Marcar a periferia
Use pontos fixos para verificar se a colónia avança e não limite a inspeção à antiga posição do tronco.
Ailanthus altissima · Simaroubaceae
A orientação é não plantar ailanto em Portugal continental nem na Região Autónoma da Madeira; esta avaliação não é alargada aos Açores. O crescimento rápido não é uma vantagem a explorar: esta página serve para prevenir novas plantas e reunir sinais de identificação, distinguindo a árvore de nogueiras ou sumagres antes de qualquer decisão.
Não corte nem abata um exemplar suspeito. O dano pode desencadear muitos rebentos de raiz, e árvores junto de edifícios ou infraestruturas acrescentam risco de queda. Sâmaras, raízes, solo e restos não devem ser movidos. Confirme proprietário, autoridade e plano; qualquer controlo químico depende do uso autorizado, do rótulo, do local e de aplicador habilitado, com vigilância posterior.
Top 300 em Portugal · posição 131
Esta vista complementar amplia a ficha com estruturas de identificação, reprodução ou propagação que a imagem principal não privilegia. Continua a ser uma ilustração editorial: não autentica exemplares nem substitui identificação especializada.
Taxonomia verificada
O nome publicado na ficha coincide com o nome aceite no POWO. Os sinónimos indicados são conservados como chaves de pesquisa editorial e não alteram o estatuto legal.
Verificado em 27 de julho de 2026.Avaliação territorial 1 de 2
Não comprar, propagar ou instalar. Focos existentes exigem identificação confirmada, contenção de propágulos, método adequado ao local e monitorização repetida.
Avaliado em 27 de julho de 2026 a partir das fontes oficiais indicadas nesta ficha.Avaliação territorial 2 de 2
Na Madeira, não comprar, semear, plantar, dividir, oferecer ou transportar. Uma ocorrência existente deve ser contida sem dispersar sementes ou fragmentos e encaminhada segundo a orientação do IFCN e o plano aplicável ao local.
Avaliado em 24 de julho de 2026 a partir das fontes oficiais indicadas nesta ficha.Prevenir antes de intervir
Verifique folha grande pinada, margens quase inteiras, dentes glandulosos apenas na base e odor desagradável ao esmagar.
Registe árvores femininas, plântulas e rebentos que podem surgir muitos metros além do tronco visível.
Não abata ou roçe sem estratégia para a resposta radicular; exemplares grandes requerem profissional e plano faseado.
Reveja troncos tratados, rebentos periféricos e novas plântulas repetidamente, contendo sâmaras e solo contaminado.
Limite editorial explícito
Calendário de plantação não aplicável a uma espécie com recomendação de não plantar.
Nenhum mês é apresentado como janela de sementeira ou plantação. O momento de controlo, transporte ou destino de resíduos depende da espécie, do território e das instruções atuais da autoridade competente.
Depois da intervenção
Use pontos fixos para verificar se a colónia avança e não limite a inspeção à antiga posição do tronco.
Contenha a produção de sâmaras sem induzir uma vaga de rebentos por intervenção incompleta.
Antes de escavar raízes em meio urbano, localize redes, fundações, muros e responsabilidades de propriedade.
Diagnóstico antes de tratar
| Problema | Como reconhecer | Primeira resposta |
|---|---|---|
| Explosão de rebentos | Dezenas de caules surgem depois do abate, anelamento inadequado ou roça. | Suspender cortes repetidos e rever a estratégia com especialista em controlo de invasoras. |
| Confusão com nogueira ou sumagre | Folha pinada leva a identificação apenas pela silhueta. | Observar margens, dentes glandulosos basais, odor e fruto antes de qualquer operação. |
| Danos em estruturas | Rebentos aparecem junto de muros, pavimento, tubagens ou edifícios. | Isolar riscos e articular controlo com técnico, proprietário e gestor da infraestrutura. |
O ailanto pode regenerar após corte, exigindo seguimento planeado. Qualquer controlo químico previsto por um plano só pode seguir a autorização e o rótulo aplicáveis, por aplicador habilitado e com avaliação das águas, pessoas e infraestruturas do local.
Contexto português