Prancha botânica de Armeria eriophylla com rosetas lanudas, folhas lineares ciliadas e capítulos arredondados de flores rosa
Ilustração botânica de apoio gerada para esta ficha — não é fotografia de espécime nem substitui identificação certificada.
Perene Conservação

Arméria-lanuda

Armeria eriophylla · Plumbaginaceae

A arméria-lanuda pertence às fissuras serpentínicas e aos prados secos do maciço de Bragança–Vinhais. Exclusiva deste território ultrabásico e avaliada como Quase Ameaçada, liga a identidade de uma flor à história geológica de um único maciço.

Uma arméria vista noutro lugar não confirma esta espécie, e Morais não é uma extensão indiferenciada de Bragança–Vinhais. A ficha não autoriza recolher, propagar, transplantar, restaurar, comercializar ou intervir, nem sustenta qualquer deslocação de material entre maciços.

Nome científicoArmeria eriophylla
FamíliaPlumbaginaceae
Categoria editorialPerene
Identidade taxonómicaNome aceite: Armeria eriophylla
Ocorrência / estatutoEndémica de Portugal continental
Orientação da fichaApenas conservação — sem intervenção autónoma

Prancha complementar do catálogo

Uma segunda prancha,
outros caracteres.

Esta vista complementar amplia a ficha com estruturas de identificação, reprodução ou propagação que a imagem principal não privilegia. Continua a ser uma ilustração editorial: não autentica exemplares nem substitui identificação especializada.

Prancha botânica complementar de Arméria-lanuda (Armeria eriophylla) com caracteres de identificação e ciclo de vida
Prancha botânica complementar de Arméria-lanuda (Armeria eriophylla) com caracteres de identificação e ciclo de vida. Ilustração gerada para plantar.pt, sem texto nem marca de água.

Taxonomia verificada

Armeria eriophylla Willk.

Nome aceite
Nome publicado
Armeria eriophylla
Sinónimos relevantes
Nenhum declarado neste piloto

O nome publicado coincide com Armeria eriophylla Willk., aceite no GBIF Backbone. A âncora taxonómica não substitui voucher, caracteres diagnósticos nem proveniência de Bragança–Vinhais e não autoriza translocação para Morais.

Verificado em 27 de julho de 2026.

Estado de conservação estruturado

Quase Ameaçada (NT)

Portugal continental
Sistema
Lista Vermelha da Flora Vascular de Portugal Continental
Nome avaliado
Armeria eriophylla
Limite
Risco de extinção; não equivale a lei nem recomendação de cultivo.

A fonte Flora-On já declarada na ficha apresenta Armeria eriophylla como Quase Ameaçada em Portugal continental; o risco não equivale a licença de recolha, propagação ou translocação.

Categoria verificada em 26 de julho de 2026 nas fontes indicadas nesta ficha.

Estatuto verificado

Apenas conservação

Endémica de Portugal continental
Jurisdição
Portugal continental
Âmbito
Portugal continental, no maciço ultrabásico de Bragança–Vinhais indicado nas fontes. Açores e Madeira não foram avaliados nesta ficha.
Enquadramento
As fontes consultadas documentam Armeria eriophylla e o seu habitat especializado em Portugal continental, mas raridade, endemicidade ou categoria de ameaça não equivalem por si sós a uma proibição nacional geral de detenção ou cultivo. Recolha, acesso, propagação, circulação de substrato e intervenção no campo dependem de propriedade, área protegida, plano, finalidade e autorizações aplicáveis.

A distribuição publicada e a identidade de Armeria devem ser confirmadas antes de qualquer decisão. Esta ficha não recomenda cultivo, recolha ou deslocação de material entre maciços.

Avaliado em 27 de julho de 2026 a partir das fontes oficiais indicadas nesta ficha.

Antes de qualquer intervenção

Identificação, conservação e limites

  1. Confirmar identidade e maciço

    A identificação de Armeria e a ocorrência em Bragança–Vinhais requerem confirmação especializada; não use nomes semelhantes para autenticar material.

  2. Não recolher nem adquirir informalmente

    Não recolha plantas, sementes, solo ou pedra e não aceite material sem origem institucional documentada.

  3. Comunicar ameaça sem intervir

    Perante extração, obra ou dano, comunique à entidade gestora ou ao ICNF; não altere rocha, solo, drenagem ou vegetação.

  4. Incerteza insular explícita

    Açores e Madeira não foram avaliados nesta ficha como territórios de ocorrência ou cultivo; não transporte material continental.

Limite editorial explícito

Calendário

Calendário de plantação não aplicável a uma ficha de conservação.

A página não recomenda recolha, propagação ou instalação. Qualquer intervenção de conservação exige autorização, proveniência e um plano técnico próprio do local e da população.

Proteção sem intervenção autónoma

Verificações de conservação

Sem cuidados hortícolas publicados

Esta ficha não fornece uma receita de cultivo doméstico, propagação ou gestão de substrato.

Não divulgar locais sensíveis

Não publique coordenadas detalhadas nem instruções de acesso a núcleos vulneráveis.

Sem movimentação de material

Não mova plantas, sementes, solo ou pedra entre populações, regiões ou arquipélagos.

Diagnóstico antes de tratar

Riscos de decisão

Problemas, sinais de reconhecimento e primeira resposta
ProblemaComo reconhecerPrimeira resposta
Arméria erradaFolhas não apresentam o indumento e cílios esperados ou a origem é Morais.Colocar em quarentena e rever a determinação.
Morte da rosetaCentro escuro e folhas destacam-se após saturação.Corrigir drenagem, reduzir água e confirmar podridão antes de intervir.
Perda do habitat abertoArborização, mato denso ou extração de inertes reduz os núcleos.Comunicar à gestão do sítio e agir apenas no quadro do plano de conservação.

Não trate a população silvestre como fonte de arméria de jardim nem recolha ou comercialize material sem verificar as autorizações aplicáveis. Não transloque para Morais sem avaliação genética e ecológica e decisão formal.

Contexto português

Âmbito territorial

Norte litoral Conservação Fora da distribuição portuguesa: sem translocação para serpentinitos ou jardins do litoral norte.
Norte interior Conservação Adequada exclusivamente aos afloramentos do maciço Bragança–Vinhais onde a população e a comunidade de referência estejam documentadas.
Centro litoral Conservação Fora da área natural; clima atlântico semelhante não substitui litologia, comunidade nem proveniência transmontana.
Centro interior Conservação Fora da distribuição, mesmo onde exista altitude ou rocha básica; não criar populações artificiais.
Lisboa e Vale do Tejo Conservação Calor, baixa altitude e geologia não correspondem ao habitat; apenas coleção científica fechada e autorizada.
Alentejo Conservação Fora da flora serpentinícola nordestina; minas e solos metalíferos do sul têm química e comunidades diferentes.
Algarve Conservação Inadequada por clima, distância e litologia; não usar como planta tolerante à seca em jardim mineral.
Açores Conservação Nunca introduzir táxones continentais nos Açores; solo vulcânico não equivale a serpentinito transmontano.
Madeira Conservação Nunca introduzir táxones continentais na Madeira; rocha máfica insular não autoriza equivalência ecológica.