Prancha de Ailanthus altissima com árvore urbana, folha pinada de margens lisas e dentes basais glandulosos, panícula, sâmaras e rebentos
Ilustração botânica de apoio gerada para esta ficha — não é fotografia de espécime nem substitui identificação certificada.
Árvore Não plantar

Ailanto — não plantar

Ailanthus altissima · Simaroubaceae

A orientação é não plantar ailanto em Portugal continental nem na Região Autónoma da Madeira; esta avaliação não é alargada aos Açores. O crescimento rápido não é uma vantagem a explorar: esta página serve para prevenir novas plantas e reunir sinais de identificação, distinguindo a árvore de nogueiras ou sumagres antes de qualquer decisão.

Não corte nem abata um exemplar suspeito. O dano pode desencadear muitos rebentos de raiz, e árvores junto de edifícios ou infraestruturas acrescentam risco de queda. Sâmaras, raízes, solo e restos não devem ser movidos. Confirme proprietário, autoridade e plano; qualquer controlo químico depende do uso autorizado, do rótulo, do local e de aplicador habilitado, com vigilância posterior.

Nome científicoAilanthus altissima
FamíliaSimaroubaceae
Categoria editorialÁrvore
Identidade taxonómicaNome aceite: Ailanthus altissima
Ocorrência / estatutoExótica invasora
Orientação da fichaNão plantar — prevenção e controlo

Top 300 em Portugal · posição 131

Uma segunda prancha,
outros caracteres.

Esta vista complementar amplia a ficha com estruturas de identificação, reprodução ou propagação que a imagem principal não privilegia. Continua a ser uma ilustração editorial: não autentica exemplares nem substitui identificação especializada.

Prancha botânica complementar de Ailanto — não plantar (Ailanthus altissima) com caracteres de identificação e ciclo de vida
Prancha botânica complementar de Ailanto — não plantar (Ailanthus altissima) com caracteres de identificação e ciclo de vida. Ilustração gerada para plantar.pt, sem texto nem marca de água.

Taxonomia verificada

Ailanthus altissima (Mill.) Swingle

Nome aceite
Nome publicado
Ailanthus altissima
Sinónimos relevantes
Toxicodendron altissimum

O nome publicado na ficha coincide com o nome aceite no POWO. Os sinónimos indicados são conservados como chaves de pesquisa editorial e não alteram o estatuto legal.

Verificado em 27 de julho de 2026.

Avaliação territorial 1 de 2

Não plantar

Exótica invasora
Jurisdição
Portugal continental
Âmbito
Portugal continental. Antes de qualquer intervenção, confirmar a autoridade territorial competente e o plano aplicável nos termos do artigo 28.º; a ficha não autoriza remoção, transporte, destino de material ou método concreto.
Enquadramento
Ailanthus altissima consta do anexo II do Decreto-Lei n.º 92/2019. Nos termos dos artigos 16.º e 19.º, são interditos, designadamente, a introdução na natureza, o repovoamento, a detenção, cedência, compra, venda, oferta de venda, transporte, cultivo, criação e utilização ornamental.

Não comprar, propagar ou instalar. Focos existentes exigem identificação confirmada, contenção de propágulos, método adequado ao local e monitorização repetida.

Avaliado em 27 de julho de 2026 a partir das fontes oficiais indicadas nesta ficha.

Avaliação territorial 2 de 2

Não plantar

Exótica invasora
Jurisdição
Região Autónoma da Madeira
Âmbito
Região Autónoma da Madeira; sem inclusão deste táxon nas exceções de cultivo do anexo III. A inclusão legal não prova presença num local nem autentica um exemplar.
Enquadramento
Ailanthus altissima integra a Lista Regional de Espécies Invasoras. O artigo 12.º do Decreto Legislativo Regional n.º 17/2023/M interdita, entre outros atos, detenção, cedência, compra, venda, transporte, produção, cultivo, uso ornamental e introdução na natureza.

Na Madeira, não comprar, semear, plantar, dividir, oferecer ou transportar. Uma ocorrência existente deve ser contida sem dispersar sementes ou fragmentos e encaminhada segundo a orientação do IFCN e o plano aplicável ao local.

Avaliado em 24 de julho de 2026 a partir das fontes oficiais indicadas nesta ficha.

Prevenir antes de intervir

Não plantar e controlar

  1. Confirmar folíolos e odor

    Verifique folha grande pinada, margens quase inteiras, dentes glandulosos apenas na base e odor desagradável ao esmagar.

  2. Mapear raízes e sâmaras

    Registe árvores femininas, plântulas e rebentos que podem surgir muitos metros além do tronco visível.

  3. Evitar o corte isolado

    Não abata ou roçe sem estratégia para a resposta radicular; exemplares grandes requerem profissional e plano faseado.

  4. Monitorizar toda a colónia

    Reveja troncos tratados, rebentos periféricos e novas plântulas repetidamente, contendo sâmaras e solo contaminado.

Limite editorial explícito

Calendário

Calendário de plantação não aplicável a uma espécie com recomendação de não plantar.

Nenhum mês é apresentado como janela de sementeira ou plantação. O momento de controlo, transporte ou destino de resíduos depende da espécie, do território e das instruções atuais da autoridade competente.

Depois da intervenção

Vigilância continuada

Marcar a periferia

Use pontos fixos para verificar se a colónia avança e não limite a inspeção à antiga posição do tronco.

Priorizar árvores férteis

Contenha a produção de sâmaras sem induzir uma vaga de rebentos por intervenção incompleta.

Coordenar infraestruturas

Antes de escavar raízes em meio urbano, localize redes, fundações, muros e responsabilidades de propriedade.

Diagnóstico antes de tratar

Riscos e falhas de controlo

Problemas, sinais de reconhecimento e primeira resposta
ProblemaComo reconhecerPrimeira resposta
Explosão de rebentosDezenas de caules surgem depois do abate, anelamento inadequado ou roça.Suspender cortes repetidos e rever a estratégia com especialista em controlo de invasoras.
Confusão com nogueira ou sumagreFolha pinada leva a identificação apenas pela silhueta.Observar margens, dentes glandulosos basais, odor e fruto antes de qualquer operação.
Danos em estruturasRebentos aparecem junto de muros, pavimento, tubagens ou edifícios.Isolar riscos e articular controlo com técnico, proprietário e gestor da infraestrutura.

O ailanto pode regenerar após corte, exigindo seguimento planeado. Qualquer controlo químico previsto por um plano só pode seguir a autorização e o rótulo aplicáveis, por aplicador habilitado e com avaliação das águas, pessoas e infraestruturas do local.

Contexto português

Prioridade em todas as regiões

Norte litoral Não plantar Não plantar: a ocorrência local, prioridade de controlo e método não foram avaliados nesta ficha; consulte o estatuto territorial e a autoridade competente.
Norte interior Não plantar Não plantar: a ocorrência local, prioridade de controlo e método não foram avaliados nesta ficha; consulte o estatuto territorial e a autoridade competente.
Centro litoral Não plantar Não plantar: a ocorrência local, prioridade de controlo e método não foram avaliados nesta ficha; consulte o estatuto territorial e a autoridade competente.
Centro interior Não plantar Não plantar: a ocorrência local, prioridade de controlo e método não foram avaliados nesta ficha; consulte o estatuto territorial e a autoridade competente.
Lisboa e Vale do Tejo Não plantar Não plantar: a ocorrência local, prioridade de controlo e método não foram avaliados nesta ficha; consulte o estatuto territorial e a autoridade competente.
Alentejo Não plantar Não plantar: a ocorrência local, prioridade de controlo e método não foram avaliados nesta ficha; consulte o estatuto territorial e a autoridade competente.
Algarve Não plantar Não plantar: a ocorrência local, prioridade de controlo e método não foram avaliados nesta ficha; consulte o estatuto territorial e a autoridade competente.
Açores Não plantar Não plantar: a ocorrência local, prioridade de controlo e método não foram avaliados nesta ficha; consulte o estatuto territorial e a autoridade competente.
Madeira Não plantar Não plantar: a ocorrência local, prioridade de controlo e método não foram avaliados nesta ficha; consulte o estatuto territorial e a autoridade competente.