Conservar a forma natural
Não selecionar flores maiores, cores distintas ou porte compacto como numa cultivar ornamental.

Dianthus cintranus subsp. cintranus · Caryophyllaceae
Cravo endémico do litoral de Sintra, classificado Em Perigo em Portugal continental, cuja propagação se restringe a programas autorizados e rastreáveis.
Do início ao estabelecimento
Não recolha flores, estacas ou sementes e não aceite material sem documento da entidade responsável.
O protocolo deve definir fundadores, cruzamentos, tamanho efetivo e separação de outras subespécies.
Use rocha mineral, vento controlado, salpico indireto e humidade atmosférica, sem criar solo de jardim fértil.
Nenhuma planta ex situ deve ser colocada na natureza sem avaliação sanitária, genética e autorização.
Janelas nacionais
Estas são janelas de referência. Atrase com geada e altitude; antecipe em encostas quentes e zonas costeiras suaves.
Depois de plantar
Não selecionar flores maiores, cores distintas ou porte compacto como numa cultivar ornamental.
Isole de outros Dianthus e sincronize acesso de polinizadores segundo o plano de reprodução.
Quando autorizado, mantenha lotes secos com testes de viabilidade e duplicação em banco reconhecido.
Diagnóstico antes de tratar
| Problema | Como reconhecer | Primeira resposta |
|---|---|---|
| Contaminação genética | Outros cravos florescem perto ou há etiquetas de subespécie incompletas. | Suspender polinização e sementes e solicitar auditoria genética ou taxonómica. |
| Excesso de fertilidade | Caules moles, tombados e maior incidência de podridão. | Reduzir azoto e reproduzir solo raso e mineral do habitat. |
| Destino não autorizado | Pedido de planta para jardim, troca privada ou “reforço” informal. | Recusar transferência e encaminhar para o ICNF ou instituição responsável. |
A presença no catálogo é educativa. O cravo-de-Sintra não deve ser tratado como ornamental disponível nem deslocado entre populações ou jardins.
Contexto português