Prancha botânica de Zantedeschia aethiopica com folhas sagitadas brilhantes, espata branca, espádice amarelo, bagas e rizoma
Ilustração botânica de apoio gerada para esta ficha — não é fotografia de espécime nem substitui identificação certificada.
Invasora Ficha documental

Jarro-branco

Zantedeschia aethiopica · Araceae

Jarro-branco mostra por que um nome, uma fotografia e um local não bastam para fechar uma identificação. Jarro-branco corresponde aqui a Zantedeschia aethiopica, uma planta invasora. A espécie integra a lista regional de invasoras da Madeira, com exceção ornamental delimitada; a página explica os limites sem transformar a exceção num guia de cultivo. As fontes tratam-na como exótica invasora na Região Autónoma da Madeira.

A relação taxonómica registada é “Nome aceite”. A autenticação de um exemplar, cultivar ou lote não pode assentar apenas em imagem, semelhança, topónimo ou designação comercial. O objetivo é compreender a identidade e o contexto, sem converter a fonte em autorização, receita de cultivo ou promessa de aptidão.

Nome científicoZantedeschia aethiopica
FamíliaAraceae
Categoria editorialInvasora
Identidade taxonómicaNome aceite: Zantedeschia aethiopica
Ocorrência / estatutoExótica invasora
Orientação da fichaFicha documental — sem recomendação de cultivo

Top 300 em Portugal · posição 214

Uma segunda prancha,
outros caracteres.

Esta vista complementar amplia a ficha com estruturas de identificação, reprodução ou propagação que a imagem principal não privilegia. Continua a ser uma ilustração editorial: não autentica exemplares nem substitui identificação especializada.

Prancha botânica complementar de Jarro-branco (Zantedeschia aethiopica) com caracteres de identificação e ciclo de vida
Prancha botânica complementar de Jarro-branco (Zantedeschia aethiopica) com caracteres de identificação e ciclo de vida. Ilustração gerada para plantar.pt, sem texto nem marca de água.

Taxonomia verificada

Zantedeschia aethiopica (L.) Spreng.

Nome aceite
Nome publicado
Zantedeschia aethiopica
Sinónimos relevantes
Calla aethiopica

O nome publicado na ficha coincide com o nome aceite no POWO. Os sinónimos indicados são conservados como chaves de pesquisa editorial e não alteram o estatuto legal.

Verificado em 28 de julho de 2026.

Estatuto verificado

Cultivo rastreado

Exótica invasora
Jurisdição
Região Autónoma da Madeira
Âmbito
Região Autónoma da Madeira, apenas nos espaços expressamente abrangidos pela exceção do anexo III e fora de sítios da Rede Natura 2000. A inclusão legal não prova presença num local nem autentica um exemplar.
Enquadramento
Zantedeschia aethiopica integra a Lista Regional de Espécies Invasoras, mas o anexo III do Decreto Legislativo Regional n.º 17/2023/M admite uma exceção em jardins, espaços verdes, zonas domésticas, arruamentos e estradas; mantém a interdição em sítios da Rede Natura 2000 e limita o comércio a estabelecimentos autorizados.

A exceção não transforma a espécie numa escolha sem risco. Confirme identidade e proveniência, compre apenas num estabelecimento autorizado, impeça sementes e propágulos de escapar e substitua-a junto de habitat natural por alternativa adequada.

Avaliado em 24 de julho de 2026 a partir das fontes oficiais indicadas nesta ficha.

Antes de qualquer decisão

Identidade, fontes e limites

  1. Confirmar espécie e local

    Fotografe folha, espata, espádice, fruto e rizoma e confirme se o local está na Madeira, incluindo eventual Rede Natura 2000.

  2. Confirmar âmbito e origem

    A exceção abrange apenas os espaços indicados no anexo III, fora da Rede Natura 2000; confirme a redação atual e use apenas comércio autorizado.

  3. Conter propágulos

    Impeça sementes, frutos, rizomas, terra e água de drenagem de alcançar linhas de água, solo aberto ou resíduos verdes.

  4. Confirmar o procedimento

    Antes de remover, transportar ou descartar, peça instruções à autoridade regional ou municipal e verifique a redação legal atual.

Limite editorial explícito

Calendário

Calendário de cultivo não aplicável a esta ficha documental.

A página documenta identidade, fontes e limites, mas não publica meses de sementeira, plantação ou colheita. Uma fonte taxonómica, territorial ou comercial não constitui por si só um calendário de cultivo.

Antes de agir

Verificações necessárias

Sem guia de cultivo

A ficha não ensina a multiplicar ou melhorar uma espécie invasora na Madeira.

Exceção não é ausência de risco

O anexo III do diploma regional cria um âmbito condicionado, mas não torna a espécie autóctone nem elimina a prevenção de dispersão.

Inspeção

Procure plântulas, frutos e fragmentos em solo, valas e vasos próximos sem os transportar.

Diagnóstico antes de tratar

Riscos de decisão

Problemas, sinais de reconhecimento e primeira resposta
ProblemaComo reconhecerPrimeira resposta
Rizomas ou sementes fora do localRebentos, frutos ou fragmentos junto de água, muros ou solo.Conter a área e pedir orientação de remoção e destino.
Leitura excessiva da exceçãoExceção doméstica tratada como autorização geral.Rever âmbito, Rede Natura 2000, comércio autorizado e outras regras.
Contacto ou ingestãoIrritação de pele, olhos ou boca.Lavar a exposição e procurar orientação médica ou veterinária.

Na Madeira, o anexo III admite cultivo apenas nos espaços ornamentais e domésticos indicados, fora da Rede Natura 2000 e com comércio autorizado. Rizomas, sementes e fragmentos continuam a exigir contenção.

Contexto português

Âmbito territorial

Norte litoral Não avaliado Confirmar luz, humidade persistente, vento e drenagem no local concreto.
Norte interior Não avaliado Confirmar geada, ar interior seco, altitude e amplitude térmica no local concreto.
Centro litoral Não avaliado Confirmar luz, influência marítima, drenagem e temperatura no local concreto.
Centro interior Não avaliado Confirmar geada, calor estival, exposição e disponibilidade de água no local concreto.
Lisboa e Vale do Tejo Não avaliado Confirmar calor junto ao vidro, exposição, vento e drenagem no local concreto.
Alentejo Não avaliado Confirmar calor extremo, água, exposição e proteção do recipiente no local concreto.
Algarve Não avaliado Confirmar calor, salinidade, vento, exposição e água no local concreto.
Açores Não avaliado Confirmar ilha, cota, vento, humidade, temperatura interior e drenagem.
Madeira Não avaliado Confirmar ilha, cota, vertente, vento, calor e o estatuto legal regional antes de decidir.