Conceitos taxonómicos divergentes
O POWO aceita O. maxima e O. ficus-indica; a Flora Iberica aplicou O. maxima a um conceito amplo tradicionalmente chamado O. ficus-indica. A ficha não resolve um exemplar pela escolha automática de uma flora.
Opuntia maxima · Cactaceae
Não plante Opúntia-máxima em Portugal. A referência científica é Opuntia maxima. Opúntia arborescente de grandes cladódios espessos e morfologia muito variável; o POWO aceita O. maxima, embora outros tratamentos a tenham integrado em O. ficus-indica. A identificação exige vários caracteres concordantes; fotografia, cor ou nome comum isolados não bastam.
Não toque, corte, arranque nem tente remover esta planta. Mantenha pessoas e animais afastados e não mova sementes, frutos, fragmentos, solo, sedimento ou água associados à ocorrência. Registe o local sem o perturbar e procure confirmação especializada. A contenção, o controlo e o destino dos resíduos devem seguir a orientação atual da autoridade competente.
Prancha complementar do catálogo
Esta vista complementar amplia a ficha com estruturas de identificação, reprodução ou propagação que a imagem principal não privilegia. Continua a ser uma ilustração editorial: não autentica exemplares nem substitui identificação especializada.
Taxonomia verificada
O nome publicado na ficha coincide com o nome aceite no POWO. Os sinónimos indicados são conservados como chaves de pesquisa editorial e não alteram o estatuto legal.
Verificado em 31 de julho de 2026.Avaliação territorial 1 de 2
Não comprar, plantar, propagar, oferecer, transportar ou libertar. Se já existir uma ocorrência, contenha sementes, frutos, fragmentos e solo sem os movimentar e confirme a identidade, a autoridade competente e o plano aplicável antes de intervir.
Avaliado em 31 de julho de 2026 a partir das fontes oficiais indicadas nesta ficha.Avaliação territorial 2 de 2
A exceção não transforma a espécie numa escolha sem risco. Confirme identidade e proveniência, compre apenas num estabelecimento autorizado, impeça sementes e propágulos de escapar e substitua-a junto de habitat natural por alternativa adequada.
Avaliado em 24 de julho de 2026 a partir das fontes oficiais indicadas nesta ficha.Prevenir antes de intervir
As listas nacional e madeirense publicam O. maxima; a lista regional publica também O. ficus-indica. O POWO consultado aceita ambas, por isso o catálogo conserva duas fichas e expõe a divergência histórica.
Fotografe tronco lenhoso, porte arborescente e cladódios terminais muito espessos de 30–50 cm no conceito da Flora Iberica; não estime tamanho sem referência segura.
Registe aréolas, gloquídios, espinhas quando presentes, flor e fruto profundamente umbilicado. A Flora Iberica inclui formas quase inermes e formas espinhosas, com flores amarelas ou alaranjadas.
Não seccione cladódios, prove frutos ou remova espinhas para identificar. Preserve o foco, evite gloquídios e peça validação botânica e orientação legal.
Limite editorial explícito
Calendário de plantação não aplicável a uma espécie com recomendação de não plantar.
Nenhum mês é apresentado como janela de sementeira ou plantação. O momento de controlo, transporte ou destino de resíduos depende da espécie, do território e das instruções atuais da autoridade competente.
Depois da intervenção
O POWO aceita O. maxima e O. ficus-indica; a Flora Iberica aplicou O. maxima a um conceito amplo tradicionalmente chamado O. ficus-indica. A ficha não resolve um exemplar pela escolha automática de uma flora.
Existem formas quase inermes e formas com várias espinhas divergentes. Ausência de espinhas não transforma automaticamente a planta em O. ficus-indica.
Cor floral e cor do fruto variam. Cladódio, aréola, flor, fruto, origem e material de referência devem ser avaliados em conjunto.
Diagnóstico antes de tratar
| Problema | Como reconhecer | Primeira resposta |
|---|---|---|
| O. maxima fundida silenciosamente | A linha legal desaparece sob O. ficus-indica sem declarar a autoridade taxonómica. | Conservar as duas identidades publicadas e explicar a divergência entre POWO e tratamentos alternativos. |
| Forma espinhosa tratada como espécie inteira | A prancha representativa é lida como prova de que todas as plantas têm muitas espinhas e flor laranja. | Publicar explicitamente a variação e exigir material real para identificação. |
| Fruto provado para decidir | Sabor, cor da polpa ou suposta comestibilidade são usados como chave. | Não consumir; obter validação botânica, legal e de segurança separadamente. |
A prancha mostra uma forma espinhosa e alaranjada: não autentica O. maxima nem representa a variabilidade completa. O limite entre O. maxima e O. ficus-indica depende do conceito taxonómico e de material adequado.
Contexto português