Evitar receita de manejo
A ficha não fornece método de propagação, plantação, contenção, controlo, poda, rega ou restauro; essas decisões dependem de evidência e contexto próprios.
Solanum dulcamara · Solanaceae
Doce-amarga corresponde a Solanum dulcamara, uma trepadeira. Os caules procuram apoio e dão movimento à planta. A espécie integra a flora autóctone de Portugal continental.
Doce-amarga é aqui situada pelos factos que a documentação sustenta. No caso de Solanum dulcamara, não se propõem cultivo, multiplicação, colheita, processamento ou guarda. De Solanum dulcamara não se deduzem segurança, origem, adaptação a um lugar ou autenticidade individual.
Prancha complementar do catálogo
Esta vista complementar amplia a ficha com estruturas de identificação, reprodução ou propagação que a imagem principal não privilegia. Continua a ser uma ilustração editorial: não autentica exemplares nem substitui identificação especializada.
Taxonomia verificada
O nome publicado coincide com Solanum dulcamara L., aceite no GBIF Backbone. Dulcamara lignosa e Lycopersicon dulcamara permanecem pesquisáveis; a âncora não autentica variedade, origem ou segurança de ingestão e não altera o aviso de toxicidade da ficha.
Verificado em 27 de julho de 2026.Estatuto verificado
A evidência consultada é continental e não suporta receita de propagação, plantação, contenção, controlo, restauro, consumo ou uso medicinal. Taxonomia, origem, finalidade e permissões exigem confirmação própria.
Avaliado em 27 de julho de 2026 a partir das fontes oficiais indicadas nesta ficha.Antes de qualquer decisão
Não recolha plantas, rizomas, sementes, estacas, solo ou água de populações espontâneas.
Não baseie uma decisão no nome comum, fotografia ou habitat; a identidade deve ser confirmada no contexto da ação proposta.
A ocorrência ou o contexto de habitat não autoriza cultivo, propagação, restauro, recolha ou intervenção em margem, leito ou água.
A avaliação continental não deve ser usada para justificar circulação de material ou ação nos arquipélagos.
Limite editorial explícito
Calendário de cultivo não aplicável a esta ficha documental.
A página documenta identidade, fontes e limites, mas não publica meses de sementeira, plantação ou colheita. Uma fonte taxonómica, territorial ou comercial não constitui por si só um calendário de cultivo.
Antes de agir
A ficha não fornece método de propagação, plantação, contenção, controlo, poda, rega ou restauro; essas decisões dependem de evidência e contexto próprios.
A evidência desta ficha é continental; não infere ocorrência, estatuto ou técnica para Açores ou Madeira.
A ficha não avalia consumo, segurança alimentar, preparação medicinal, dose ou segurança de manuseamento.
Diagnóstico antes de tratar
| Problema | Como reconhecer | Primeira resposta |
|---|---|---|
| Identidade ou origem incerta | Não há identificação botânica, proveniência ou enquadramento verificável. | Não recolher, propagar, transferir ou introduzir; pedir confirmação à entidade competente. |
| Proposta de alteração de habitat | Há proposta de alterar água, solo, vegetação, margem ou acesso. | Não aplicar uma técnica genérica; encaminhar a avaliação para o plano e autoridade responsáveis. |
| Território não avaliado | A ação proposta é nos Açores ou Madeira. | Não inferir estatuto ou técnica; confirmar fontes e autoridade territorial competentes. |
A fonte de segurança apoia prevenção de exposição a bagas; não constitui proibição legal geral nem instrução de remoção.
Contexto português