Prancha botânica de Centranthus ruber subsp. ruber com caules glaucos, folhas opostas inteiras e cachos densos de pequenas flores rosa-avermelhadas com esporão
Ilustração botânica de apoio gerada para esta ficha — não é fotografia de espécime nem substitui identificação certificada.
Perene Não plantar

Alfinetes-dos-muros — não plantar na Madeira

Centranthus ruber subsp. ruber · Caprifoliaceae

Não se deve plantar Alfinetes-dos-muros na Região Autónoma da Madeira. A ficha refere-se especificamente a Centranthus ruber subsp. ruber; uma identificação segura evita confundi-la com plantas semelhantes.

Perante Alfinetes-dos-muros, não toque, corte, arranque ou fragmente a planta. No caso de Centranthus ruber subsp. ruber, sementes, raízes, partes, solo, água e equipamento associado não devem ser deslocados. Os resíduos de Centranthus ruber subsp. ruber ficam contidos, sem eliminação ou transporte por iniciativa própria. Identificação, controlo e destino do material seguem a orientação atual da autoridade competente.

Nome científicoCentranthus ruber subsp. ruber
FamíliaCaprifoliaceae
Categoria editorialPerene
Identidade taxonómicaNome publicado reconciliado: Valeriana rubra
Ocorrência / estatutoExótica invasora · Autóctone regional e exótica no restante território
Orientação da fichaNão plantar — prevenção e controlo

Prancha complementar do catálogo

Uma segunda prancha,
outros caracteres.

Esta vista complementar amplia a ficha com estruturas de identificação, reprodução ou propagação que a imagem principal não privilegia. Continua a ser uma ilustração editorial: não autentica exemplares nem substitui identificação especializada.

Prancha botânica complementar de Alfinetes-dos-muros — não plantar na Madeira (Centranthus ruber subsp. ruber) com caracteres de identificação e ciclo de vida
Prancha botânica complementar de Alfinetes-dos-muros — não plantar na Madeira (Centranthus ruber subsp. ruber) com caracteres de identificação e ciclo de vida. Ilustração gerada para plantar.pt, sem texto nem marca de água.

Taxonomia verificada

Valeriana rubra L.

Nome publicado reconciliado
Nome publicado
Centranthus ruber subsp. ruber
Sinónimos relevantes
Centranthus ruber subsp. ruber · Centranthus ruber

A designação regional publicada é mantida para descoberta e leitura do âmbito legal da Madeira. O POWO aceita Valeriana rubra e trata Centranthus ruber e Centranthus ruber subsp. ruber como sinónimos; a reconciliação não altera o âmbito regional da interdição.

Verificado em 24 de julho de 2026.

Avaliação territorial 1 de 2

Não plantar

Exótica invasora
Jurisdição
Região Autónoma da Madeira
Âmbito
Região Autónoma da Madeira; sem inclusão deste táxon nas exceções de cultivo do anexo III. A inclusão legal não prova presença num local nem autentica um exemplar.
Enquadramento
Centranthus ruber integra a Lista Regional de Espécies Invasoras. O artigo 12.º do Decreto Legislativo Regional n.º 17/2023/M interdita, entre outros atos, detenção, cedência, compra, venda, transporte, produção, cultivo, uso ornamental e introdução na natureza.

Na Madeira, não comprar, semear, plantar, dividir, oferecer ou transportar. Uma ocorrência existente deve ser contida sem dispersar sementes ou fragmentos e encaminhada segundo a orientação do IFCN e o plano aplicável ao local.

Avaliado em 24 de julho de 2026 a partir das fontes oficiais indicadas nesta ficha.

Avaliação territorial 2 de 2

Cultivo rastreado

Autóctone regional e exótica no restante território
Jurisdição
Portugal continental
Âmbito
Cultivo ornamental contido em vaso ou jardim construído de Portugal continental, afastado de falésias, taludes naturais e muros patrimoniais, com corte de inflorescências antes da semente.
Enquadramento
A Flora-On trata a ocorrência continental como apófita. O tratamento da Flora Iberica documenta a distribuição mediterrânica e a presença em muros, rochedos e ambientes humanizados. A classificação regional invasora e a orientação de não plantar na Madeira permanecem numa avaliação territorial separada; no continente, confirme ainda as regras aplicáveis ao local e à intervenção.

A origem territorial é mista e a fuga ornamental está documentada. Exija planta de viveiro identificada, limite a frutificação, elimine plântulas exteriores e não use em restauro; a recomendação continental nunca deve ser extrapolada para a Madeira.

Avaliado em 27 de julho de 2026 a partir das fontes oficiais indicadas nesta ficha.

Prevenir antes de intervir

Não plantar e controlar

  1. Confirmar a identidade

    Confirme folhas opostas glaucas e cachos densos de flores tubulares rosadas ou vermelhas com esporão; compare com Centranthus calcitrapae anual.

  2. Ler o micro-habitat

    Escolha jardim construído ou vaso, nunca rocha natural, muro patrimonial ou área onde ainda não esteja presente.

  3. Instalar sem recolha silvestre

    Plante material de viveiro em bolsa drenante e remova inflorescências no primeiro ano antes da maturação.

  4. Gerir por mosaico

    Corte cachos gastos continuamente e elimine plântulas fora do limite do jardim.

Limite editorial explícito

Calendário

Calendário de plantação não aplicável a uma espécie com recomendação de não plantar.

Nenhum mês é apresentado como janela de sementeira ou plantação. O momento de controlo, transporte ou destino de resíduos depende da espécie, do território e das instruções atuais da autoridade competente.

Depois da intervenção

Vigilância continuada

Respeitar o ciclo mediterrânico

A maior parte cresce com as chuvas e abranda ou desaparece no verão; não force folhagem estival com rega e fertilizante.

Manter refúgios não mobilizados

Alterne corte e limpeza entre faixas, pés de árvore e troços de muro, deixando sempre plantas completar floração e frutificação.

Proteger solo e alvenaria

Não cave junto de raízes estruturais nem abra juntas estáveis. Em património ou muro de suporte, a segurança e a conservação precedem qualquer plantação.

Separar conservação de plantação

Valor num olival tradicional ou ocorrência num muro não autoriza recolha, introdução ou obra. Confirme táxon, proveniência, estatuto local, propriedade, segurança estrutural e objetivo antes de intervir.

Diagnóstico antes de tratar

Riscos e falhas de controlo

Problemas, sinais de reconhecimento e primeira resposta
ProblemaComo reconhecerPrimeira resposta
Fuga do cultivoPlântulas surgem em taludes, sarjetas, falésias ou propriedades vizinhas.Remover antes da floração, ensacar sementes e substituir por autóctone local.
Mobilização ou limpeza totalSolo nu contínuo, juntas raspadas e ausência de plântulas após a primavera.Parar a intervenção uniforme, mapear refúgios e retomar apenas corte ou limpeza seletiva e faseada.
Origem inadequadaLote sem nome completo, proveniência ou comportamento diferente das populações locais.Conter a propagação, não libertar sementes e validar a identificação e o estatuto regional.

A orientação de cultivo contido aplica-se fora da Madeira. Na Madeira, não plante, comercialize ou transporte; contenha sementes de exemplares existentes e siga o IFCN.

Contexto português

Prioridade em todas as regiões

Norte litoral Não plantar Adequar a humidade atlântica, exposição e rocha local; confirmar o estatuto de apófito e o risco de fuga ornamental.
Norte interior Não plantar Favorecer primavera curta, frio invernal e solo pedregoso sem rega estival; confirmar o estatuto de apófito e o risco de fuga ornamental.
Centro litoral Não plantar Escolher muro ou pomar tradicional com drenagem e proveniência regional; confirmar o estatuto de apófito e o risco de fuga ornamental.
Centro interior Não plantar Proteger da mobilização profunda e respeitar a secura estival; confirmar o estatuto de apófito e o risco de fuga ornamental.
Lisboa e Vale do Tejo Não plantar Usar apenas em habitat equivalente e fora de património, depois de avaliação técnica e confirmação das regras aplicáveis; confirmar o estatuto de apófito e o risco de fuga ornamental.
Alentejo Não plantar Muito apropriada em mosaico extensivo, mas não em olival intensivo mobilizado; confirmar o estatuto de apófito e o risco de fuga ornamental.
Algarve Não plantar Ajustar a solo calcário ou descalcificado conforme o táxon e preservar o ciclo invernal; confirmar o estatuto de apófito e o risco de fuga ornamental.
Açores Não plantar Não importar material continental; confirmar estatuto e origem açoriana antes de cultivar.
Madeira Não plantar Não plantar na Madeira: integra a Lista Regional de Espécies Invasoras e não consta das exceções de cultivo do anexo III.