Ilustração botânica de um feijoeiro anão com flores e vagens verdes e secas
Ilustração botânica de apoio gerada para esta ficha — não é fotografia de espécime nem substitui identificação certificada.
Hortícola Guia de cultivo Fácil

Feijão

Phaseolus vulgaris · Fabaceae

Feijão não se resume à imagem da planta jovem. Como Phaseolus vulgaris, é uma planta anual de estação quente, de porte rasteiro ou trepador. O local deve oferecer sol e abrigo de vento. O desenvolvimento cessa com o frio e flores abortam com calor seco.

Para Feijão, o terreno deve ser franco a arenoso, drenado e rico em matéria orgânica. A rega deve ser regular. A rega é crítica na floração e vingamento, mas sem alagar. No caso de Phaseolus vulgaris, não perca a ligação ao fornecedor e ao lote. Proveniência, sanidade e requisitos profissionais precisam de verificação própria. Em Feijão, uma alteração visível não basta para escolher tratamento. Confirme a causa e consulte apenas indicações atuais.

ExposiçãoSol e abrigo de vento; crescimento para com frio e flores abortam com calor seco
ÁguaRegular; crítica na floração e vingamento, mas sem alagar
CicloAnual de estação quente, rasteiro ou trepador
SoloArenoso a franco-arenoso, drenado e rico em matéria orgânica
pH6,0–7,5
EspaçoRasteiro: cerca de 40 cm entre linhas e 60 cm entre grupos; trepador: linhas pareadas com suporte, ajustadas à cultivar

Top 300 em Portugal · posição 98

Uma segunda prancha,
outros caracteres.

Esta vista complementar amplia a ficha com estruturas de identificação, reprodução ou propagação que a imagem principal não privilegia. Continua a ser uma ilustração editorial: não autentica exemplares nem substitui identificação especializada.

Prancha botânica complementar de Feijão (Phaseolus vulgaris) com caracteres de identificação e ciclo de vida
Prancha botânica complementar de Feijão (Phaseolus vulgaris) com caracteres de identificação e ciclo de vida. Ilustração gerada para plantar.pt, sem texto nem marca de água.

Taxonomia verificada

Phaseolus vulgaris L.

Nome aceite
Nome publicado
Phaseolus vulgaris
Sinónimos relevantes
Nenhum declarado neste piloto

O nome publicado na ficha coincide com o nome aceite no POWO. Este lote não declara sinónimos adicionais como necessários para a pesquisa editorial.

Verificado em 27 de julho de 2026.

Estatuto verificado

Cultivo rastreado

Cultivar hortícola cultivada
Jurisdição
Portugal
Âmbito
Portugal: esta avaliação limita-se à identidade e ao enquadramento do material; não estabelece ocorrência territorial nem autentica cultivar, fornecedor ou lote. A orientação de cultivo é sustentada separadamente, campo a campo, pelas fontes técnicas do guia.
Enquadramento
As fontes jurídicas indicadas enquadram material ou atividades profissionais potencialmente relevantes. Não certificam este exemplar, cultivar, fornecedor ou lote; a aplicação concreta deve ser confirmada com a entidade competente.

Material rastreável e estatuto documental não garantem desempenho local; o guia separa essa avaliação das recomendações agronómicas e publica os limites de cada campo.

Avaliado em 27 de julho de 2026 a partir das fontes oficiais indicadas nesta ficha.

Do início ao estabelecimento

Como plantar

  1. Escolher rasteiro ou trepador

    Confirme espécie, cultivar, lote e destino. Planeie suporte antes de semear variedades trepadoras.

  2. Esperar por solo aquecido

    Semeie diretamente a 2–3 cm. O manual situa o início em fevereiro nas regiões mais quentes e abril–julho no Entre-Douro e Minho.

  3. Evitar transplante desnecessário

    Ao ar livre, prefira sementeira direta. Se usar planta protegida, transplante muito jovem, com duas folhas verdadeiras e raiz intacta.

  4. Regar na fase crítica

    Mantenha humidade para germinação e regue de forma regular na floração e início do vingamento, sem alagar o solo.

  5. Colher vagens jovens

    A partir da floração, observe frequentemente: o manual indica 7–12 dias entre uma flor e a colheita da respetiva vagem. Colha repetidamente antes de formar fio.

Janelas nacionais de referência

Calendário

Cultura de primavera/verão: ao ar livre, fevereiro nas regiões mais quentes e abril–julho no Entre-Douro e Minho; vagens podem ser colhidas 7–12 dias após cada flor.

Semear
JanFevMarAbrMaiJunJulAgoSetOutNovDez
Plantar
JanFevMarAbrMaiJunJulAgoSetOutNovDez

São janelas de referência, não datas garantidas. Atrase com geada e altitude, antecipe apenas com condições locais favoráveis e confirme cultivar, finalidade, previsão, água e microclima.

Depois de plantar

Cuidados essenciais

Dar suporte cedo

Instale rede ou canas antes de as variedades trepadoras se entrelaçarem; mantenha a folhagem arejada e evite ferir raízes.

Água sem saturação

A falta de água na floração reduz vingamento; excesso na sementeira atrasa germinação e alagamento interrompe crescimento.

Rotação e semente sã

Alterne famílias, remova plantas com viroses ou doença grave e não guarde semente de plantas doentes.

Diagnóstico antes de tratar

Problemas frequentes

Problemas, sinais de reconhecimento e primeira resposta
ProblemaComo reconhecerPrimeira resposta
Flores caem ou vagens deformamAbortamento de flores e vagens em gancho durante calor seco ou falta de água.Regularize a água, reduza stress de calor e vento e evite excesso de azoto.
Afídeos ou mosca-brancaColónias, melada, folhas deformadas ou amarelecimento; podem acompanhar viroses.Inspecione cedo, retire focos e plantas com virose evidente, preserve auxiliares e confirme medidas atuais.
Antracnose ou ferrugemLesões deprimidas em vagens e caules ou pústulas cor de ferrugem nas folhas.Não trabalhe plantas molhadas, retire focos, use semente sã e faça rotação; obtenha diagnóstico antes de tratar.

Este guia cobre Phaseolus vulgaris cultivado para vagem fresca; feijão seco exige calendário e colheita próprios. As tabelas históricas de produtos do manual não são atuais.

Contexto português

Adequação regional

Norte litoral Favorável de primavera a verão; espere por solo aquecido e reduza molhamento foliar em períodos húmidos.
Norte interior Boa cultura de verão depois das geadas; a janela é mais curta em altitude e noites frias atrasam germinação e crescimento.
Centro litoral Muito favorável com sementeiras escalonadas; assegure sol, suporte nas variedades trepadoras e água na floração.
Centro interior Verões quentes favorecem a cultura; evite défice hídrico na floração e início do vingamento.
Lisboa e Vale do Tejo Muito favorável em primavera e verão; calor excessivo e baixa humidade podem provocar queda de flores.
Alentejo Favorável com rega gota-a-gota e matéria orgânica; não deixe secar na floração e evite alagamento.
Algarve Permite ciclos precoces e tardios; evite o pico de calor e mantenha rega regular sem saturar o solo.
Açores Temperaturas suaves ajudam, mas vento e humidade podem limitar; use local abrigado, drenado e bem ventilado.
Madeira Favorável em várias épocas conforme altitude; ajuste o ciclo ao calor local e assegure água na floração.

Afirmações rastreáveis

Evidência por campo

Cada linha identifica a afirmação que sustenta o guia, o território a que se aplica e as fontes usadas. Síntese editorial significa que a conclusão combina requisitos da cultura com contexto climático português; não é uma medição da sua parcela.

Material de propagação

Semente identificada e sã; ao ar livre predomina a sementeira direta, enquanto transplante protegido deve usar planta jovem com duas folhas e raiz protegida.

Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.
Calendário

Cultura de primavera/verão: ao ar livre, fevereiro nas regiões mais quentes e abril–julho no Entre-Douro e Minho; vagens podem ser colhidas 7–12 dias após cada flor.

Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.
Exposição e temperatura

Desenvolvimento vegetativo ótimo publicado entre 18 e 30 °C; crescimento para a 8–10 °C e calor seco favorece aborto floral e vagens deformadas.

Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.
Água e rega

Sensível a défice e excesso; humidade adequada na germinação, rega após plantação e máxima atenção à floração e início do vingamento.

Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.
Solo e drenagem

Preferência por solo arenoso a franco-arenoso, drenado e com 2–4% de matéria orgânica; pouca tolerância a salinidade.

Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.
pH

O manual português publica uma faixa de pH 6,0 a 7,5 para feijão-verde cultivado em solo.

Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.
Compasso

Para cultivares rasteiras o manual publica 40 cm entre linhas e 60 cm na linha; trepadoras usam linhas pareadas e suporte conforme sistema.

Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.
Instalação

Semear diretamente a 2–3 cm em solo húmido e aquecido; para transplante usar raiz protegida e regar imediatamente.

Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.
Manutenção

Suporte precoce, colheita frequente, rega regular, rotação e semente sã reduzem stress, doença e perda de qualidade.

Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.
Problemas e diagnóstico

O manual documenta afídeos, mosca-branca, viroses, antracnose e ferrugem; inspeção e higiene precedem qualquer produto atual autorizado.

Portugal continental · fonte portuguesa direta Limite: Orientação para cultivo em solo e pequena escala; ajuste a cultivar, finalidade, sistema protegido ou ao ar livre, análise da parcela e condições do ano.
Adequação regional

A síntese cruza necessidade de primavera/verão, frio limitante e sensibilidade ao calor seco com normais IPMA e as janelas regionais publicadas no manual.

Portugal · síntese editorial Limite: Síntese para planeamento regional; confirme altitude, microclima, exposição, solo, água, cultivar e previsão antes de decidir na parcela.
Contrato de cultivo revisto em 27 de julho de 2026.