Rega
Apoie profundamente nos primeiros verões; depois regue apenas em seca anormal ou em recipiente.

Myrtus communis · Myrtaceae
Arbusto mediterrânico autóctone, aromático e perene, excelente para sebe livre, polinizadores e jardins de baixa rega.
Do início ao estabelecimento
Para restauro ou proximidade de habitat natural, escolha material regional e confirme regras de recolha.
Dê espaço para 1,5–3 m de largura; uma sebe natural floresce e frutifica mais que um bloco aparado.
Com o solo húmido, mantenha o colo ao nível e não adicione adubo concentrado à cova.
Belisque pontas jovens se precisar de densidade, preservando ramos internos e a forma arredondada.
Janelas nacionais
Estas são janelas de referência. Atrase com geada e altitude; antecipe em encostas quentes e zonas costeiras suaves.
Depois de plantar
Apoie profundamente nos primeiros verões; depois regue apenas em seca anormal ou em recipiente.
Reduza ligeiramente depois da floração ou frutificação; corte repetido elimina alimento para fauna.
Mantenha folhas ou estilha limpo sobre a raiz, sem enterrar o tronco nem irrigar diariamente.
Diagnóstico antes de tratar
| Problema | Como reconhecer | Primeira resposta |
|---|---|---|
| Cochonilha | Escamas em ramos, melada e fumagina nas folhas. | Podar focos, lavar e favorecer predadores e ventilação. |
| Podridão radicular | Murcha apesar de solo húmido e morte de ramos. | Corrigir drenagem e reduzir rega; não mover solo suspeito. |
| Folhagem rala | Base nua e poucos ramos num lado da planta. | Aumentar luz e fazer renovação gradual, nunca cortar tudo de uma vez. |
É nativa no continente, mas “nativa em Portugal” não significa adequada a todas as ilhas ou habitats; use flora local em áreas naturais.
Contexto português