Usar luvas
Evite contacto com seiva e não leve mãos à boca ou olhos.

Bryonia dioica · Cucurbitaceae
Trepadeira geófita autóctone de sebes, pomares antigos e barrancos sombrios, vigorosa e com partes potencialmente tóxicas.
Do início ao estabelecimento
A principal recomendação é reconhecimento e manutenção do mosaico, não nova plantação doméstica.
Observe gavinhas, folhas, flores masculinas/femininas e bagas; não confundir com vinha ou cucurbitácea cultivada.
Em escolas, parques, pastagens ou jardins com crianças, impeça acesso e procure gestão profissional.
Se abafar a sebe, retire caules antes do fruto sem escavar a raiz engrossada.
Janelas nacionais
Estas são janelas de referência. Atrase com geada e altitude; antecipe em encostas quentes e zonas costeiras suaves.
Depois de plantar
Evite contacto com seiva e não leve mãos à boca ou olhos.
Recolha e elimine com destino seguro onde a dispersão ou exposição seja problemática.
A remoção não deve transformar a sebe numa faixa nua.
Diagnóstico antes de tratar
| Problema | Como reconhecer | Primeira resposta |
|---|---|---|
| Suspeita de ingestão | Bagas ou outras partes podem ter sido consumidas. | Contactar de imediato 112/CIAV ou veterinário, sem testar receitas tradicionais. |
| Cobre árvores jovens | Massa de folhas e gavinhas pesa sobre rebentos. | Cortar caules por setores e retirar antes da frutificação. |
| Raiz exposta | Mobilização revela órgão engrossado. | Bloquear acesso, usar proteção e não o confundir com raiz alimentar. |
Embora haja registo de rebentos cozinhados em tradições regionais, esta ficha não recomenda consumo: erros de identificação e preparação podem ser graves.
Contexto português