O PDM e o PMDFCI situam a maior parte do concelho entre 60 e 300 m, com o ponto alto a 276 m na Serra do Mira e o baixo a 12 m junto da ribeira de Odivelas. O oeste é geralmente plano e o leste mais movimentado. Confirmar cota, vertente, erosão e drenagem de ar no talhão.
Município · Região climática Alentejo
O que plantar
em Ferreira do Alentejo.
Município baixo-alentejano entre a planura agrícola, a Serra do Mira, o Sado, a ribeira e albufeira de Odivelas, montado e regadio parcial, onde calor, seca, solos e água regulamentada variam muito por parcela.
Padrão climático
Alentejo
Planícies, montado e interior sul.
Mediterrânico quente e seco, precipitação irregular e forte evapotranspiração. Oliveira, aromáticas e espécies mediterrânicas toleram o verão; culturas tenras exigem sombra, solo coberto e rega eficiente.
Ler o guia climático completo →O que confirmar no local
- Serra do Mira, planura ocidental, vale do Sado ou Odivelas, montado ou perímetro de rega
- calor e seca estival, chuva concentrada, geada de baixio, vento, erosão e fogo
- barro, solo argiluviado, litólico ou hidromórfico, REN/RAN, charco, montado, AH/EFMA e título de água
Estas diferenças podem subir ou descer a adequação indicada abaixo. Observe o terreno durante um ciclo anual antes de decisões permanentes.
Perfil municipal documentado
O concelho não é
um clima único.
Este perfil resume condicionantes concelhias encontradas nas fontes abaixo. Não calcula a sua parcela nem substitui observação de altitude, exposição, solo e água no local.
Não foi encontrada uma série municipal atual de dias ou última geada. Nas séries históricas usadas nos diagnósticos, a mínima média é 5,3 °C em janeiro e fica igual ou abaixo de 7 °C entre dezembro e março; isto não fixa uma data segura. Medir inversão, abrigo e drenagem de ar no local.
As séries históricas usadas nos planos apresentam máximas médias de 32,8 °C em julho e 32,6 °C em agosto. Não são previsão nem temperatura de uma parcela. Ajustar época de instalação, sombra, cobertura, gestão do fogo e água legalmente disponível à exposição e ao solo reais.
As estações locais históricas citadas pelo PDM indicam cerca de 470 mm anuais em Ferreira e 501 mm em Odivelas; o PMDFCI apresenta outro total, por isso não se publica uma média municipal única. A chuva concentra-se no semestre fresco e exige infiltração, drenagem, controlo de erosão e reserva sem a confundir com dotação.
Oeste e noroeste dominam o setor leste, e oeste é o quadrante mais representado no mapa municipal, seguido de norte, sul e este; não existe exposição única. Ler radiação, vento, corredor, sombra, humidade foliar e combustível em cada talhão.
O diagnóstico do PDM cartografa 42,2% de solos argiluviados pouco insaturados, 16,7% de incipientes, 12,3% de litólicos e áreas relevantes de barros, calcários e hidromórficos. Não extrapolar a classe dominante: analisar profundidade, textura, carbonatos, pH, matéria orgânica, compactação, infiltração, drenagem e sais.
O PDM assinala Odivelas, EFMA e vários aproveitamentos hidroagrícolas, mas ribeira, albufeira, poço ou proximidade da rede não concedem rega. Confirmar parcela cadastrada, beneficiário, infraestrutura, contrato ou título, dotação anual, qualidade, caudal, cheia, domínio hídrico e margem de proteção.
Rastreabilidade
Fontes usadas neste perfil
Revisto em 2026-07-26; ligações verificadas em 2026-07-26.
- Diário da República — primeira revisão do PDM de Ferreira do Alentejo, 2025 ↗
- Município de Ferreira do Alentejo — Plano Diretor Municipal 2025 ↗
- Município de Ferreira do Alentejo — conhecimento biofísico e ordenamento do território ↗
- ICNF — listagem pública dos PMDFCI e estado de Ferreira do Alentejo ↗
- ICNF — PMDFCI de Ferreira do Alentejo, Caderno I, terceira geração ↗
- Diário da República — regulamento do Aproveitamento Hidroagrícola de Odivelas, 2025 ↗
- DGADR — regulamentos dos aproveitamentos hidroagrícolas ↗
- Diário da República — delimitação da REN de Ferreira do Alentejo, 2025 ↗
- DGADR — Azeite do Alentejo Interior DOP ↗
- ICNF — proteção do sobreiro e da azinheira ↗
Recomendação comparada
Plantas para
Ferreira do Alentejo.
4 registos ligam plantas concretas ao concelho, mas não constituem ensaio de aptidão. Todas as classificações permanecem integralmente herdadas de Alentejo.
Um registo territorial pode documentar cultivo, ocorrência, cartografia, intervenção ou conservação. Por defeito é apenas contexto e nunca altera a aptidão regional. Só uma avaliação local ligada a evidência parcelar pública, direta, datada e delimitada pode alterar a escala qualitativa de 1 a 3.
Comparar com o distrito de Beja →Limite atual: As áreas de azinheira, sobreiro e pinheiro-manso vêm da COS 2015 validada para o PMDFCI e descrevem presença cartográfica histórica, não inventário atual, ensaio, origem, sanidade, produtividade, água ou aptidão. A DOP do azeite delimita produto, não explorações. Os valores de clima são séries históricas e PDM e PMDFCI divergem na precipitação, pelo que não se usa uma média municipal única nem previsão. REN/RAN, montado ou azinhal, charcos, domínio hídrico, SGIFR e todos os aproveitamentos exigem cartografia e verificação por parcela; água depende de cadastro, infraestrutura, beneficiário, contrato ou título, dotação e qualidade.
Registos territoriais
Contexto documentado — não é uma recomendação de plantação.
Estes registos confirmam uma ligação publicada entre planta e território. Não mudam a classificação regional nem provam desempenho, autorização, água ou aptidão da sua parcela.
- Sobreiro Contexto · confiança elevada
A COS 2015, fotointerpretada e validada para o PMDFCI, cartografa 11 603,75 ha de sobreiro nas quatro unidades administrativas. É presença histórica forte, não inventário atual, ensaio, origem, sanidade, produtividade, água, aptidão parcelar ou autorização.
- Azinheira Contexto · confiança elevada
A mesma cartografia COS 2015 regista 7 347,48 ha de azinheira. A ligação territorial direta não demonstra inventário presente, proveniência, estado do povoamento, sanidade, água, produtividade, aptidão ou autorização de intervenção.
- Pinheiro-manso Contexto · confiança elevada
A COS 2015 publicada no PMDFCI cartografa 2 206,89 ha de pinheiro-manso, repartidos pelas quatro unidades administrativas. É ocupação histórica, não prova de material, sanidade, resistência ao fogo ou pragas, água, produtividade ou adequação de nova instalação.
- Oliveira Contexto · confiança moderada
A DGADR inclui integralmente Ferreira do Alentejo na área do Azeite do Alentejo Interior DOP. A geografia do produto não inventaria olivais, resolve cultivar, prova material, certificação, água, solo ou rendimento, nem demonstra adesão de qualquer exploração ou lote.
Abóbora-menina
A abóbora-menina é viável com água e solo drenado; no pico do verão, seca durante floração e vingamento pode reduzir vingamento e qualidade.
Aeónio-de-Haworth
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Alfarrobeira
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Alho
O alho é favorável no ciclo de outono a primavera, com água disponível e redução da rega para maturação e secagem do bolbo.
Alho-francês
O alho-francês é favorável no ciclo de outono a primavera, com água disponível e redução da rega para crescimento contínuo e colheita antes de espigar.
Antúrio
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Antúrio-de-scherzer
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Árvore-guarda-chuva-anã
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Batata-doce
Muito favorável com rega, sobretudo no sudoeste; calor ajuda, mas água, salinidade e solo leve determinam forma e produção.
Begónia-maculata
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Beldroega
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Beringela
A beringela é viável com rega e solo drenado; no pico do verão, proteja a floração de calor e humidade extremos, que podem provocar aborto floral e frutos deformados.
Boca-de-tigre
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Camedórea-elegante
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Cana-índica
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Cato-de-Natal
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Cebola
A cebola é favorável no ciclo de outono a primavera, com água disponível e redução da rega para maturação e cura do bolbo.
Cipreste-de-Monterey
Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Vigiar
Limites regionais.
- seca prolongada
- solo nu e quente
- água salina ou escassa
Fazer
Ações com impacto.
- regar gota a gota
- usar 5–8 cm de cobertura
- plantar árvores no outono