Dar suporte cedo
Instale rede ou canas antes de as variedades trepadoras se entrelaçarem; mantenha a folhagem arejada e evite ferir raízes.
Phaseolus vulgaris · Fabaceae
Feijão não se resume à imagem da planta jovem. Como Phaseolus vulgaris, é uma planta anual de estação quente, de porte rasteiro ou trepador. O local deve oferecer sol e abrigo de vento. O desenvolvimento cessa com o frio e flores abortam com calor seco.
Para Feijão, o terreno deve ser franco a arenoso, drenado e rico em matéria orgânica. A rega deve ser regular. A rega é crítica na floração e vingamento, mas sem alagar. No caso de Phaseolus vulgaris, não perca a ligação ao fornecedor e ao lote. Proveniência, sanidade e requisitos profissionais precisam de verificação própria. Em Feijão, uma alteração visível não basta para escolher tratamento. Confirme a causa e consulte apenas indicações atuais.
Top 300 em Portugal · posição 98
Esta vista complementar amplia a ficha com estruturas de identificação, reprodução ou propagação que a imagem principal não privilegia. Continua a ser uma ilustração editorial: não autentica exemplares nem substitui identificação especializada.
Taxonomia verificada
O nome publicado na ficha coincide com o nome aceite no POWO. Este lote não declara sinónimos adicionais como necessários para a pesquisa editorial.
Verificado em 27 de julho de 2026.Estatuto verificado
Material rastreável e estatuto documental não garantem desempenho local; o guia separa essa avaliação das recomendações agronómicas e publica os limites de cada campo.
Avaliado em 27 de julho de 2026 a partir das fontes oficiais indicadas nesta ficha.Do início ao estabelecimento
Confirme espécie, cultivar, lote e destino. Planeie suporte antes de semear variedades trepadoras.
Semeie diretamente a 2–3 cm. O manual situa o início em fevereiro nas regiões mais quentes e abril–julho no Entre-Douro e Minho.
Ao ar livre, prefira sementeira direta. Se usar planta protegida, transplante muito jovem, com duas folhas verdadeiras e raiz intacta.
Mantenha humidade para germinação e regue de forma regular na floração e início do vingamento, sem alagar o solo.
A partir da floração, observe frequentemente: o manual indica 7–12 dias entre uma flor e a colheita da respetiva vagem. Colha repetidamente antes de formar fio.
Janelas nacionais de referência
Cultura de primavera/verão: ao ar livre, fevereiro nas regiões mais quentes e abril–julho no Entre-Douro e Minho; vagens podem ser colhidas 7–12 dias após cada flor.
São janelas de referência, não datas garantidas. Atrase com geada e altitude, antecipe apenas com condições locais favoráveis e confirme cultivar, finalidade, previsão, água e microclima.
Depois de plantar
Instale rede ou canas antes de as variedades trepadoras se entrelaçarem; mantenha a folhagem arejada e evite ferir raízes.
A falta de água na floração reduz vingamento; excesso na sementeira atrasa germinação e alagamento interrompe crescimento.
Alterne famílias, remova plantas com viroses ou doença grave e não guarde semente de plantas doentes.
Diagnóstico antes de tratar
| Problema | Como reconhecer | Primeira resposta |
|---|---|---|
| Flores caem ou vagens deformam | Abortamento de flores e vagens em gancho durante calor seco ou falta de água. | Regularize a água, reduza stress de calor e vento e evite excesso de azoto. |
| Afídeos ou mosca-branca | Colónias, melada, folhas deformadas ou amarelecimento; podem acompanhar viroses. | Inspecione cedo, retire focos e plantas com virose evidente, preserve auxiliares e confirme medidas atuais. |
| Antracnose ou ferrugem | Lesões deprimidas em vagens e caules ou pústulas cor de ferrugem nas folhas. | Não trabalhe plantas molhadas, retire focos, use semente sã e faça rotação; obtenha diagnóstico antes de tratar. |
Este guia cobre Phaseolus vulgaris cultivado para vagem fresca; feijão seco exige calendário e colheita próprios. As tabelas históricas de produtos do manual não são atuais.
Contexto português
Afirmações rastreáveis
Cada linha identifica a afirmação que sustenta o guia, o território a que se aplica e as fontes usadas. Síntese editorial significa que a conclusão combina requisitos da cultura com contexto climático português; não é uma medição da sua parcela.
Semente identificada e sã; ao ar livre predomina a sementeira direta, enquanto transplante protegido deve usar planta jovem com duas folhas e raiz protegida.
Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.Cultura de primavera/verão: ao ar livre, fevereiro nas regiões mais quentes e abril–julho no Entre-Douro e Minho; vagens podem ser colhidas 7–12 dias após cada flor.
Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.Desenvolvimento vegetativo ótimo publicado entre 18 e 30 °C; crescimento para a 8–10 °C e calor seco favorece aborto floral e vagens deformadas.
Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.Sensível a défice e excesso; humidade adequada na germinação, rega após plantação e máxima atenção à floração e início do vingamento.
Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.Preferência por solo arenoso a franco-arenoso, drenado e com 2–4% de matéria orgânica; pouca tolerância a salinidade.
Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.O manual português publica uma faixa de pH 6,0 a 7,5 para feijão-verde cultivado em solo.
Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.Para cultivares rasteiras o manual publica 40 cm entre linhas e 60 cm na linha; trepadoras usam linhas pareadas e suporte conforme sistema.
Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.Semear diretamente a 2–3 cm em solo húmido e aquecido; para transplante usar raiz protegida e regar imediatamente.
Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.Suporte precoce, colheita frequente, rega regular, rotação e semente sã reduzem stress, doença e perda de qualidade.
Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.O manual documenta afídeos, mosca-branca, viroses, antracnose e ferrugem; inspeção e higiene precedem qualquer produto atual autorizado.
Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.A síntese cruza necessidade de primavera/verão, frio limitante e sensibilidade ao calor seco com normais IPMA e as janelas regionais publicadas no manual.
Portugal · síntese editorial Limite: Síntese para planeamento regional; confirme altitude, microclima, exposição, solo, água, cultivar e previsão antes de decidir na parcela.