calor, solos produtivos e geada limitada suporta hortícolas, citrinos, vinha e muitas ornamentais.
Ler o guia climático completo →O que confirmar no local
- vale do Sizandro ou Grande da Pipa, encosta meridional ou cumeada entre 109 e 438 m
- seca estival, vento de noroeste, inversão de baixio, exposição, erosão e fogo
- profundidade, drenagem, linhas temporárias, RAN/REN, domínio hídrico, SGIFR, captação e título de água
Estas diferenças podem subir ou descer a adequação indicada abaixo. Observe o terreno durante um ciclo anual antes de decisões permanentes.
Perfil municipal documentado
O concelho não é
um clima único.
Este perfil resume condicionantes concelhias encontradas nas fontes abaixo. Não calcula a sua parcela nem substitui observação de altitude, exposição, solo e água no local.
As normais 1961–1990 da estação próxima de Dois Portos incluem mínimo absoluto de -4,2 °C em janeiro, mas não foi localizada série municipal atual de dias ou última geada. Monitorizar mínimas e inversão nos baixios antes de instalar culturas precoces ou material sensível.
Na série histórica de Dois Portos 1961–1990 usada pelo diagnóstico, agosto regista 20,5 °C de média e 26,2 °C de média das máximas; o máximo absoluto mais alto indicado é 42,0 °C em junho. São referências regionais históricas, não previsão nem medição parcelar atual.
A mesma série histórica totaliza cerca de 700 mm por ano, mas regista apenas 5,2 mm em julho e 6,6 mm em agosto. A estação seca de junho a setembro exige avaliar reserva útil, infiltração e eventual rega, sem converter a normal antiga em precipitação ou dotação da parcela.
O diagnóstico indica que as encostas de maior declive se orientam sobretudo a norte ou leste e que as vertentes sul são em geral mais suaves e ensolaradas. É leitura cartográfica municipal, não regra de aptidão; medir radiação, humidade, vento e abrigo no talhão.
Não foi localizada cartografia pedológica municipal oficial atual suficiente. Vale, cumeada e encosta justificam abertura de perfil e análise de profundidade efetiva, rocha e pedra, textura, pH e carbonatos, matéria orgânica, compactação, infiltração, drenagem e erosão antes de escolher espécie ou porta-enxerto.
O município reparte-se pelas bacias do Sizandro e do Rio Grande da Pipa; ribeiras da Pipa e de Monfalim integram uma rede descrita como temporária. Curso, poço ou charca não conferem rega: confirmar domínio hídrico, margens, origem, título, caudal ou dotação, qualidade, cheia e armazenamento.
Rastreabilidade
Fontes usadas neste perfil
Revisto em 2026-07-26; ligações verificadas em 2026-07-26.
- Diário da República — PDM de Sobral de Monte Agraço, 1996 ↗
- Diário da República — adaptação do PDM ao PROT-OVT, 2010 ↗
- Diário da República — início da revisão do PDM, 2013 ↗
- ICNF — listagem pública dos PMDFCI e estado de Sobral de Monte Agraço ↗
- ICNF — PMDFCI de Sobral de Monte Agraço 2021–2030, Caderno I ↗
- APA — PGRH do terceiro ciclo 2022–2027 ↗
- DGADR — Pêra Rocha do Oeste DOP ↗
- ICNF — proteção do sobreiro e da azinheira ↗
Recomendação comparada
Plantas para
Sobral de Monte Agraço.
3 registos ligam plantas concretas ao concelho, mas não constituem ensaio de aptidão. Todas as classificações permanecem integralmente herdadas de Lisboa e Vale do Tejo.
Um registo territorial pode documentar cultivo, ocorrência, cartografia, intervenção ou conservação. Por defeito é apenas contexto e nunca altera a aptidão regional. Só uma avaliação local ligada a evidência parcelar pública, direta, datada e delimitada pode alterar a escala qualitativa de 1 a 3.
Comparar com o distrito de Lisboa →Limite atual: A listagem pública do ICNF assinala o PMDFCI de terceira geração como «Em vigor/Atualizado: Sim» e mostra 24-02-2032 na coluna «Data de Desatualização»; não se infere daí prazo jurídico autónomo. O Caderno I intitula-se 2021–2030 e usa COS 2018, fontes de 2019 e normais de Dois Portos 1961–1990; não é inventário atual, previsão, garantia de água ou aptidão. A cadeia publicada localizada parte do PDM de 1996 e da adaptação de 2010; a revisão iniciada em 2013 não tem ato final localizado. A indicação histórica de ausência de áreas protegidas, Rede Natura e regime florestal não substitui cruzamento atual com PDM, ICNF/DGT, RAN/REN, DPH e SGIFR no prédio. Pinheiro-bravo não foi atribuído por não existir slug correspondente no catálogo. A DOP prova ligação territorial, não pomar ou aptidão. Confirmar solo, título, dotação e qualidade da água e microclima.
Registos territoriais
Contexto documentado — não é uma recomendação de plantação.
Estes registos confirmam uma ligação publicada entre planta e território. Não mudam a classificação regional nem provam desempenho, autorização, água ou aptidão da sua parcela.
- Pereira Rocha Contexto · confiança moderada
A DGADR inclui Sobral de Monte Agraço na área geográfica delimitada da Pêra Rocha do Oeste DOP e identifica a variedade Rocha. É ligação territorial ao produto, não prova de pomar, lote certificado, porta-enxerto, sanidade, água, produtividade ou aptidão do prédio.
- Sobreiro Contexto · confiança moderada
A COS 2018 publicada no Quadro 4 do diagnóstico PMDFCI cartografa 20,88 ha de sobreiro. É ocupação histórica e limitada, não inventário atual, confirmação de povoamento, ensaio, proveniência, água, aptidão ou autorização; mantém-se a proteção legal.
- Pinheiro-manso Contexto · confiança moderada
A mesma COS 2018 cartografa 39,87 ha de pinheiro-manso. Confirma presença municipal histórica, não inventário presente, diagnóstico de material, solo, água, pragas, produtividade ou aptidão de uma nova instalação.
Abóbora-menina
A abóbora-menina é muito favorável na estação quente; mantenha rega localizada e polinização, evitando seca durante floração e vingamento.
Acelga
A acelga é favorável de outono a primavera e com variedade adequada; no verão, controle espigamento ou perda de qualidade das folhas.
Aeónio-de-Haworth
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Aipo
O aipo é favorável de outono a primavera; no verão escolha variedade e exposição que limitem pecíolos fibrosos, ocos ou crescimento interrompido.
Alface
Favorável de outono a primavera e possível no verão com variedade adequada, rega rigorosa e proteção do calor da tarde.
Alho
O alho é muito favorável; escolha variedade pelo fotoperíodo e conduza a água para permitir maturação e secagem do bolbo.
Alho-francês
O alho-francês é muito favorável; escolha variedade pelo fotoperíodo e conduza a água para permitir crescimento contínuo e colheita antes de espigar.
Ameixeira
Favorável para cultivares adaptadas a inverno moderado; confirme frio, polinizadora e água antes de escolher o lote.
Antúrio
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Antúrio-de-scherzer
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Árvore-guarda-chuva-anã
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Batata-doce
Muito favorável com solo drenado e água disponível; evite excesso de azoto, salinidade e colheita após chuva.
Begónia-maculata
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Beldroega
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Beringela
A beringela é muito favorável na estação quente; evite oscilações de água e calor e humidade extremos, que podem provocar aborto floral e frutos deformados.
Beterraba
A beterraba é favorável de outono a primavera e com variedade adequada; no verão, controle floração antecipada e raízes de qualidade irregular.
Boca-de-tigre
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Brócolo
O brócolo é favorável de outono a primavera e em ciclos bem escolhidos; no verão, calor e água irregular reduzem qualidade.
Vigiar
Limites regionais.
- ondas de calor
- água calcária
- zonas vulneráveis a nitratos
Fazer
Ações com impacto.
- regar por setor
- analisar o solo
- evitar fertilização excessiva