O PMDFCI indica 42–274 m, com 37% do concelho entre 100 e 150 m, um vale baixo de este a oeste e cotas mais altas na Mina de Água e Venteira. Mesmo esta amplitude exige distinguir fundo de vale, encosta e drenagem de ar.
Município · Região climática Lisboa e Vale do Tejo
O que plantar
em Amadora.
Município muito urbanizado, entre vales canalizados, parques e arruamentos, onde relevo suave, impermeabilização, calor urbano, solo transformado e água disponível variam a curta distância.
Padrão climático
Lisboa e Vale do Tejo
Estuário, lezíria e colinas.
Mediterrânico suave, estação longa e influência atlântica variável. A combinação de calor, solos produtivos e geada limitada suporta hortícolas, citrinos, vinha e muitas ornamentais.
Ler o guia climático completo →O que confirmar no local
- parque, arruamento, margem de ribeira ou lote urbano
- calor estival, sombra construída, vento e exposição
- compactação, enchimento, drenagem, escoamento e água de rega
Estas diferenças podem subir ou descer a adequação indicada abaixo. Observe o terreno durante um ciclo anual antes de decisões permanentes.
Perfil municipal documentado
O concelho não é
um clima único.
Este perfil resume condicionantes concelhias encontradas nas fontes abaixo. Não calcula a sua parcela nem substitui observação de altitude, exposição, solo e água no local.
Não existe na fonte uma data municipal de última geada. O PMDFCI usa Lisboa/Geofísico, estação exterior ao concelho, como referência climática; não deve ser convertida num calendário para parques, jardins ou fundos de vale da Amadora.
A referência Lisboa/Geofísico usada pelo PMDFCI regista máximas médias de 26–28 °C entre julho e setembro e extremos históricos acima de 40 °C. A estação externa não mede ilha de calor, sombra construída, volume de solo ou rega em cada rua.
O PMDFCI usa 725,8 mm anuais na normal Lisboa/Geofísico 1971–2000, com verão muito seco; o plano para a seca aponta 669 mm numa reconstrução 1991–2020. Ambos enquadram défice estival, sem substituir infiltração, escoamento ou armazenamento locais.
O PMDFCI mapeia exposição dominante a este e oeste, com menor representação a sul, norte e em terreno plano. Orientação, vento quente, sombra de edifícios e reflexão de pavimentos devem ser confirmados no local.
Não há base para atribuir textura, pH ou profundidade únicos a um concelho densamente urbanizado. Parque, antigo aterro, caldeira de rua e margem de ribeira exigem análises próprias de enchimento, contaminação, compactação, matéria orgânica e drenagem.
As ribeiras da Falagueira/Alcântara, Costa, Algés, Carenque e Amadora incluem troços canalizados e caudais estivais reduzidos ou ausentes. Uma linha de água não comprova rega, qualidade, licença ou segurança perante cheia; confirmar rede, armazenamento e infiltração.
Rastreabilidade
Fontes usadas neste perfil
Revisto em 2026-07-26; ligações verificadas em 2026-07-26.
Recomendação comparada
Plantas para
Amadora.
6 registos ligam plantas concretas ao concelho, mas não constituem ensaio de aptidão. Todas as classificações permanecem integralmente herdadas de Lisboa e Vale do Tejo.
Um registo territorial pode documentar cultivo, ocorrência, cartografia, intervenção ou conservação. Por defeito é apenas contexto e nunca altera a aptidão regional. Só uma avaliação local ligada a evidência parcelar pública, direta, datada e delimitada pode alterar a escala qualitativa de 1 a 3.
Comparar com o distrito de Lisboa →Limite atual: As seis relações resultam do anexo de espécies de um único plano de pormenor: especificação paisagística, não inventário de campo, ensaio de sobrevivência ou recomendação para todo o concelho. A lista geral de arborização não associa cada espécie a cada parque e não gerou relações adicionais.
Registos territoriais
Contexto documentado — não é uma recomendação de plantação.
Estes registos confirmam uma ligação publicada entre planta e território. Não mudam a classificação regional nem provam desempenho, autorização, água ou aptidão da sua parcela.
- Carvalho-alvarinho Contexto · confiança moderada
O Plano de Pormenor da Ribeira da Falagueira especifica Quercus robur para caldeiras e zonas verdes do parque. É seleção paisagística oficial e localizada, não ocorrência espontânea, sobrevivência comprovada, proveniência ou aptidão fora do parque.
- Pinheiro-manso Contexto · confiança moderada
O anexo do Plano de Pormenor da Ribeira da Falagueira inclui Pinus pinea nas árvores de zonas verdes. A especificação não prova distribuição municipal, resistência urbana geral, origem do lote ou desempenho atual.
- Medronheiro Contexto · confiança moderada
O anexo do plano enumera Arbutus unedo entre os arbustos isolados do parque da Ribeira da Falagueira. É desenho paisagístico localizado, não inventário natural, ensaio de desempenho ou recomendação para qualquer solo urbano.
- Pilriteiro Contexto · confiança moderada
O anexo do plano enumera Crataegus monogyna entre os arbustos isolados do parque da Ribeira da Falagueira. A ligação não prova origem genética, aptidão geral, recolha autorizada ou uso noutra margem urbana.
- Loureiro Contexto · confiança moderada
O plano inclui Laurus nobilis nas zonas verdes do parque da Ribeira da Falagueira. Confirma uma seleção municipal num local delimitado, não ocorrência espontânea, água disponível ou adequação concelhia.
- Oliveira Contexto · confiança moderada
O plano enumera Olea europaea entre as árvores das zonas verdes do parque da Ribeira da Falagueira. Trata-se de especificação paisagística, sem prova de presença natural, rusticidade uniforme ou autorização de obtenção de material.
Abóbora-menina
A abóbora-menina é muito favorável na estação quente; mantenha rega localizada e polinização, evitando seca durante floração e vingamento.
Acelga
A acelga é favorável de outono a primavera e com variedade adequada; no verão, controle espigamento ou perda de qualidade das folhas.
Aeónio-de-Haworth
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Aipo
O aipo é favorável de outono a primavera; no verão escolha variedade e exposição que limitem pecíolos fibrosos, ocos ou crescimento interrompido.
Alface
Favorável de outono a primavera e possível no verão com variedade adequada, rega rigorosa e proteção do calor da tarde.
Alho
O alho é muito favorável; escolha variedade pelo fotoperíodo e conduza a água para permitir maturação e secagem do bolbo.
Alho-francês
O alho-francês é muito favorável; escolha variedade pelo fotoperíodo e conduza a água para permitir crescimento contínuo e colheita antes de espigar.
Ameixeira
Favorável para cultivares adaptadas a inverno moderado; confirme frio, polinizadora e água antes de escolher o lote.
Antúrio
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Antúrio-de-scherzer
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Árvore-guarda-chuva-anã
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Batata-doce
Muito favorável com solo drenado e água disponível; evite excesso de azoto, salinidade e colheita após chuva.
Begónia-maculata
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Beldroega
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Beringela
A beringela é muito favorável na estação quente; evite oscilações de água e calor e humidade extremos, que podem provocar aborto floral e frutos deformados.
Beterraba
A beterraba é favorável de outono a primavera e com variedade adequada; no verão, controle floração antecipada e raízes de qualidade irregular.
Boca-de-tigre
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Brócolo
O brócolo é favorável de outono a primavera e em ciclos bem escolhidos; no verão, calor e água irregular reduzem qualidade.
Vigiar
Limites regionais.
- ondas de calor
- água calcária
- zonas vulneráveis a nitratos
Fazer
Ações com impacto.
- regar por setor
- analisar o solo
- evitar fertilização excessiva