Não aplicar uma receita de maneio
Rega, poda, controlo de invasoras ou gestão de combustível podem afetar habitat e população; devem decorrer apenas do diagnóstico e plano aplicáveis.
Prunus lusitanica subsp. lusitanica · Rosaceae
A identidade botânica de Azereiro é Prunus lusitanica subsp. lusitanica, uma representante da família Rosaceae. No território considerado, é tratada como uma planta autóctone de Portugal continental. Para Prunus lusitanica subsp. lusitanica, a avaliação continental atribui a categoria NT ao conceito Prunus lusitanica subsp. lusitanica.
O exemplar e o habitat de Azereiro devem permanecer intactos. O conteúdo não convida a retirar ou reproduzir Prunus lusitanica subsp. lusitanica. Também não se permite transplantar, restaurar ou intervir no habitat.
Top 300 em Portugal · posição 144
Esta vista complementar amplia a ficha com estruturas de identificação, reprodução ou propagação que a imagem principal não privilegia. Continua a ser uma ilustração editorial: não autentica exemplares nem substitui identificação especializada.
Taxonomia verificada
O nome publicado na ficha coincide com o nome aceite no POWO. Os sinónimos indicados são conservados como chaves de pesquisa editorial e não alteram o estatuto legal.
Verificado em 24 de julho de 2026.Estado de conservação estruturado
A Lista Vermelha apresentada pela fonte Flora-On já declarada classifica a subespécie como Quase Ameaçada; o conceito avaliado permanece explícito e territorialmente limitado.
Categoria verificada em 25 de julho de 2026 nas fontes indicadas nesta ficha.Estatuto verificado
A ocorrência publicada em vales, margens e barrancos húmidos não autoriza recolha, reforço ou plantação. Um cultivar comercial não comprova subespécie, população de origem ou adequação para conservação; qualquer ação junto de população natural depende de objetivo, origem e enquadramento confirmados localmente.
Avaliado em 27 de julho de 2026 a partir das fontes oficiais indicadas nesta ficha.Antes de qualquer intervenção
A ficha não autoriza recolha de sementes, estacas ou plantas. A origem de qualquer material e a finalidade da ação têm de ser verificadas pela entidade responsável.
O nome comercial não prova a subespécie, a população de origem ou a adequação para conservação.
Uma ação numa margem, leito ou população natural requer avaliação territorial, regras aplicáveis e, quando devido, o título da APA.
Esta revisão não avalia ocorrência, estatuto ou técnica nos Açores ou na Madeira; não transferir material para esses territórios com base nesta ficha.
Limite editorial explícito
Calendário de plantação não aplicável a uma ficha de conservação.
A página não recomenda recolha, propagação ou instalação. Qualquer intervenção de conservação exige autorização, proveniência e um plano técnico próprio do local e da população.
Proteção sem intervenção autónoma
Rega, poda, controlo de invasoras ou gestão de combustível podem afetar habitat e população; devem decorrer apenas do diagnóstico e plano aplicáveis.
Plantação, escavação, limpeza ou alteração de vegetação em domínio hídrico não devem avançar por orientação genérica.
O responsável deve conservar identificação, origem, local, objetivo e decisão aplicável antes de atuar.
Diagnóstico antes de tratar
| Problema | Como reconhecer | Primeira resposta |
|---|---|---|
| Material de origem não demonstrada | A etiqueta usa apenas um nome comercial ou não apresenta subespécie, origem e finalidade. | Não usar em conservação, reforço ou junto de população natural; pedir confirmação à entidade responsável. |
| Intervenção em margem ou população | Há proposta de plantação, obra, gestão de vegetação ou recolha no local. | Suspender a ação até existir avaliação territorial e enquadramento aplicável; não improvisar controlo ou restauro. |
| Território não avaliado | A ação é proposta nos Açores ou na Madeira, ou não há confirmação de ocorrência continental. | Não inferir ocorrência, estatuto ou técnica a partir desta ficha; confirmar as fontes e a autoridade territorial competentes. |
A categoria Quase Ameaçada é uma avaliação de risco continental, não uma licença nem uma proibição geral. Esta ficha não avalia o táxon nos Açores ou na Madeira e não substitui avaliação de parcela.
Contexto português