Trabalhar de fora para dentro
Controle primeiro plantas satélite e a frente de expansão, mantendo acessos limpos para não espalhar rebentos ou solo contaminado.
Agave americana · Asparagaceae
Suculenta invasora de grande roseta azulada e folhas armadas, capaz de formar colónias densas por rebentos; não deve ser plantada e o controlo exige proteção.
Taxonomia verificada
O nome publicado na ficha coincide com o nome aceite no POWO. Os sinónimos indicados são conservados como chaves de pesquisa editorial e não alteram o estatuto legal.
Verificado em 24 de julho de 2026.Avaliação territorial 1 de 2
Não comprar, propagar ou instalar. Focos existentes exigem identificação confirmada, contenção de propágulos, método adequado ao local e monitorização repetida.
Avaliado em 24 de julho de 2026 a partir das fontes oficiais indicadas nesta ficha.Avaliação territorial 2 de 2
A exceção não transforma a espécie numa escolha sem risco. Confirme identidade e proveniência, compre apenas num estabelecimento autorizado, impeça sementes e propágulos de escapar e substitua-a junto de habitat natural por alternativa adequada.
Avaliado em 24 de julho de 2026 a partir das fontes oficiais indicadas nesta ficha.Prevenir antes de intervir
Procure folhas glaucas e carnosas com dentes marginais e espinho terminal forte; a inflorescência ramificada pode atingir vários metros.
Marque rosetas adultas, rebentos pequenos, rizomas visíveis, encostas instáveis e qualquer haste floral antes de começar.
Use proteção ocular, facial, mãos e corpo; retire plantas jovens e rebentos com a ligação subterrânea, sem deixar partes capazes de regenerar.
Impeça floração e dispersão, acondicione o material segundo o plano local e volte a procurar rebentos e plântulas durante vários anos.
Depois da intervenção
Controle primeiro plantas satélite e a frente de expansão, mantendo acessos limpos para não espalhar rebentos ou solo contaminado.
Em arribas e taludes, obtenha avaliação competente antes de mobilizar raízes ou usar maquinaria que possa provocar erosão ou queda.
Recupere solo exposto com espécies autóctones do habitat e mantenha a área suficientemente aberta para detetar nova regeneração.
Diagnóstico antes de tratar
| Problema | Como reconhecer | Primeira resposta |
|---|---|---|
| Ferimento por espinhos | Perfuração, corte ou contacto de seiva com pele e olhos durante o manuseamento. | Parar, lavar a exposição, obter cuidados adequados e rever proteção, ferramentas e perímetro. |
| Rebentos persistentes | Pequenas rosetas reaparecem em torno da planta removida. | Procurar ligações subterrâneas remanescentes e repetir remoção sem fragmentar a colónia. |
| Haste floral em formação | Eixo central cresce rapidamente acima da roseta adulta. | Isolar a área e obter intervenção segura antes da maturação das cápsulas, sem abandonar material fértil. |
A dimensão e os espinhos tornam exemplares adultos perigosos. Em declive, espaço público ou junto de redes, a remoção deve ser planeada por equipa habilitada. A exceção madeirense do anexo III não elimina o estatuto invasor.
Contexto português