Não inferir uma receita de habitat
A associação a charcos temporários não autoriza alterar água, solo, sedimento, drenagem ou vegetação.
Eryngium galioides · Apiaceae
O cardo-azul-dos-charcos faz parte da flora dos charcos temporários continentais e é conhecido de cerca de dez localizações portuguesas. Avaliado como Vulnerável, tem na população da Nave do Barão uma história particularmente ligada à conservação hidrológica.
Essa referência territorial não cria uma regra para outros locais nem permite diagnosticar um charco pela presença aparente de uma planta. A página não autoriza recolher, propagar, transplantar, restaurar, reforçar ou intervir no habitat.
Prancha complementar do catálogo
Esta vista complementar amplia a ficha com estruturas de identificação, reprodução ou propagação que a imagem principal não privilegia. Continua a ser uma ilustração editorial: não autentica exemplares nem substitui identificação especializada.
Taxonomia verificada
O nome publicado na ficha coincide com o nome aceite no POWO. Os sinónimos indicados são conservados como chaves de pesquisa editorial e não alteram o estatuto legal.
Verificado em 27 de julho de 2026.Estado de conservação estruturado
VU B2ab(iii)A avaliação nacional declarada na ficha classifica o táxon como Vulnerável em Portugal continental; critério compacto VU B2ab(iii); a categoria de risco não equivale a autorização de recolha ou reforço.
Categoria verificada em 25 de julho de 2026 nas fontes indicadas nesta ficha.Estatuto verificado
A categoria Vulnerável exprime risco de extinção em Portugal continental; não autoriza recolha, cultivo, movimentação de material ou intervenção. A referência territorial à Nave do Barão não cria uma regra aplicável a outros locais.
Avaliado em 27 de julho de 2026 a partir das fontes oficiais indicadas nesta ficha.Antes de qualquer intervenção
O nome e a observação não substituem uma identificação especializada quando a decisão puder afetar uma população ou um local sensível.
A ficha não autoriza recolha, cultivo, propagação, instalação, restauro ou translocação.
A ocorrência continental não avalia Açores ou Madeira e não resolve a autorização de uma ação concreta.
Qualquer proposta de conservação deve ser avaliada pela entidade gestora ou autoridade competente para o local e a ação.
Limite editorial explícito
Calendário de plantação não aplicável a uma ficha de conservação.
A página não recomenda recolha, propagação ou instalação. Qualquer intervenção de conservação exige autorização, proveniência e um plano técnico próprio do local e da população.
Proteção sem intervenção autónoma
A associação a charcos temporários não autoriza alterar água, solo, sedimento, drenagem ou vegetação.
Uma planta, bolbo, esporo, semente ou sedimento sem proveniência documentada não deve ser movimentado com base nesta ficha.
A categoria de risco, a listagem legal e a taxonomia respondem a perguntas diferentes e não se substituem.
Diagnóstico antes de tratar
| Problema | Como reconhecer | Primeira resposta |
|---|---|---|
| Identidade incerta | Registo sem caracteres suficientes ou material sem origem documentada. | Manter o registo provisório e confirmar a identificação antes de qualquer decisão. |
| Intervenção proposta | Proposta de recolha, plantação, propagação, transporte ou alteração do charco. | Não intervir com base nesta ficha; confirmar enquadramento territorial e autoridade competente. |
| Conclusão territorial excessiva | A ocorrência continental é usada para afirmar ocorrência ou regras nas ilhas. | Tratar Açores e Madeira como não avaliados até existir evidência territorial direta. |
Flora-On indica a categoria Vulnerável no continente. Açores e Madeira não são avaliados nesta ficha; não divulgar coordenadas finas de núcleos sensíveis.
Contexto português