Prancha ilustrada de Fallopia sachalinensis com colónia alta rizomatosa, canas ocas articuladas, folhas alternas enormes cordiformes, face inferior pilosa, panículas axilares branco-esverdeadas e aquénio trígono
Ilustração botânica de apoio gerada para esta ficha — não é fotografia de espécime nem substitui identificação certificada.
Perene Não plantar

Fallopia sachalinensis — não plantar

Fallopia sachalinensis · Polygonaceae

A orientação é não plantar Fallopia sachalinensis em Portugal. Reynoutria sachalinensis é a identidade abrangida, dentro da família Polygonaceae. O enquadramento é exclusivamente preventivo e procura evitar novas dispersões.

Uma fotografia de Fallopia sachalinensis não basta para decidir uma atuação segura. Não toque, corte ou remova Reynoutria sachalinensis por iniciativa própria. Propágulos e solo não devem ser deslocados. As medidas e os resíduos dependem da orientação atual da autoridade responsável.

Nome científicoFallopia sachalinensis
FamíliaPolygonaceae
Categoria editorialPerene
Identidade taxonómicaNome publicado reconciliado: Reynoutria sachalinensis
Ocorrência / estatutoExótica invasora
Orientação da fichaNão plantar — prevenção e controlo

Prancha complementar do catálogo

Uma segunda prancha,
outros caracteres.

Esta vista complementar amplia a ficha com estruturas de identificação, reprodução ou propagação que a imagem principal não privilegia. Continua a ser uma ilustração editorial: não autentica exemplares nem substitui identificação especializada.

Prancha botânica complementar de Fallopia sachalinensis — não plantar (Fallopia sachalinensis) com caracteres de identificação e ciclo de vida
Prancha botânica complementar de Fallopia sachalinensis — não plantar (Fallopia sachalinensis) com caracteres de identificação e ciclo de vida. Ilustração gerada para plantar.pt, sem texto nem marca de água.

Taxonomia verificada

Reynoutria sachalinensis (F.Schmidt) Nakai

Nome publicado reconciliado
Nome publicado
Fallopia sachalinensis
Sinónimos relevantes
Fallopia sachalinensis · Polygonum sachalinense

O POWO aceita Reynoutria sachalinensis e inclui Fallopia sachalinensis como sinónimo homotípico. A ficha conserva a combinação impressa nas listas portuguesas como chave legal e torna o nome aceite pesquisável.

Verificado em 31 de julho de 2026.

Avaliação territorial 1 de 2

Não plantar

Exótica invasora
Jurisdição
Portugal
Âmbito
Decisão preventiva para Fallopia sachalinensis em Portugal. A ficha não autentica um exemplar, não decide detenção anterior, licença ou exceção, não transfere automaticamente o regime para outro táxon e não prescreve controlo ou destino de resíduos.
Enquadramento
Fallopia sachalinensis consta sem asterisco na secção Plantas do anexo II do Decreto-Lei n.º 92/2019. Os artigos 16.º e 19.º interditam, designadamente, introdução na natureza, detenção, cedência, compra, venda, transporte, cultivo e uso ornamental, sem prejuízo do regime vigente, das competências territoriais e das exceções aplicáveis.

Não comprar, plantar, propagar, oferecer, transportar ou libertar. Se já existir uma ocorrência, contenha sementes, frutos, fragmentos e solo sem os movimentar e confirme a identidade, a autoridade competente e o plano aplicável antes de intervir.

Avaliado em 31 de julho de 2026 a partir das fontes oficiais indicadas nesta ficha.

Avaliação territorial 2 de 2

Não plantar

Exótica invasora
Jurisdição
Região Autónoma da Madeira
Âmbito
Região Autónoma da Madeira; sem inclusão deste táxon nas exceções de cultivo do anexo III. A inclusão legal não prova presença num local nem autentica um exemplar.
Enquadramento
Fallopia sachalinensis integra a Lista Regional de Espécies Invasoras. O artigo 12.º do Decreto Legislativo Regional n.º 17/2023/M interdita, entre outros atos, detenção, cedência, compra, venda, transporte, produção, cultivo, uso ornamental e introdução na natureza.

Na Madeira, não comprar, semear, plantar, dividir, oferecer ou transportar. Uma ocorrência existente deve ser contida sem dispersar sementes ou fragmentos e encaminhada segundo a orientação do IFCN e o plano aplicável ao local.

Avaliado em 24 de julho de 2026 a partir das fontes oficiais indicadas nesta ficha.

Prevenir antes de intervir

Não plantar e controlar

  1. Registar a colónia sem entrar

    Fotografe a mancha, a altura relativa, a margem e a sucessão de caules. Evite pisar ou atravessar solo onde possam existir rizomas e rebentos.

  2. Mostrar cana e nós

    Use vistas externas para documentar caule herbáceo oco, articulações e nós engrossados, folhas alternas e inserção do pecíolo; não corte a cana para provar o interior.

  3. Medir folha e pelos

    Com escala sem arrancar, registe folhas muito grandes, cordiformes e de margem inteira. Uma macrofotografia da face inferior pode mostrar pelos longos e ondulados, mas não decide sozinha.

  4. Conter todo o material

    Não roçar, escavar, triturar ou transportar. Mapeie caules, solo mobilizado, cheias e equipamento e peça validação e plano antes de qualquer intervenção.

Limite editorial explícito

Calendário

Calendário de plantação não aplicável a uma espécie com recomendação de não plantar.

Nenhum mês é apresentado como janela de sementeira ou plantação. O momento de controlo, transporte ou destino de resíduos depende da espécie, do território e das instruções atuais da autoridade competente.

Depois da intervenção

Vigilância continuada

Separar o híbrido

F. × bohemica combina caracteres dos progenitores e pode aproximar-se do porte e folha de F. sachalinensis. Tamanho isolado não basta; use pelos, forma foliar, inflorescência e validação especializada.

Conservar o nome aceite

As listas escrevem Fallopia sachalinensis; o POWO aceita Reynoutria sachalinensis. São uma identidade reconciliada, não duas espécies ou dois focos.

Não extrapolar presença

Registos internacionais de margens e a inclusão legal não provam a espécie num rio português nem distinguem um exemplar do híbrido.

Diagnóstico antes de tratar

Riscos e falhas de controlo

Problemas, sinais de reconhecimento e primeira resposta
ProblemaComo reconhecerPrimeira resposta
Híbrido decidido pelo tamanhoUma folha grande e caule alto bastam para excluir F. × bohemica.Manter o complexo aberto e obter macrofotografia da face inferior, série foliar, flores e validação especializada.
Caule aberto para confirmarA cana é cortada para ver a cavidade e deixa fragmentos no solo ou na água.Parar a manipulação; a estrutura externa e o nó podem ser documentados sem criar material regenerável.
Solo ou rizoma transportadoTerra de obra, margem erodida ou maquinaria desloca fragmentos para outro local.Imobilizar material e equipamento, delimitar a origem e obter encaminhamento antes de continuar.

A prancha é ilustrativa e não autentica Fallopia sachalinensis. A distinção do híbrido exige conjunto de caracteres e validação; qualquer fragmento deve permanecer contido.

Contexto português

Prioridade em todas as regiões

Norte litoral Não plantar Não plantar nem transportar. A inclusão legal não prova presença neste território, identidade de um exemplar ou prioridade de intervenção numa margem, sapal ou massa de água.
Norte interior Não plantar Não plantar nem transportar. A inclusão legal não prova presença neste território, identidade de um exemplar ou prioridade de intervenção numa margem, sapal ou massa de água.
Centro litoral Não plantar Não plantar nem transportar. A inclusão legal não prova presença neste território, identidade de um exemplar ou prioridade de intervenção numa margem, sapal ou massa de água.
Centro interior Não plantar Não plantar nem transportar. A inclusão legal não prova presença neste território, identidade de um exemplar ou prioridade de intervenção numa margem, sapal ou massa de água.
Lisboa e Vale do Tejo Não plantar Não plantar nem transportar. A inclusão legal não prova presença neste território, identidade de um exemplar ou prioridade de intervenção numa margem, sapal ou massa de água.
Alentejo Não plantar Não plantar nem transportar. A inclusão legal não prova presença neste território, identidade de um exemplar ou prioridade de intervenção numa margem, sapal ou massa de água.
Algarve Não plantar Não plantar nem transportar. A inclusão legal não prova presença neste território, identidade de um exemplar ou prioridade de intervenção numa margem, sapal ou massa de água.
Açores Não plantar Não plantar nem transportar. A inclusão legal não prova presença neste território, identidade de um exemplar ou prioridade de intervenção numa margem, sapal ou massa de água.
Madeira Não plantar Não plantar nem transportar. A inclusão legal não prova presença neste território, identidade de um exemplar ou prioridade de intervenção numa margem, sapal ou massa de água.