Manter um mosaico
Planeie faixas cortadas e refúgios, pés de talude e bordaduras; preserve parte da cobertura em cada passagem quando isso for compatível com a segurança e a gestão da exploração.
Bifora testiculata · Apiaceae
Por detrás do nome Coentros-bravos está Bifora testiculata, da família Apiaceae. As fontes atribuem-lhe o contexto de uma planta autóctone de Portugal continental. Para Bifora testiculata, a avaliação continental atribui a categoria VU ao conceito Bifora testiculata.
Observar Coentros-bravos sem contacto é o único gesto sugerido. Recolher ou multiplicar Bifora testiculata não é autorizado. Mover material, transplantar ou usar a planta em restauro não é legitimado aqui.
Prancha complementar do catálogo
Esta vista complementar amplia a ficha com estruturas de identificação, reprodução ou propagação que a imagem principal não privilegia. Continua a ser uma ilustração editorial: não autentica exemplares nem substitui identificação especializada.
Taxonomia verificada
O nome publicado na ficha coincide com o nome aceite no POWO. Os sinónimos indicados são conservados como chaves de pesquisa editorial e não alteram o estatuto legal.
Verificado em 25 de julho de 2026.Estado de conservação estruturado
VU B1ab(i,ii,iii,iv,v)+2ab(i,ii,iii,iv,v)A avaliação nacional declarada na ficha classifica o táxon como Vulnerável em Portugal continental; critério compacto VU B1ab(i,ii,iii,iv,v)+2ab(i,ii,iii,iv,v); a categoria não autoriza recolha, comercialização ou reforço informal.
Categoria verificada em 25 de julho de 2026 nas fontes indicadas nesta ficha.Estatuto verificado
A Lista Vermelha reconhece três subpopulações, sete a nove localizações e declínio sob intensificação agrícola e abandono do sequeiro tradicional. Proteja o banco de sementes e a gestão extensiva, monitorize e conserve germoplasma institucional; não o trate como coentro culinário sem confirmação nem faça reforço informal.
Avaliado em 27 de julho de 2026 a partir das fontes oficiais indicadas nesta ficha.Antes de qualquer intervenção
Confirme folhas divididas, pequenas umbelas brancas e fruto característico com dois mericarpos globosos; revisão especializada é recomendada.
Conservar sequeiro básico tradicional, sem conversão para regadio, nivelamento ou herbicida total.
Não recolher nem adquirir material sem identificação e proveniência documentadas. Conservar o banco de sementes no local; não fazer reforço informal e encaminhar qualquer proposta para entidades competentes.
Monitorizar antes das operações e manter faixas extensivas contratualizadas com o proprietário.
Limite editorial explícito
Calendário de plantação não aplicável a uma ficha de conservação.
A página não recomenda recolha, propagação ou instalação. Qualquer intervenção de conservação exige autorização, proveniência e um plano técnico próprio do local e da população.
Proteção sem intervenção autónoma
Planeie faixas cortadas e refúgios, pés de talude e bordaduras; preserve parte da cobertura em cada passagem quando isso for compatível com a segurança e a gestão da exploração.
Adie corte ou mobilização de uma parte das manchas até sementes amadurecerem ou folhas dos geófitos amarelecerem.
Não fertilize a flora espontânea nem a force com rega. Excesso de azoto favorece poucas espécies competitivas e apaga a diversidade arvense.
Diagnóstico antes de tratar
| Problema | Como reconhecer | Primeira resposta |
|---|---|---|
| Conversão do sequeiro | Instalação de rega, culturas permanentes intensivas, mobilização profunda ou abandono que fecha o habitat. | Proteger a mancha e procurar acordo de gestão e apoio de conservação antes de intervir. |
| Gestão uniforme | Entrelinhas nuas ou todas cortadas à mesma altura e na mesma data, sem flores nem sementes. | Planear rotação de faixas, conservar bordaduras e confirmar regras e rótulo antes de qualquer intervenção fitofarmacêutica. |
| Material de origem incerta | Semente sem nome científico completo, lote ou proveniência documentada. | Não semear; isolar o lote e obter validação botânica, documental e das regras aplicáveis. |
Vulnerável em Portugal, com núcleos na serra de Sicó, Alto Alentejo e Barrocal Algarvio. Não o trate como coentro culinário sem confirmação de identidade e fonte alimentar específica.
Contexto português