Gerir perturbação moderada
A espécie beneficia de aberturas cíclicas, não de mobilização total nem abandono completo.

Santolina impressa · Asteraceae
Endemismo português dos matos arenosos ácidos entre Setúbal e Sines, frequente em paleodunas e clareiras de pinhal.
Do início ao estabelecimento
Não use a espécie como santolina ornamental fora do corredor natural ou junto de populações sem origem compatível.
A propagação para conservação deve amostrar várias plantas-mãe e conservar cada lote.
Remova invasoras e restaure luz sem gradar ou fertilizar a paleoduna.
Plante muda jovem em areia firme e acompanhe sem rega permanente.
Janelas nacionais
Estas são janelas de referência. Atrase com geada e altitude; antecipe em encostas quentes e zonas costeiras suaves.
Depois de plantar
A espécie beneficia de aberturas cíclicas, não de mobilização total nem abandono completo.
Evite cortar toda a floração; sementes e insetos dependem do ciclo completo.
Registe sombra, destroçamento, compactação e densidade da população.
Diagnóstico antes de tratar
| Problema | Como reconhecer | Primeira resposta |
|---|---|---|
| Confusão ornamental | Lote é vendido apenas como Santolina ou com cultivar. | Não usar em restauro e pedir identificação verificável. |
| Fecho por mato | Ramos alongados e menos capítulos. | Abrir clareiras pequenas em rotação. |
| Gestão florestal pesada | Solo revolvido, enterramento e plantas esmagadas. | Delimitar núcleos e ajustar maquinaria e época. |
Endémica portuguesa, Anexos II e IV e Pouco Preocupante. O estatuto depende de conservar a gestão adequada das paleodunas.
Contexto português