Impedir pisoteio concentrado
Desvie o percurso sem vedar toda a circulação da fauna.
Arabis sadina · Brassicaceae
A arábis-sadina ocupa afloramentos, cascalheiras e fendas das serras calcárias do Centro-Oeste. É um endemismo português incluído nos anexos II e IV da Diretiva Habitats; a categoria Pouco Preocupante não torna dispensável a integridade da rocha onde vive.
As fontes nacionais e globais não usam exatamente o mesmo alcance taxonómico, pelo que a identidade deve permanecer explícita. Esta página não autoriza recolher, propagar, transplantar, restaurar, mover substrato ou intervir numa população.
Prancha complementar do catálogo
Esta vista complementar amplia a ficha com estruturas de identificação, reprodução ou propagação que a imagem principal não privilegia. Continua a ser uma ilustração editorial: não autentica exemplares nem substitui identificação especializada.
Taxonomia verificada
A ficha mantém Arabis sadina, nome usado na documentação legal e de conservação; o POWO trata-o como sinónimo homotípico de Arabis hirsuta var. sadina.
Verificado em 24 de julho de 2026.Estado de conservação estruturado
A fonte Flora-On declarada na ficha apresenta o nome avaliado como Pouco Preocupante em Portugal continental; a ficha conserva esse conceito nacional sem o confundir com o nome aceite mais amplo no POWO.
Categoria verificada em 26 de julho de 2026 nas fontes indicadas nesta ficha.Estatuto verificado
A ocorrência natural e o afloramento devem permanecer protegidos. Recolha, propagação, reforço e translocação exigem autorização e proveniência documentada.
Avaliado em 24 de julho de 2026 a partir das fontes oficiais indicadas nesta ficha.Antes de qualquer intervenção
A base arredondada das folhas caulinares ajuda a separar a espécie de Arabis próximas.
A raiz e o pequeno volume de solo são facilmente destruídos pelo arranque.
Mapeie antes de pedreiras, abertura de trilhos, escalada ou deposição de inertes.
Não crie canteiros ricos; conserve fissuras, cascalho e dinâmica natural.
Limite editorial explícito
Calendário de plantação não aplicável a uma ficha de conservação.
A página não recomenda recolha, propagação ou instalação. Qualquer intervenção de conservação exige autorização, proveniência e um plano técnico próprio do local e da população.
Proteção sem intervenção autónoma
Desvie o percurso sem vedar toda a circulação da fauna.
Nutrientes favorecem gramíneas e apagam o micro-habitat aberto.
Use fotografia com escala e pontos fixos, sem colher síliquas.
Diagnóstico antes de tratar
| Problema | Como reconhecer | Primeira resposta |
|---|---|---|
| Pedreira | Marcação, perfuração ou poeira sobre o afloramento. | Sinalizar a ocorrência e suspender trabalho na área crítica. |
| Trilho informal | Solo polido, plantas partidas e pedras deslocadas. | Redesenhar o acesso e recuperar apenas com material local. |
| Diagnose incompleta | Só existem fotografias de flor. | Documentar folhas, fruto e hábito sem retirar exemplar. |
Endémica portuguesa, Pouco Preocupante e incluída nos Anexos II e IV da Diretiva Habitats; o estatuto não dispensa proteção do afloramento.
Contexto português