Macieira ‘Camoesa da Azoia’
Malus domestica Mill. ‘Camoesa da Azoia’ · Rosaceae
Entre nomes próximos, “Camoesa da Azoia” distingue a identidade tratada nesta ficha. O referente publicado é Malus domestica Mill. ‘Camoesa da Azoia’. A designação pertence a uma variedade tradicional registada.
Ao tratar Macieira ‘Camoesa da Azoia’, a página mantém-se dentro do âmbito das fontes indicadas. Para Malus domestica Mill. ‘Camoesa da Azoia’, o texto descreve sem ensinar cultivo, reprodução, colheita ou conservação. A identidade de Malus domestica Mill. ‘Camoesa da Azoia’ também não prova proveniência, segurança, adaptação local ou autenticidade.
Comparar no guia documental da cultura →Auditar identidade e imagem →
Prancha complementar do catálogo
Uma segunda prancha,
outros caracteres.
Esta vista complementar amplia a ficha com estruturas de identificação, reprodução ou propagação que a imagem principal não privilegia. Continua a ser uma ilustração editorial: não autentica exemplares nem substitui identificação especializada.
Profundidade documental
Evidência desta cultivar,
sem extrapolação.
O que permanece limitado
- O RNVF autentica a entrada e o INIAV descreve acessos numa coleção em Alcobaça; nenhuma destas fontes compara diretamente esta cultivar nas nove regiões editoriais do plantar.pt.
- A janela é observada numa coleção e não constitui calendário nacional de colheita.
Fontes desta projeção
- Registo Nacional de Variedades de Fruteiras 2025 — 1.ª edição ↗
- INIAV — O legado das macieiras regionais: preservar para o futuro ↗A coleção tem 63 variedades e o artigo caracteriza apenas 31; não é o denominador RNVF, um calendário nacional, um ensaio regional comparativo nem prova de identidade de material externo.
Taxonomia verificada
Malus domestica (Suckow) Borkh.
- Nome publicado
- Malus domestica Mill. ‘Camoesa da Azoia’
- Autoridade
- Plants of the World Online (Kew) ↗
- Sinónimos relevantes
- Nenhum declarado neste piloto
O rótulo hortícola “Malus domestica Mill. ‘Camoesa da Azoia’” não é declarado como sinónimo botânico no POWO. O táxon aceite é usado apenas como âncora botânica para indexar a cultura. A fonte não autentica que uma planta, semente, garfo, porta-enxerto ou lote corresponda à denominação “Camoesa da Azoia”, nem resolve identidade clonal, parentagem ou equivalência entre materiais comerciais.
Verificado em 1 de agosto de 2026.Estatuto verificado
Cultivo rastreado
- Jurisdição
- Portugal continental
- Âmbito
- Identidade registada e circulação de material de propagação; não é recomendação de cultivo para uma região ou parcela.
- Enquadramento
- O RNVF 2025 publica Camoesa da Azoia em Macieira, com aptidão PF e classificação tradicional, com ano 2016 impresso. O Decreto-Lei n.º 82/2017 enquadra a produção e comercialização do material de propagação.
Cultivar apenas a partir de material rastreável e após avaliação técnica local; a ficha não transforma o registo em promessa de desempenho.
Avaliado em 29 de julho de 2026 a partir das fontes oficiais indicadas nesta ficha.Antes de qualquer decisão
Identidade, fontes e limites
Confirmar a denominação RNVF
Exija documentação que publique exatamente Camoesa da Azoia dentro de Macieira; sem etiqueta e proveniência, nome, aparência, topónimo ou fruto não autenticam o material.
Confirmar como foi propagada
Registe fornecedor, categoria, lote, origem, clone quando aplicável e porta-enxerto. Uma planta obtida de semente não deve receber automaticamente o nome de uma cultivar propagada vegetativamente.
Avaliar a combinação e a parcela
Antes da compra, obtenha avaliação local de frio ou calor, água, drenagem, solo, vento, doenças, polinização, compatibilidade, vigor e espaço adulto; a inscrição nacional não responde a estas perguntas.
Só então definir a plantação
Fixe época, preparação do solo, compasso, tutoragem, rega, formação e proteção fitossanitária apenas a partir do material confirmado e das condições medidas na parcela.
Limite editorial explícito
Calendário
Calendário de cultivo não aplicável a esta ficha documental.
A página documenta identidade, fontes e limites, mas não publica meses de sementeira, plantação ou colheita. Uma fonte taxonómica, territorial ou comercial não constitui por si só um calendário de cultivo.
Antes de agir
Verificações necessárias
Conservar rastreabilidade
Guarde etiqueta, fatura, fornecedor, lote, categoria, porta-enxerto ou origem da estaca, data de plantação e localização da árvore.
Registar fenologia local
Anote abrolhamento, floração, vingamento, colheita, queda de folha, rega e ocorrências sanitárias por campanha, sem converter o primeiro ano em regra nacional.
Reavaliar antes de propagar
Não distribua garfos, estacas ou plantas sob esta denominação sem identidade e estado fitossanitário verificáveis e sem cumprir o regime aplicável.
Diagnóstico antes de tratar
Riscos de decisão
| Problema | Como reconhecer | Primeira resposta |
|---|---|---|
| Identidade não demonstrada | Nome transmitido oralmente, etiqueta perdida ou fruto apenas semelhante à descrição. | Tratar o material como não autenticado; não renomear nem propagar sob a denominação RNVF sem cadeia documental. |
| Porta-enxerto ou clone desconhecido | A combinação, origem vegetativa ou união de enxertia não consta da documentação. | Pedir dados ao fornecedor e suspender conclusões sobre vigor, compatibilidade, precocidade, resistência ou compasso. |
| Recomendação regional por extrapolação | Uma observação de coleção, produto tradicional ou topónimo é apresentada como prova para toda uma região. | Voltar à fonte, preservar local, período e sistema observados e solicitar avaliação da parcela antes de plantar. |
A imagem é uma ilustração editorial original e representativa da cultura, não uma fotografia autenticada desta cultivar. A ficha permanece documental até existir evidência agronómica cultivar-específica transferível para a decisão em causa.
Contexto português