O diagnóstico PMDFCI situa o concelho entre 38,4 m junto ao Rio Real, no limite com Bombarral, e 666 m no vértice geodésico do Montejunto. Vale, meia-encosta, escarpa e cumeada exigem confirmação local de cota, declive, erosão, escoamento e drenagem de ar.
Município · Região climática Lisboa e Vale do Tejo
O que plantar
em Cadaval.
Município do Oeste de relevo muito contrastado, entre vales e pomares baixos e a Serra de Montejunto, onde altitude, calcário, exposição, água e conservação condicionam fortemente a leitura da parcela.
Padrão climático
Lisboa e Vale do Tejo
Estuário, lezíria e colinas.
Mediterrânico suave, estação longa e influência atlântica variável. A combinação de calor, solos produtivos e geada limitada suporta hortícolas, citrinos, vinha e muitas ornamentais.
Ler o guia climático completo →O que confirmar no local
- vale do Rio Real, planalto, encosta ou cumeada da Serra de Montejunto; 38–666 m
- calcário, profundidade útil, pedra, drenagem, seca estival e vento de noroeste
- ZEC Montejunto, RAN/REN, domínio hídrico, SGIFR, captação e título de água
Estas diferenças podem subir ou descer a adequação indicada abaixo. Observe o terreno durante um ciclo anual antes de decisões permanentes.
Perfil municipal documentado
O concelho não é
um clima único.
Este perfil resume condicionantes concelhias encontradas nas fontes abaixo. Não calcula a sua parcela nem substitui observação de altitude, exposição, solo e água no local.
Não foi localizada série municipal atual de dias ou última geada. Áreas baixas e abrigadas podem formar bolsas de ar frio, mas a topografia não fixa uma data segura; medir mínimas, inversão, abrigo e drenagem de ar antes de instalar pomar precoce ou material sensível.
Nas normais IPMA 1961–1990 de Rio Maior usadas pelo diagnóstico, agosto regista 21,5 °C de média e 28,3 °C de média das máximas. É referência histórica regional, não previsão nem medição parcelar atual.
A mesma série histórica totaliza 871,6 mm por ano, mas apenas 5,4 mm em julho e 5,8 mm em agosto. A secura estival exige avaliar reserva útil, infiltração e eventual rega, sem converter uma normal regional antiga em precipitação ou dotação da parcela.
A cartografia histórica distribui 29,17% das vertentes por oeste, 26,79% por norte, 21,73% por sul e 19,37% por leste; a série citada indica vento dominante de noroeste. São sinais para testar abrigo, ventilação, radiação e secura de cada encosta, não recomendação agronómica.
A Serra de Montejunto é um maciço calcário com escarpas, lapiás e cascalheiras; vales, planaltos e encostas não são equivalentes. Medir rocha, profundidade efetiva, pedra, textura, pH e carbonatos, matéria orgânica, compactação, infiltração, drenagem e erosão antes de escolher espécie ou porta-enxerto.
Rio Santo António, Rio Real, Arnóia, Bogota e Corga apresentam caudais mais baixos no verão segundo o diagnóstico. Curso, poço ou charca não conferem rega: confirmar RH5A, domínio hídrico, margens, origem, título, caudal ou dotação, qualidade, cheia e armazenamento no prédio.
Rastreabilidade
Fontes usadas neste perfil
Revisto em 2026-07-26; ligações verificadas em 2026-07-26.
- Diário da República — revisão do PDM do Cadaval, 2026 ↗
- ICNF — listagem pública dos PMDFCI e estado do Cadaval ↗
- ICNF — PMDFCI do Cadaval, Caderno I, terceira geração ↗
- Diário da República — classificação da ZEC Serra de Montejunto, 2026 ↗
- Diário da República — plano de gestão da ZEC Serra de Montejunto, 2026 ↗
- APA — PGRH do terceiro ciclo 2022–2027 ↗
- DGADR — Pêra Rocha do Oeste DOP ↗
- DGADR — Maçã de Alcobaça IGP ↗
- ICNF — proteção do sobreiro e da azinheira ↗
Recomendação comparada
Plantas para
Cadaval.
4 registos ligam plantas concretas ao concelho, mas não constituem ensaio de aptidão. Todas as classificações permanecem integralmente herdadas de Lisboa e Vale do Tejo.
Um registo territorial pode documentar cultivo, ocorrência, cartografia, intervenção ou conservação. Por defeito é apenas contexto e nunca altera a aptidão regional. Só uma avaliação local ligada a evidência parcelar pública, direta, datada e delimitada pode alterar a escala qualitativa de 1 a 3.
Comparar com o distrito de Lisboa →Limite atual: O registo público do ICNF marca o PMDFCI de terceira geração como atual e mostra 22-04-2031 na coluna pública «Data de Desatualização»; essa etiqueta pública é reproduzida sem inferir um prazo jurídico autónomo. O Caderno produzido em 2019 usa designações de capa 2020–2029 e 2020–2030, séries históricas e cartografia antiga; não é inventário presente, previsão, garantia de água ou aptidão. A revisão do PDM está em vigor desde 27-04-2026. A ZEC Serra de Montejunto só condiciona a área delimitada; confirmar sobreposição, PDM, REN/RAN, domínio hídrico e SGIFR no prédio. «Outros carvalhos» não é atribuído a azinheira. DOP e IGP provam ligação territorial ao produto, não pomar, lote certificado ou aptidão. Confirmar solo, título, dotação e qualidade da água e microclima.
Registos territoriais
Contexto documentado — não é uma recomendação de plantação.
Estes registos confirmam uma ligação publicada entre planta e território. Não mudam a classificação regional nem provam desempenho, autorização, água ou aptidão da sua parcela.
- Pereira Rocha Contexto · confiança moderada
A DGADR inclui Cadaval na área geográfica delimitada da Pêra Rocha do Oeste DOP e identifica a variedade Rocha. A delimitação demonstra ligação territorial, não certifica um pomar, porta-enxerto, sanidade, água, produtividade ou adaptação da parcela.
- Macieira Contexto · confiança moderada
A DGADR inclui Cadaval na área de produção da Maçã de Alcobaça IGP e identifica grupos varietais abrangidos. É ligação territorial ao produto, não prova de qualquer macieira, lote, porta-enxerto, certificação, água, rendimento ou aptidão parcelar.
- Pinheiro-manso Contexto · confiança moderada
O Caderno I, produzido em 2019, cartografa 190,6 ha na classe «Florestas de pinheiro-manso». É ocupação municipal histórica, não inventário atual, prova de material, sanidade, resistência ao fogo, água, produtividade ou autorização de plantação.
- Sobreiro Contexto · confiança moderada
O mesmo Caderno I cartografa 33,0 ha na classe «Florestas de sobreiro». É referência histórica e agregada, não inventário atual, ensaio, proveniência, sanidade, água, produtividade, aptidão ou autorização; mantém-se a proteção legal.
Abóbora-menina
A abóbora-menina é muito favorável na estação quente; mantenha rega localizada e polinização, evitando seca durante floração e vingamento.
Acelga
A acelga é favorável de outono a primavera e com variedade adequada; no verão, controle espigamento ou perda de qualidade das folhas.
Aeónio-de-Haworth
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Aipo
O aipo é favorável de outono a primavera; no verão escolha variedade e exposição que limitem pecíolos fibrosos, ocos ou crescimento interrompido.
Alface
Favorável de outono a primavera e possível no verão com variedade adequada, rega rigorosa e proteção do calor da tarde.
Alho
O alho é muito favorável; escolha variedade pelo fotoperíodo e conduza a água para permitir maturação e secagem do bolbo.
Alho-francês
O alho-francês é muito favorável; escolha variedade pelo fotoperíodo e conduza a água para permitir crescimento contínuo e colheita antes de espigar.
Ameixeira
Favorável para cultivares adaptadas a inverno moderado; confirme frio, polinizadora e água antes de escolher o lote.
Antúrio
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Antúrio-de-scherzer
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Árvore-guarda-chuva-anã
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Batata-doce
Muito favorável com solo drenado e água disponível; evite excesso de azoto, salinidade e colheita após chuva.
Begónia-maculata
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Beldroega
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Beringela
A beringela é muito favorável na estação quente; evite oscilações de água e calor e humidade extremos, que podem provocar aborto floral e frutos deformados.
Beterraba
A beterraba é favorável de outono a primavera e com variedade adequada; no verão, controle floração antecipada e raízes de qualidade irregular.
Boca-de-tigre
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Brócolo
O brócolo é favorável de outono a primavera e em ciclos bem escolhidos; no verão, calor e água irregular reduzem qualidade.
Vigiar
Limites regionais.
- ondas de calor
- água calcária
- zonas vulneráveis a nitratos
Fazer
Ações com impacto.
- regar por setor
- analisar o solo
- evitar fertilização excessiva