Separar ferramentas e terra
Limpe equipamento no foco e não reutilize solo, composto ou vasos contaminados noutras parcelas.
Oxalis pes-caprae · Oxalidaceae
A orientação desta ficha é não plantar azedas em Portugal continental; os regimes dos Açores e da Madeira são distintos e não são inferidos daqui. Na Madeira, a exceção assinalada na ficha não elimina o estatuto invasor nem justifica dispersão. A flor amarela e o sabor ácido não são um convite à colheita, ao consumo ou ao uso como cobertura.
Não prove a planta nem mobilize terra para procurar bolbilhos: pode haver confusão com outras espécies e cada movimento pode ampliar a mancha. Não leve plantas, bolbilhos, solo ou composto para outro local. Confirme identidade, proprietário e plano territorial; recolha, limpeza de ferramentas, destino do material e inspeções repetidas devem ser definidos de modo a não espalhar o foco.
Top 300 em Portugal · posição 91
Esta vista complementar amplia a ficha com estruturas de identificação, reprodução ou propagação que a imagem principal não privilegia. Continua a ser uma ilustração editorial: não autentica exemplares nem substitui identificação especializada.
Taxonomia verificada
O nome publicado na ficha coincide com o nome aceite no POWO. Os sinónimos indicados são conservados como chaves de pesquisa editorial e não alteram o estatuto legal.
Verificado em 27 de julho de 2026.Avaliação territorial 1 de 2
Não comprar, propagar ou instalar. Focos existentes exigem identificação confirmada, contenção de propágulos, método adequado ao local e monitorização repetida.
Avaliado em 27 de julho de 2026 a partir das fontes oficiais indicadas nesta ficha.Avaliação territorial 2 de 2
A exceção não transforma a espécie numa escolha sem risco. Confirme identidade e proveniência, compre apenas num estabelecimento autorizado, impeça sementes e propágulos de escapar e substitua-a junto de habitat natural por alternativa adequada.
Avaliado em 24 de julho de 2026 a partir das fontes oficiais indicadas nesta ficha.Prevenir antes de intervir
Confirme uma folha dividida em exatamente três folíolos cordiformes e flores amarelas em umbela; marque a mancha enquanto está visível.
Inclua a periferia, caminhos, vasos, máquinas e depósitos de terra, porque bolbilhos pequenos passam despercebidos.
Retire repetidamente a planta com bolbo e bolbilhos quando o solo está manejável, evitando fragmentar ou espalhar terra.
Inspecione no outono e inverno seguintes, mantenha cobertura adequada e remova cedo qualquer rebento fora da área marcada.
Limite editorial explícito
Calendário de plantação não aplicável a uma espécie com recomendação de não plantar.
Nenhum mês é apresentado como janela de sementeira ou plantação. O momento de controlo, transporte ou destino de resíduos depende da espécie, do território e das instruções atuais da autoridade competente.
Depois da intervenção
Limpe equipamento no foco e não reutilize solo, composto ou vasos contaminados noutras parcelas.
Em dunas, prados ou bosques, faça intervenção seletiva e faseada para não destruir a cobertura que se pretende recuperar.
A dormência estival esconde a planta; uma área sem folhas no verão não está necessariamente controlada.
Diagnóstico antes de tratar
| Problema | Como reconhecer | Primeira resposta |
|---|---|---|
| Bolbilhos ficam no solo | A parte aérea sai facilmente, mas pequenos órgãos brancos permanecem junto do bolbo. | Usar ferramenta adequada, recolher a terra imediata sem a dispersar e repetir a inspeção. |
| Mancha reaparece maior | Novos rebentos surgem depois de cava, transporte de solo ou passagem de máquina. | Suspender mobilização, ampliar o perímetro contaminado e instituir limpeza no local. |
| Confusão com planta alimentar | Pretende-se colher por causa do sabor ácido ou de usos tradicionais. | Não consumir nem divulgar a colheita; o estatuto invasor exige impedir propagação e transporte. |
O nome comum e o sabor ácido não justificam consumo nem recolha: isso aumenta transporte de bolbilhos e confusão com outras espécies. A exceção madeirense do anexo III não elimina o estatuto invasor nem justifica dispersão.
Contexto português