Prancha botânica de Quercus pseudococcifera subsp. rivasmartinezii com pequena árvore costeira, folhas coriáceas dentadas, amentilhos e bolotas em cúpula escamosa
Ilustração botânica de apoio gerada para esta ficha — não é fotografia de espécime nem substitui identificação certificada.
Árvore Conservação

Carrasco-arbóreo-costeiro

Quercus pseudococcifera subsp. rivasmartinezii · Fagaceae

A leitura de Carrasco-arbóreo-costeiro permanece ligada à população e ao território documentados. Carrasco-arbóreo-costeiro corresponde a Quercus pseudococcifera subsp. Rivasmartinezii. Táxon ibérico costeiro de porte arbóreo, anteriormente tratado como Quercus coccifera subsp. Rivasmartinezii, cuja conservação exige proveniência e revisão especializada. As fontes situam-na como autóctone de Portugal continental.

Esta abertura serve conhecimento e conservação documental, não recolha, cultivo, propagação ou intervenção autónoma. Uma fotografia ou nome semelhante não confirmam a identidade nem revelam o estado de um núcleo concreto; mantenha distância e respeite as regras do local.

Nome científicoQuercus pseudococcifera subsp. rivasmartinezii
FamíliaFagaceae
Categoria editorialÁrvore
Identidade taxonómicaNome aceite: Quercus pseudococcifera subsp. rivasmartinezii
Ocorrência / estatutoAutóctone continental
Orientação da fichaApenas conservação — sem intervenção autónoma

Prancha complementar do catálogo

Uma segunda prancha,
outros caracteres.

Esta vista complementar amplia a ficha com estruturas de identificação, reprodução ou propagação que a imagem principal não privilegia. Continua a ser uma ilustração editorial: não autentica exemplares nem substitui identificação especializada.

Prancha botânica complementar de Carrasco-arbóreo-costeiro (Quercus pseudococcifera subsp. rivasmartinezii) com caracteres de identificação e ciclo de vida
Prancha botânica complementar de Carrasco-arbóreo-costeiro (Quercus pseudococcifera subsp. rivasmartinezii) com caracteres de identificação e ciclo de vida. Ilustração gerada para plantar.pt, sem texto nem marca de água.

Taxonomia verificada

Quercus pseudococcifera subsp. rivasmartinezii (Capelo & J.C.Costa) Capelo, Vila-Viçosa & F.M.Vázquez

Nome aceite
Nome publicado
Quercus pseudococcifera subsp. rivasmartinezii
Sinónimos relevantes
Quercus coccifera subsp. rivasmartinezii · Quercus rivasmartinezii

O nome publicado na ficha coincide com o nome aceite no POWO. Os sinónimos indicados são conservados como chaves de pesquisa editorial e não alteram o estatuto legal.

Verificado em 24 de julho de 2026.

Estado de conservação estruturado

Pouco Preocupante (LC)

Portugal continental
Sistema
Lista Vermelha da Flora Vascular de Portugal Continental
Nome avaliado
Quercus coccifera subsp. rivasmartinezii
Limite
Risco de extinção; não equivale a lei nem recomendação de cultivo.

A avaliação nacional declarada na ficha classifica este conceito taxonómico como Pouco Preocupante em Portugal continental; LC não autoriza recolha ou plantação.

Categoria verificada em 25 de julho de 2026 nas fontes indicadas nesta ficha.

Estatuto verificado

Apenas conservação

Autóctone continental
Jurisdição
Portugal continental
Âmbito
Inventário, conservação e eventual reforço de populações costeiras portuguesas após revisão botânica e definição da unidade de conservação.
Enquadramento
A Flora-On documenta ocorrência autóctone e avaliação nacional de Pouco Preocupante sob o conceito Quercus coccifera subsp. rivasmartinezii. A categoria não autoriza recolha ou plantação, nem resolve o conceito taxonómico, hibridação, propriedade ou regime da área.

O POWO aceita atualmente Quercus pseudococcifera subsp. rivasmartinezii, enquanto a fonte portuguesa mantém o conceito anterior. Essa discrepância, os caracteres intermédios e a possível hibridação tornam inadequada a plantação ornamental ou o restauro sem voucher, origem, revisão especializada e monitorização.

Avaliado em 25 de julho de 2026 a partir das fontes oficiais indicadas nesta ficha.

Antes de qualquer intervenção

Identificação, conservação e limites

  1. Pedir revisão taxonómica

    Não decida pela forma de uma só folha; híbridos e conceitos antigos de carrasco tornam necessária avaliação botânica.

  2. Não recolher bolota

    A propagação para reforço deve integrar autorização, amostragem genética e registo de árvores-mãe.

  3. Definir unidade de conservação

    Use apenas população compatível e preserve a possibilidade de acompanhar cada lote desde a origem.

  4. Restaurar o habitat completo

    Instale apenas onde solo, matagal acompanhante, pressão de herbívoros e continuidade futura estejam assegurados.

Limite editorial explícito

Calendário

Calendário de plantação não aplicável a uma ficha de conservação.

A página não recomenda recolha, propagação ou instalação. Qualquer intervenção de conservação exige autorização, proveniência e um plano técnico próprio do local e da população.

Proteção sem intervenção autónoma

Verificações de conservação

Mapear indivíduos

Registe coordenada, identificação, origem, sobrevivência, crescimento e sinais de hibridação.

Evitar podas ornamentais

Conserve porte, floração e produção de bolota; intervenha apenas por risco objetivo.

Controlar competição por fases

Liberte a copa gradualmente sem expor subitamente o solo e a planta ao calor extremo.

Diagnóstico antes de tratar

Riscos de decisão

Problemas, sinais de reconhecimento e primeira resposta
ProblemaComo reconhecerPrimeira resposta
Nome antigo no viveiroEtiqueta usa apenas Quercus coccifera ou Q. rivasmartinezii.Exigir voucher, origem e revisão antes de qualquer restauro.
Hibridação não avaliadaCaracteres intermédios entre carvalhos próximos.Não colher semente para lote puro; solicitar análise especializada.
Projeto sem continuidadePlantação sem responsável, monitorização ou proteção futura.Não avançar até existir plano plurianual verificável.

Perfil exclusivamente conservacionista. O nome aceite no POWO mudou em 2022; inventários antigos devem conservar a sinonímia para não perder registos.

Contexto português

Âmbito territorial

Norte litoral Conservação Fora do núcleo termófilo; só usar em jardim abrigado e nunca como substituto da vegetação atlântica local. Confirmar a diagnose taxonómica, população de origem e autorização.
Norte interior Conservação Pouco adequado ao frio e geada continental; privilegiar flora regional mais resistente e confirmar a diagnose taxonómica, população de origem e autorização.
Centro litoral Conservação Possível em arribas, dunas consolidadas ou vales costeiros quentes documentados; confirmar a diagnose taxonómica, população de origem e autorização.
Centro interior Conservação Localizado em encostas muito abrigadas; frio, altitude e geada tornam a instalação incerta. Confirmar a diagnose taxonómica, população de origem e autorização.
Lisboa e Vale do Tejo Conservação Favorável em penínsulas, serras calcárias e vales costeiros quentes quando a ocorrência regional está comprovada; confirmar a diagnose taxonómica, população de origem e autorização.
Alentejo Conservação Adequado sobretudo no litoral sudoeste e vales quentes, com solo e proveniência compatíveis; confirmar a diagnose taxonómica, população de origem e autorização.
Algarve Conservação Região principal para muitos elementos termófilos, mas barrocal, serra e litoral não são equivalentes; confirmar a diagnose taxonómica, população de origem e autorização.
Açores Conservação Não transpor material continental para os Açores; avaliar estatuto local e risco de naturalização antes de cultivar.
Madeira Conservação Não transpor material continental para a Madeira; a flora termófila macaronésica exige referências próprias.