Separar Lonicera
O nome comum inglês inclui “honeysuckle”, mas Leycesteria é um arbusto de caules ocos, não uma trepadeira do género Lonicera.
Leycesteria formosa · Caprifoliaceae
Não se planta Leycestéria na Região Autónoma da Madeira. Os restantes territórios têm enquadramento próprio, que esta página não infere. Trata-se de um arbusto de caules ocos, cachos pendentes com brácteas roxas e bagas escuras. Estes sinais ajudam a documentar uma suspeita, mas não confirmam sozinhos a espécie.
Perante uma suspeita de Leycestéria, não corte, arranque ou recolha a planta suspeita. Limite a circulação e registe o local sem espalhar qualquer parte. Numa ocorrência atribuída a Leycesteria formosa, não desloque partes da planta, solo ou máquinas contaminadas, nem improvise queima, trituração ou compostagem. Não intervenha sem confirmação e orientação atual da autoridade competente.
Prancha complementar do catálogo
Esta vista complementar amplia a ficha com estruturas de identificação, reprodução ou propagação que a imagem principal não privilegia. Continua a ser uma ilustração editorial: não autentica exemplares nem substitui identificação especializada.
Taxonomia verificada
O nome publicado na ficha coincide com o nome aceite no POWO. Os sinónimos indicados são conservados como chaves de pesquisa editorial e não alteram o estatuto legal.
Verificado em 31 de julho de 2026.Estatuto verificado
Na Madeira, não comprar, semear, plantar, dividir, oferecer ou transportar. Uma ocorrência existente deve ser contida sem dispersar sementes ou fragmentos e encaminhada segundo a orientação do IFCN e o plano aplicável ao local.
Avaliado em 24 de julho de 2026 a partir das fontes oficiais indicadas nesta ficha.Prevenir antes de intervir
A lista nacional de 2019 remete Leycesteria formosa para a Madeira. A lista regional atual mantém o táxon e não o inclui nas exceções do anexo III.
Fotografe os numerosos caules verdes, redondos e semelhantes a bambu que se tornam lenhosos, nós e folhas opostas cordiformes; não corte um caule para provar a cavidade.
Registe as cadeias pendentes terminais, flores tubulosas creme-arroxeadas e as brácteas folhosas roxas que as envolvem; a bráctea vistosa não é a corola.
Na Madeira, não podar com fruto, colher, provar, esmagar ou transportar bagas, sementes, caules e terra. Confirme a identidade e o plano antes de intervir.
Limite editorial explícito
Calendário de plantação não aplicável a uma espécie com recomendação de não plantar.
Nenhum mês é apresentado como janela de sementeira ou plantação. O momento de controlo, transporte ou destino de resíduos depende da espécie, do território e das instruções atuais da autoridade competente.
Depois da intervenção
O nome comum inglês inclui “honeysuckle”, mas Leycesteria é um arbusto de caules ocos, não uma trepadeira do género Lonicera.
As brácteas roxas podem ser tomadas pela flor. A identificação deve ligar caule, folha, cadeia pendente, corola tubular e baga.
A fonte tasmaniana descreve dispersão e gestão locais; não escolhe método, herbicida ou destino de resíduos para uma ocorrência madeirense.
Diagnóstico antes de tratar
| Problema | Como reconhecer | Primeira resposta |
|---|---|---|
| Bráctea chamada flor | A identificação usa apenas estruturas roxas folhosas. | Ampliar a corola tubular dentro da bráctea e ligar a folha, o caule e a baga. |
| Caule partido para ver a cavidade | Ramos ou fragmentos ficam em contacto com solo húmido. | Parar, conter o material e documentar externamente; a fonte internacional refere enraizamento por acama. |
| Bagas dispersas | Frutos maduros acompanham aves, poda, água ou resíduos. | Na Madeira, suspender movimentos e obter um plano que trate fruto, solo e seguimento. |
A prancha é ilustrativa e não autentica Leycesteria formosa. Caule oco, folhas opostas, brácteas, corolas e bagas devem ser confirmados em conjunto; a prevenção publicada é madeirense.
Contexto português