O Caderno I oficial de 2015 situa o concelho entre 0 e 350 m e descreve um relevo suave, em anfiteatro orientado a sudeste; cerca de 69% da área fica nas classes de declive até 10%, mas a Costeira Odivelas–Vialonga inclui vertentes superiores a 20%. É cartografia histórica: confirmar cota, escoamento e drenagem de ar atuais no local.
Município · Região climática Lisboa e Vale do Tejo
O que plantar
em Odivelas.
Município muito urbanizado entre vales de linhas de água e as elevações de Caneças, Ramada e Famões, onde permeabilidade do solo, drenagem, inundação, calor urbano e condicionantes urbanísticas dominam a decisão parcelar.
Padrão climático
Lisboa e Vale do Tejo
Estuário, lezíria e colinas.
Mediterrânico suave, estação longa e influência atlântica variável. A combinação de calor, solos produtivos e geada limitada suporta hortícolas, citrinos, vinha e muitas ornamentais.
Ler o guia climático completo →O que confirmar no local
- tecido urbano, jardim ou remanescente rural de Caneças, Ramada, Famões ou Pontinha; vale ou elevação entre 0 e 350 m na cartografia histórica
- compactação, impermeabilização, drenagem, calor urbano, sombra, vento e inundação rápida
- ARPSI Loures–Odivelas, PDM, REN/RAN, domínio hídrico, origem, título e qualidade da água
Estas diferenças podem subir ou descer a adequação indicada abaixo. Observe o terreno durante um ciclo anual antes de decisões permanentes.
Perfil municipal documentado
O concelho não é
um clima único.
Este perfil resume condicionantes concelhias encontradas nas fontes abaixo. Não calcula a sua parcela nem substitui observação de altitude, exposição, solo e água no local.
Não foi localizada série municipal atual de dias ou última geada. Muro, edifício, pavimento, vale e corredor de vento modificam a mínima em contexto urbano; monitorizar temperatura e inversão no local antes de instalar espécies sensíveis.
Não foi localizada normal IPMA municipal atual no Caderno I. A cobertura construída e impermeabilizada impede converter o clima regional em recomendação única; medir insolação, temperatura junto ao solo, reflexão, sombra, volume radicular e necessidade de rega no espaço concreto.
Não foi localizada série municipal atual de precipitação no Caderno I. Chuva intensa pode gerar inundação urbana rápida por concentração do escoamento e limitação dos coletores; cota, infiltração, área impermeável e capacidade de drenagem prevalecem sobre médias regionais.
A exposição muda entre vertentes da Serra da Amoreira e Caneças e quarteirões densos. Confirmar horas de sol, sombra de edifícios, reflexão térmica e canalização de vento; orientação cartográfica municipal não substitui observação do espaço verde ou talhão.
Não foi localizada cartografia pedológica municipal atual suficiente. Em espaço urbano ou periurbano, analisar profundidade efetiva, entulho ou aterro, compactação, textura, pH, matéria orgânica, infiltração, drenagem, eventual contaminação e possibilidade real de descompactação.
O Caderno histórico integra o município na bacia do Tejo e identifica as ribeiras temporárias de Odivelas, Caneças, Freixinho e Famões, o rio da Costa e, a jusante, a ribeira permanente da Póvoa. Curso, rede pública ou jardim não conferem rega: confirmar cartografia atual, domínio hídrico, ARPSI, margem, drenagem, origem, título ou dotação, qualidade, cheia e armazenamento.
Rastreabilidade
Fontes usadas neste perfil
Revisto em 2026-07-26; ligações verificadas em 2026-07-26.
- Diário da República — PDM de Odivelas, 2015 ↗
- Diário da República — primeira alteração do PDM de Odivelas, 2024 ↗
- Diário da República — correção material da primeira alteração do PDM, 2025 ↗
- Diário da República — adaptação do PDM de Odivelas ao PGRI, 2026 ↗
- Diário da República — Plano de Pormenor do Interface do Senhor Roubado, 2025 ↗
- ICNF — listagem pública dos PMDFCI e estado de Odivelas ↗
- ICNF — PMDFCI de Odivelas 2013–2017, Caderno I, alteração de 2015 ↗
- APA — PGRH do terceiro ciclo 2022–2027 ↗
- Município de Odivelas — parques e jardins, Pinhal da Paiã ↗
Recomendação comparada
Plantas para
Odivelas.
1 registo liga plantas concretas ao concelho, mas não constitui ensaio de aptidão. Todas as classificações permanecem integralmente herdadas de Lisboa e Vale do Tejo.
Um registo territorial pode documentar cultivo, ocorrência, cartografia, intervenção ou conservação. Por defeito é apenas contexto e nunca altera a aptidão regional. Só uma avaliação local ligada a evidência parcelar pública, direta, datada e delimitada pode alterar a escala qualitativa de 1 a 3.
Comparar com o distrito de Lisboa →Limite atual: A listagem pública do ICNF assinala o PMDFCI de terceira geração como «Em vigor/Atualizado: Sim» e mostra 29-03-2031 na coluna «Data de Desatualização»; não se infere daí prazo jurídico autónomo. O diretório de documentos de terceira geração estava vazio em 26-07-2026 e o antigo endpoint municipal indexado já não devolvia o PDF. Por isso, o perfil físico usa apenas o Caderno ICNF acessível de 2013–2017, alterado em 2015, como contexto histórico; não é inventário atual, previsão, garantia de água ou aptidão. O PDM de 2015 mantém a primeira alteração de 2024, correção de 2025, adaptação ao PGRI eficaz em 2026 e alteração localizada do Interface do Senhor Roubado; confirmar versão consolidada e localização do prédio. A ARPSI Loures–Odivelas, REN/RAN e domínio hídrico só condicionam áreas delimitadas. Não foi localizada base primária para cultivar agrícola ou denominação de produto municipal; a ocorrência do Pinhal da Paiã não é recomendação agronómica. Confirmar PDM, solo, drenagem, rega e microclima.
Registos territoriais
Contexto documentado — não é uma recomendação de plantação.
Estes registos confirmam uma ligação publicada entre planta e território. Não mudam a classificação regional nem provam desempenho, autorização, água ou aptidão da sua parcela.
- Pinheiro-manso Contexto · confiança moderada
O Município descreve o Pinhal da Paiã, na Pontinha, com cerca de 25 ha e inúmeros pinheiros-mansos. É ocorrência localizada e gerida em espaço verde, não inventário do concelho, ensaio, proveniência, sanidade, disponibilidade de solo ou água, aptidão parcelar ou autorização de plantação.
Abóbora-menina
A abóbora-menina é muito favorável na estação quente; mantenha rega localizada e polinização, evitando seca durante floração e vingamento.
Acelga
A acelga é favorável de outono a primavera e com variedade adequada; no verão, controle espigamento ou perda de qualidade das folhas.
Aeónio-de-Haworth
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Aipo
O aipo é favorável de outono a primavera; no verão escolha variedade e exposição que limitem pecíolos fibrosos, ocos ou crescimento interrompido.
Alface
Favorável de outono a primavera e possível no verão com variedade adequada, rega rigorosa e proteção do calor da tarde.
Alho
O alho é muito favorável; escolha variedade pelo fotoperíodo e conduza a água para permitir maturação e secagem do bolbo.
Alho-francês
O alho-francês é muito favorável; escolha variedade pelo fotoperíodo e conduza a água para permitir crescimento contínuo e colheita antes de espigar.
Ameixeira
Favorável para cultivares adaptadas a inverno moderado; confirme frio, polinizadora e água antes de escolher o lote.
Antúrio
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Antúrio-de-scherzer
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Árvore-guarda-chuva-anã
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Batata-doce
Muito favorável com solo drenado e água disponível; evite excesso de azoto, salinidade e colheita após chuva.
Begónia-maculata
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Beldroega
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Beringela
A beringela é muito favorável na estação quente; evite oscilações de água e calor e humidade extremos, que podem provocar aborto floral e frutos deformados.
Beterraba
A beterraba é favorável de outono a primavera e com variedade adequada; no verão, controle floração antecipada e raízes de qualidade irregular.
Boca-de-tigre
Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Brócolo
O brócolo é favorável de outono a primavera e em ciclos bem escolhidos; no verão, calor e água irregular reduzem qualidade.
Vigiar
Limites regionais.
- ondas de calor
- água calcária
- zonas vulneráveis a nitratos
Fazer
Ações com impacto.
- regar por setor
- analisar o solo
- evitar fertilização excessiva